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[Evento] The God Father

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Relembrando a primeira mensagem :





Evento - The God Father



[Evento] The God Father - Página 2 Dias_dos_pais

Introdução


Parabéns aos que pegaram a referência, mas este evento visa comemorar o Dia dos Pais! Desde a criação do personagem até ao decorrer das aventuras, muitos se questionam: “O que aconteceu com os pais do meu personagem? Onde eles estão? O que eles fazem?! Eles existem?!”. Na pressa de jogar, muitas vezes tal ponto é ignorado ou tratado de forma superficial. Porém, no final das contas, na presença ou na ausência, a figura paterna possui um papel crucial na formação da personalidade de todos nós. E não é diferente com nossos personagens. Tendo isso em mente, lhe daremos uma mãozinha! Mas só se vocês nos contarem como seu personagem passou ou passaria um Dia dos Pais com seu velho!

Regras:



  • O evento é de roleplay, de post único, devendo-se fazer uma postagem em resposta a este tópico, contando como o seu personagem passou ou passaria um Dia dos Pais com seu respectivo pai ou filho, sendo você o pai neste último caso.
  • Não há limite de caracteres, mas o mínimo par ao post ser valiado são 600 caracteres.
  • Postagens que fujam à proposta do evento não serão contabilizadas.
  • O prazo para a postagem vai do dia 09/08 às 12:00 até o dia 13/08/20 às 12:00.
  • O uso de template é responsabilidade do jogador e se bugar algo e este não se dispor a ajeitar, poderá ser punido com o afastamento do evento.
  • A staff se reserva o direito de punir condutas que fujam ao bom senso, mesmo sem regra expressa.


Recompensa:



  • Possibilidade de acrescentar ou alterar eventos, passagens ou descrições na história, a respeito da relação fraterna, em consonância com o que foi desenvolvido no evento.
  • 5 Perk Points.


Dicas:




Para aqueles que tiveram dificuldade em dar forma à criatividade, guardamos algumas valiosas dicas!


  • O encontro com o seu velho pode ser diversas coisas, desde um simples almoço ou jantar, no presente, um passeio pelo parque, uma viagem em família, até mesmo o dia em que ele faltou o show de talentos da escola ou que ele foi para o seu recital, quando pequeno.
  • Não deixe para postar tarde, se não vai acabar perdendo o prazo.
  • Atenção ao uso de templates!






Arauto da Staff
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Akira Hikoji
 


[Evento] The God Father - Página 2 M8ocZKXPapa! - vinha correndo com uma lancheirinha do Tony Tony Chopper e um pequeno quadro na mão. Na lancheira estava o lanche que meu pai havia preparado para mim, frutas cortadas e dois cookies. E no quadro estava uma pintura que havia feito na aula de artes daquele dia! A roupa branca de meu colégio estava manchada de tintas de diversas cores. O sorriso em meu rosto ia de ponta a ponta — Papa! Olhe o que fiz! - girava a lancheira para trás e o quadro para frente, colocando-o à frente de seus olhos.

[Evento] The God Father - Página 2 M8ocZKXLembro-me de ter sido recebido com um abraço caloroso, mas não lembro as palavras dele naquele dia, apesar de me recordar que estava vestido em um terno e indo em direção ao seu carro preto, ao mesmo momento em que chegava. Eu o vi partir daquela vez e só o avistei três dias depois. Ele havia levado o meu quadro consigo. Não era uma memória ruim. Foi o primeiro dia dos pais que eu me recordo; e eram memórias acalentadoras. Eu estava feliz pelo abraço, pelo sorriso e por ele ter gostado do meu quadro. Essas eram as minhas sensações naquele dia, mas... mas também havia algo triste. Havia-o tido por o quê? Dez segundos? Quinze? O resto do dia... senti a falta dele.

[Evento] The God Father - Página 2 M8ocZKXOs outros dias dos pais não foram muito diferentes. E este era o homem que me lembrava. Um pai que sempre teve o coração aberto para mim, apesar de seu rigor, mas que nunca teve tempo para seu filho. "Como era mesmo a voz dele?" - me indagava. Naquele Dia dos Pais, no presente, estava indo para casa. O motorista da família havia vindo me buscar em casa. Estava voltando para Tóquio, cruzando o japão. E em algumas horas estaria frente a frente com ele novamente...

[Evento] The God Father - Página 2 M8ocZKXTudo havia sido ideia de minha mãe, Suyen Hikoji; na verdade, ela também tinha outro nome, Suyen Aimi, antes de se chamar Hikoji. Era algo que ela havia me dito ainda quando pequeno. Eu não entendia as coisas na época, mas esta era minha mãe; meu pai, Kentaro Hikoji. Não podia negar, estava um tanto apreensivo, como sempre. Não tanto quanto antes, visto que já estava nos meus 28 anos, mas aquela ausência havia deixado uma lacuna em meu peito, a qual ainda não havia conseguido suprir.

[Evento] The God Father - Página 2 M8ocZKXAs horas se passaram e havíamos chegado em casa; ou melhor, eu havia chegado em casa. Me despedi do motorista e agradeci, indo de encontro àquela porta, pelo mesmo trajeto que fiz outrora; dessa vez, entretanto, não estava correndo, e nem com um quadro na mão, nem presente. Tinha minhas dúvidas se ele realmente ligava para isso. Estava pronto para bater na porta, quando ela se abriu e minha mãe me recebeu, com um abraço caloroso e apertado — Estava com saudades - e realmente estava — Eu também... sua mãe também! - envolvia-me entre seus braços, enlaçando o meu pescoço — Ele já chegou? - perguntava. Sabia que ele não estaria em casa, nos aguardando, me esperando. O balançar da cabeça de Suyen me dizia tudo que precisava.

[Evento] The God Father - Página 2 M8ocZKXSentamo-nos à mesa juntos, com o almoço todo posto. Havia uma travessa de Nikuman, uma das minhas comidas favoritas de quando era pequeno. Até hoje gostava bastante delas, mas tinha poucas oportunidades de comê-las! Havia uma travessa enorme de Sukiyaka, o prato principal, e mais alguns aperitivos, como um Yakitori para cada e alguns pedaços de Yakiniku em um prato avulso — Você caprichou, de novo... - abri um sorriso. Ela era sempre assim, esforçado, sempre dando o seu melhor. Estávamos sentados de frente para o outro, enquanto no meio estava a cadeira vazia onde deveria estar o meu pai — Não há comida melhor que a de casa, você sabe disso! - tinha que concordar.

[Evento] The God Father - Página 2 M8ocZKXEra mais um Dia dos Pais em que tínhamos que decidir entre deixar a comida esfriar ou começar a comer logo — Então vamos começar - já pegava meus talheres e estava pronto para atacar um Nikuman, quando escutamos a portar abrir. Parei no meio do caminho, estático, até voltar as minhas costas ao respaldo da cadeira. Não olhei, mas após algum tempo, senti uma mão pesada em meu ombro — Está atrasado - comentei — Não tanto quanto os outros anos - escutei um suspiro. O que significava?

[Evento] The God Father - Página 2 M8ocZKXLogo o homem sentou-se à mesa, enquanto trocava olhares com a minha mãe, que abria um pequeno sorriso. Voltei à minha tentativa de pegar um Nikuman, só para ser interrompido de novo — Soube que você entrou para Draw Axe... - Kentaro dizia; sua voz era grossa e forte. Agora eu lembrava como era. O tipo de voz que fazia qualquer um se calar para escutar — Então é por isso... - continuei a empreitada ao Nikuman, espetando-o, estava tão fofo que parecia estar delicioso — Seria uma desfeita não comemorar - deixei sair um riso misturado com uma bufada. Não comemorar? Ele sabia porque estávamos aqui hoje?

[Evento] The God Father - Página 2 M8ocZKXErgui o olhar para a minha mãe, constatando que ela estava vestindo aquela face de "releve". Suspirei fundo. Se era assim, ele ao menos estava presente. Peguei um vinho e os copos de cada um e os servi — À minha entrada na Draw Axe - dizia, erguendo a taça, ato que eles copiaram — E ao Dia dos Pais - oferecia outro brinde, vendo que o olhar de meu pai mudara, o que me confirmava que ele não lembrava que dia era hoje. "Ele realmente achava que era por mim... parece piada" - estava começando a ficar irritado. "Por mim..." - repetia. Ele se atrasava horrendamente em todos os Dias, mas hoje, ele havia quase chegado na hora... "Por mim..." - uma estranha sensação tomava o meu peito.

[Evento] The God Father - Página 2 M8ocZKXNão sabia o que comentar no momento, mas quando nossas taças se tocaram, pude sentir certa ternura. Era este homem que lembrava? Um homem sem tempo, mas que ainda me lembrava... um pai — Um conhecido meu que me contou - comentava. Conhecido? Alguém que sabia que eu havia entrado na guilda? Ponderava. Várias pessoas podiam saber, na verdade, não era como se fosse confidencial... — Não me decepcionou, mas não esqueça de seus deveres - cortava. Não sabia se era um ataque de guilhotina ou um elogio... Era sempre assim, uma cobrança sem fim — É o caminho que escolhi... não estranhe que eu seja bom nisso - tecia — Mas você é um Hikoji, não basta ser bom... - já havia escutado aquela maldita frase milhares de vezes — Você tem que ser o melhor - disse, ao mesmo tempo que ele, finalmente enfiando o Nikuman goela abaixo.




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"Talento, Honra e Lealdade"

Aquele era provavelmente só mais um dia comum mas, por algum motivo me vem a memória sempre que lembro de meu pai por algum motivo, de certo modo eu acho que eu sempre tive um pouco de dificuldade em lidar tanto com ele quanto com a minha mãe, apesar de eles serem pessoas legais, eu acho que eu acabei me tornando do jeito que eu sou muito cedo e isso sempre tornou se relacionar uma coisa difícil.

Ainda era de manhã e mesmo que fosse o seu dia, ele teria feito o mesmo ritual de todo final de semana, de me levar ao dojo para que eu pudesse descarregar um pouco da raiva que eu tinha dentro de mim em algo positivo, em transformar aquela energia em disciplina, dentro do melhor que eu conseguia, já que eu nunca fui a pessoa mais calma do mundo. Eu sempre acreditava que os finais de semana que eu passava treinando, de certo modo eram bons pros meus pais, já que eles poderiam passar mais tempo juntos mas, nesse dia, ele não voltou como normalmente o fazia, ele ficou lá me assistindo… Foi constrangedor pra caralho, eu não pude nem dar umas olhadinhas em Azumi, por não saber como o velho ia reagir mas...De coração? Eu acho que ele reagiria bem mas, seria tão constrangedor e nada maneiro tentar entender qualquer motivo pra aquilo que eu só pensava… Foda-se é melhor evitar.

Enfim, de certo modo acho que foi o dia em que meu treino foi o mais certinho, se ele ia me assistir eu precisava mostrar que a filha dele era foda e por isso eu me esforcei bastante durante todo o treinamento, ele provavelmente só estaria feliz, por estar me acompanhando em algo que eu realmente gostava mas se não for pra ser o topo de linha, era melhor eu ter ficado em casa. Ou alguma idiotisse assim que eu pensei na época. Foi um dia bem puxado e foi bem legal no caminho de volta, ele me comprou sorvete e de algum jeito ele não forçava uma conversa ou algo assim, onde eu acabei perguntando a ele algo como “ Hoje é dia dos pais… Foi mal ter feito você perder o dia com a mãe…” E eu lembro dele me falando em resposta “ O maior presente que eu poderia querer, foi ver você feliz, eu tenho todo o tempo do mundo para passar com as duas mulheres da minha vida, não há porque correr com as coisas.” e…. Cara, vai se foder, eu admito que na hora passou um ninja ou algo do tipo com umas cebolas e… Sei lá cara, meu velho é um cara maneiro e fala umas coisas legais. A gente pode ser muito diferente mas, mesmo longe tanto ele quanto a mãe, vão ter orgulho de mim, quando as coisas melhorarem…


Enquanto isso, é porrada nos bichos e dinheiro no bolso e claro… Uma ótima companhia hehe.
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EVENTO - THE GOD FATHER
FELIZ DIA DOS PAIS!



Não sei o que dizer, sempre fui ruim nesses tipos de conversas, as vezes me pergunto o que posso e deixo de fazer, tudo se tornou mais difícil do que pensei. Fico imaginando se é assim para todos, meu pai não era uma má pessoa, acho que só não sabia passar seus sentimentos de forma simples. Seu olhar era duro assim como as poucas palavras que saia de sua boca, geralmente eram ordens e conselhos, desde pequeno aprendi a chamar meu pai de senhor e nada mais, as vezes até esquecia a palavra pai. Pequeno e confuso, aprendi a seguir as regras impostas por ele e assim as fiz a minhas na hora de crescer, era uma doutrina rígida e correta que não permitia a irresponsabilidade reinar sobre minha pessoa, mas também proibia o que mais amava naquele tempo, os animes e mangás.

Não sabia ao certo como viver como rebelde, minha sorte foi ter tido uma mãe tão amável e carinhosa que permitiu esconder algumas coisas do meu velho. Depois de todo esse tempo, eu finalmente entendi ao certo o que meu pai queria fazer, quando se tem um filho, você passa a não só pensar em você e seu mundo tende a girar ao redor de sua cria, suas ações também impactam as pessoas mais próximas de você. Meu pai foi um militar, passou a vida servindo e não sabia muito além dela, as experiências que teve e julgou serem as certas influenciou no que passaria para frente. Eu já o agradeci, e ainda sou grato, por mais que não tivéssemos tantos momentos de pai e filho, ele sempre esteve ao meu lado, certa vez ainda na creche, sim, ainda tenho lembranças daquela época mesmo sendo velho. Fui acusado de ter pego alguma coisa de um dos colegas, deve ter sido algo chamativo, pois até chamaram meu pai para resolver o caso, não havia sido eu, e foi o que disse, ele olhou nos meus olhos e sem questionar não dobrou sua palavra e acreditou em mim sem pestanejar, ele acreditou em mim e no que passou para mim de certo e errado.

Fui treinando durante toda minha juventude, fui um ignorante com a vida fora do meu nicho, pois era assim que meu pai queria que fosse e para honra-lo foi o que fiz, no entanto, o desejo de ser mais e ir além se tornou forte. Aprendi bastante com meu velho e agora aprendo todo dia com minha filha e tudo que passei, o amor transforma as pessoas e este sentimento também pode lhe controlar. Meu pai era um homem justo e sincero, a forma que passou seu amor foi entalhando sua forma de viver, tentando esconder todos os males e somente querendo entregar o que achava bom, eu só pude entender de verdade este sentimento de amar após o nascimento de minha filha. Não sei se me expressei bem, puxei esse lado seu pai, tentei dizer tudo que tinha guardado, sinto não ter tido tanto contato e por não o visitar tantas vezes.

Queria ter tido a chance de mostrar Inoue pessoalmente mais cedo, falado mais, talvez ter abraçado e ver os raros sorrisos de face rochosa. – Era realmente difícil conter as lágrimas, mas sempre fui forte, me tornei assim graças ao homem que está na minha frente. – Eu trouxe Inoue este ano, queria que o senhor a visse. Ela tem apenas quatro anos, mas é esperta como a mãe. Tinha acordado e ela estava em cima de mim com uma carta amassada em sua mão, a ajeitando na cama, peguei o pedaço de papel e vi que era uma daqueles cartões especiais, a professora dela deve ter entregue para todos os alunos para entregarem aos pais. Meio sonolenta, ela abriu os olhos e com um grande sorriso falou “Feliz dia dos pais!” acredita?

Quase morri, meu coração derreteu. Queria ter entendido o senhor bem mais cedo, queria que o senhor pudesse a pegar. – Ajoelhei perante ao tumulo de meu pai, foi enterrado ao lado de minha mãe assim como tinha que ser, coloquei as flores em ambas as lapides. – Obrigado por tudo pai, vou vim visitar você e a mamãe todo ano. Deveria ter me mandado fazer menos flexões e ter me dado mais conselhos sobre ser pai... Bem que não precisei, eu sempre tive um bom exemplo para seguir. Assim como você disse uma vez, também espero que eu possa ser melhor do que o senhor. Fique vendo, vou ser o melhor pai de todos. – Segurei a mão de Inoue que esteve observando tudo ainda sem entender, não precisava entender, virei as costas e olhei para última vez antes de sair aquelas pequenas escrituras nas pedras. “Grande Pai e Marido”. – Feliz dia dos pais.
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O dia dos pais, uma data que a muitos anos Eileen não via qualquer motivos para comemorar. Havia, pois sim, fugido de casa e do seu pai sobrevivencialista a muitos anos atrás e vivido desde então uma vida de liberdade fazendo apenas o que desejava. Na verdade não seria capaz de recordar o que havia feito nos últimos dias dos pais nem que sua vida dependesse disso, mas se fosse preciso chutar diria que ou estava em um bar bebendo com estranhos ou então pilotando sua moto por vastidões desertas.

Todavia este havia se tornado um ano especial, não. Não por seu pai, pois ela não fazia qualquer questão de vê-lo, mas havia encontrado neste dia um motivo para fazer uma festa com agora sua nova família, os membros da guilda que ela e Érika haviam fundado. Fazia quase um ano que estavam juntas, e a pequena jovem de pele alva havia se tornado uma constante em seus dias, algo que por muitos anos não havia possuído. Eileen havia desejado que todos fossem relaxar na praia naquele dia, mas então acabou descobrindo que era dia dos pais e por tal motivo apenas arranjou um outro motivo fazendo uma festa da guilda para a família.

Olhava para as pessoas a frente, na mesa que haviam improvisado, sentadas nos bancos enquanto ''discursou''. - Este dia é graças a nossa bela, amada e muito fofa mestre então um brinde a ela. - Ergueu seu copo e então…… - Que merda ele ta fazendo aqui? - Estava de costas para o mar e por tal via se aproximando pelo calçadão alguém que não desejava ver. Bem.. Ela nunca havia falado do seu pai, nem mesmo para Érika então não podia culpá-la embora tivesse certeza que a aparição do mesmo era devido a ela. Sentiu-se subitamente menos animada e com vontade de gritar com sua amiga pela desnecessidade realizada, mas ao vê-la junto dos próprios pais, os quais também não eram nada fáceis percebeu que seria muito injusta, pois tinha certeza que ela somente havia feito isso nas melhores das intenções.

Como descrever seu pai…. Ele era um homem grande, não só em altura, mas no geral. Um pouco gordo, mas do tipo musculoso e não flácido. Vestia-se com uma roupa de tecido grosso que facilmente eram adequadas a dias mais frios, mas que também era suportável em dias mais quentes. Estava com um bota….. - Por deus… quem vem de bota para uma praia. - Eileen reclamou consigo mesma ainda a distância dele, afinal ela vestia-se apenas com um pequeno biquini amarelo que deixava muito do seu belo corpo a mostra, mas prosseguindo. Ele era careca e com o rosto quadrado de maxilar forte e barba bem feita. Sua boca era pequena e seu nariz normal. Era branco, mas um pouco ''avermelhado'', embora possivelmente fosse devido ao calor e por estar vestido daquela maneira. E obviamente em suas costas havia uma grande, muito grande mochila na qual provavelmente seria possível encontrar absolutamente toda a sorte de coisas além de comida suficiente para duas semanas.

Se não havia ficado claro, seu pai era um daqueles malucos fanáticos pelo fim do mundo e que passará os últimos anos se preparando para isso, para sobreviver. - Felizmente ele não despertou. - Neste momento um arrepio percorreu todo o corpo de Eileen que até mesmo começou a sentir frio, mas para não passar vergonha com seus amigos se apressou em alcançá-lo no meio do caminho.  

- E AI VELHO, QUANTO TEMPO. SE NÃO MUDOU PORCARIA NENHUMA. - O que recebeu foi um olhar de desagrado dirigido as suas poucas vestes, mas mais provavelmente a falta do que seu pai chamaria de material básico. - Só isso? E se acontecesse agora alguma coisa? Um tsunami por exemplo? - Hahahaha, engraçado como sempre velho, mas relaxa, atualmente eu poderia nadar contra um tsunami que não seria nada demais. - Ele bufou. - E de vez de estar usando esse poder está aqui numa praia relaxando. - Foi inevitável, os ombros dela caíram e foi impossível manter o bom humor. Ansiava por uma bebida, pois somente muito bêbada seria capaz de aturá-lo. - Você veio pra que afinal? - Perguntava agora de mal-humor. - Pra ver minha filha desnaturada que fugiu de casa a tantos anos atrás e que nunca mais deu notícias. Só nunca pensei que estivesse morta porque tinha certeza que lhe ensinei a sobreviver muito bem. - - É claro que ensinou, eu não tive uma infância graças a isso. - Mas também está viva graças a isso. - Desta vez ela não pode negar, realmente o que havia aprendido com ele havia lhe salvo a vida em mais de uma oportunidade e não só antes de despertar, pois mesmo hoje muitos daqueles conhecimentos lhe estavam sendo úteis na sua nova vida, mas não queria admitir. O odiava, ao menos desejava o odiar, queria se esquecer das seções de treinamento intermináveis, de nunca ter podido ir a escola e de nunca ter podido ter amigos. Queria acreditar que quem era nada tinha haver com aquele homem, mas a verdade era outra e não conseguia negar a verdade.

Sentiu-se derrotada por ele. Mais uma vez. - Todos estão comendo… Você podia, ao menos só não falar sobre o fim do mundo? Só hoje. - Dessa vez foi o velho que suspirou. - Se você me der um abraço eu não falarei. - Ela não queria, mas ainda assim sentiu-se feliz por aquilo e o abraçou.


Não mais do que meia hora depois a mesa do almoço estava tomada por uma fervorosa discussão sobre portais e o potencial fim do mundo nas mãos dos monstros. É melhor você estar preparado Antony, pois vou te matar amanhã. - Eileen irradiava ódio na direção do Healer da guilda que havia puxado este maldito assunto.

Horas se passaram e por fim restaram apenas ela e Eileen na praia. - Sua cara ta horrivel. - Disse ao se atirar na areia ao lado da outra. - Dia do cão… Acho que nem no pior dos portais eu me cansei assim. Ano que vem vamos pra disney, só eu e você. Tirar fotos com o pluto vai ser muito mais interessante e você pode ganhar todos os prêmios naqueles joguinhos de tiro ao alvo. - Bebeu em guti guti a lata de cerveja que tinha em mãos. - Vamos ter que achar outro Healer. - Diria após terminar a lata e se perguntada porque. - Porque eu vou matar aquele linguarudo do Alfonse amanhã.

- Bahh, não tinha pensado nisso. Acho que nunca transei com um cara fantasiado.  - Continuava a conversa com ela. - Tinha um fardo, meu bendito pai levou, vai que fosse ser útil em uma emergência… Maldito velho.



- Acho que bebi de mais. - Sacudia a lata vazia a frente do seu rosto, a princípio respondendo o convite de Érika para um luau, fazendo com que suas palavras soassem como uma desculpa para não ir. - Já tô até ouvindo coisas… A santinha do pau oco me convidando pra uma festa e achando que dá conta de mais caras do que eu. - Deixou sua voz tornar-se um pouco agressiva e amassou a lata. - Se eu colocar algo mais curto do que isso vou preferir ir pelada, aí pelo menos não fica me incomodando. - Respondeu, afinal já estava apenas de biquíni, mas erguendo o braço para dar uma verificada concordou. - De toda forma vou querer o banho. - Saltou da areia batendo a mesma de suas nádegas. - Me mostre o caminho Mestra.


OFF: O final do post é interagindo com a Player Lilith.
Eileen
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Eleein Berwald
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Dia dos pais… Confesso ser uma data que preferia evitar, meus pais são difíceis de lidar, então eu tento manter pouco contato com eles, mas esse ano a Eileen quis fazer uma celebração para os membros da guilda, apesar de eu ter minhas desconfianças de que ela só queria a festa, mas como a maioria das pessoas tem um bom relacionamento familiar e os membros gostaram da idéia acabei organização tal evento, até porque os convites não seriam escritos sozinhos.

Apesar do trabalho que eu tive planejando e organizando a festa o esforço valeu a pena, podia ver os membros da guilda felizes e se divertindo, fui preenchida por um sentimento de felicidade e satisfação, mesmo que não tivéssemos laços de sangue eles eram como minha família, então vê-los tão alegres também me deixava contente. - Não fiquem tão animados, vocês vão ter que farmar 1 núcleo rank A por cada copo de bebida nessa festa. - Falei sério enquanto dava a bronca após o brinde proposto por Eileen. E claro que a reação de espanto foi unânime, eu não me aguentei e comecei a rir usando a mão para cobrir a boca. De alguma forma implicar com os membros se tornou um hobby. "Eu adoro isso." Claro que eu não seria tão malvada a esse ponto, só quis me divertir um pouco fazendo piada.

- Érica Hwarin! Que tipo de anfitriã organiza uma confraternização e não recebe os convidados, principalmente quando se trata de seus pais ainda mais nessa data, francamente, não foi essa a educação que eu lhe dei. - A voz carregada de insatisfação soava como um raio caindo logo atrás de mim, fazendo um calafrio horripilante percorrer meu corpo. - Olá mãe é que vocês demoraram e... - Virei o rosto por cima do ombro com um sorriso sem graça nos lábios tentando justificar, afinal minha mãe é daquelas que demoram horas para se arrumar e sempre chega atrasada nos eventos. - Não quero saber de desculpas, está vendo? Ela puxou isso de você! - Claro que não adiantaria tentar justificar, afinal ela sempre quer ter razão e agora começava a dar bronca no meu pai.

- Ooooi Érica-nuna. - E o lampejo de felicidade soava alegremente a meus ouvidos. - Maninho! - Meu adorado irmão mais novo, a principal razão de eu conseguir suportar toda a severidade de meus pais, deixei o copo de suco acima da mesa e corri para dar a ele um abraço bem aberto. - Estava com tantas saudades. - Nós mantemos contato e não tem tanto tempo assim que não nos vemos, mas a saudade era grande mesmo assim. - Olha como você cresceu, está se alimentando direito? Não se esqueça de lavar as orelhas quando tomar banho, e arruma sua cama quando levantar, e a escola? Está estudando bastante? Se você tirar notas vermelhas ficarei muito zangada contigo. - Ficava muito feliz com um sorriso largo estampado na face e os olhos brilhando de admiração, começando a metralhar meu irmãozinho de perguntas querendo saber como estava a vida dele, e também me preocupo bastante com ele. - Nuuuna você parece até a mãe agindo desse jeito. - Como o típico pré adolescente ele reclamou fazendo beiço emburrado. "E-eu… Falhei…" Sentia uma estaca de aço perfurando meu coração, as piores palavras que eu poderia escutar, sendo ditas pela pessoa que eu tanto gosto… Era como se a essência da vida abandonasse meu corpo, meus ombros pesarem e abaixei a cabeça completamente desiludida. - Ei Nuna, eu vou nadar um pouco, você vem? - Em outra ocasião eu dificilmente negaria o pedido para brincar com meu irmão, mas a bad bateu forte. - Claro, só vou terminar de conversar com nossos pais e já vou, mas não vá no fun-do…- Meu irmãozinho assentiu com a cabeça e correu para o mar, e eu percebi que as palavras deles pareciam cada vez mais reais. - Me dá um copo da bebida mais forte que tiver, pode misturar tudo no copo… - Pedindo para um dos membros, já completamente depressiva minha única opção era afogar as mágoas até esquecer do que havia ocorrido hoje.

- Ótimo! Eu realmente fiquei com sede depois de ter que repreender você e seu pai. - Minha mãe aborrecida tomou o copo de minha mão. - Não mãe tem…- Óbvio que eu não consegui terminar, e o fato de eu ter tentado impedi-la só a fez virar o copo inteiro e beber num só gole. "Que Deus tenha piedade das almas das pessoas aqui presentes…" Não sabia o que esperar, nunca vi minha mãe bêbada, e se ela sóbria é sufocante, imagine sobre o efeito do álcool… - Ei querido, vamos comemorar esse dia tão especial fazendo mais um irmãozinho ou irmãzinha para nossos filhos tão amáveis? - Errrr…. "MAS O QUE!?" Eu podia esperar muitas coisas horríveis, mas isso… Minha mãe com as bochechas vermelhas se esfregando toda assanhada no meu pai, sem o menor pudor… "Acho que vou vomitar…" Como que eu não acharia isso nojento? São meus pais… - Vamos querido, não seja tão sério, você não quer me castigar por ser uma garota tão levada? - E minha vontade de desaparecer só aumentou, e… eles foram mesmo? - Me bate forte na cabeça! Rápido! É uma ordem direta da mestra da guilda!! - Exclamei desesperada a pessoa que havia me dado o copo de bebida, implorando por misericórdia, duvido que o álcool seria suficiente para apagar essa lembrança terrível de sofrimento, agonia e tormento de minha mente, preciso de algo mais extremo.

Mas no fim com meus pais longe e ocupados "celebrando o dia dos pais" eu pude aproveitar o restante da festa e brincar com meu irmãozinho no mar, mas ainda restava um alma desamparada, o irônico era justamente ser a pessoa mais festeira que conheço estár cabisbaixa em uma festa. - Que você gosta dos mais cachorros não é segredo, mas ir até a Disney só pra isso? - Brinquei com minha best tentando animá-la, mas eu podia entendê-la, não havia sido fácil para ela lidar com o pai, e agora preciso proteger a vida do healer. - Mas é uma pena você estar desanimada, sobrou um fardo cheinho de litrão. - Comentei jogando as palavras ao vento. - E a noite vai ter um luau aqui perto, cheio de caras gatos vestindo só uma sunguinha, parece que vou ter que dar conta deles sozinha, já que minha braço direito não deve querer ir por estar tão deprimida. - Continuando a me "lamentar" por ter que aproveitar a noite inteira. Se Eileen ficasse animada eu mostraria a ela o evento do luau no celular. - Ainda dá tempo de passar em casa e vestir algo mais curto. - Brincando novamente querendo reacender a chama da loira. Poderia me dar uma folga no dia seguinte e aproveitar o restante da noite com a Eileen, principalmente porque não gosto de vê-la desanimada.


Lilith
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13 Anos Atrás...

- Papai, hoje é o seu dia não é? Estou tão animado! Vamos sair pra comemorar? - - Sair pra comemorar... É uma ótima ideia! Vamos em um parque de diversão! - E assim iniciava o dia de Henry no Dia dos Pais, tanto ele quanto seu pai estavam muito animados, até por que hoje era o dia de folga do pai de Henry, quando eles acabaram de dialogar, foram rapidamente por suas roupas, fazendo uma competição besta pra ver quem botava a roupa mais rápido, porém a competição não durou muito tempo... - Parem de besteira e venham os dois me ajudar a fazer o almoço! Vocês vão sair com fome?! - ~ Não sei da onde tiram tanta animação... ~ - Ihhhhhh - (Henry e seu pai falavam juntos.)
Dias Atuais...

~ Esse dia foi incrível... ~ Voltando ao presente, Henry se encontrava deitado em sua cama, um leve sorriso no rosto, e seus olhos lacrimejando, certamente era uma emoção muito forte relembrar de seus pais, ainda mais neste dia tão especial. Não demorou muito tempo para que ele pegasse no sono novamente, e começasse a vagar por suas lembranças.

13 Anos Atrás...

Voltando ao Dias dos Pais de 13 anos atrás, agora nos encontramos meia-hora depois do almoço, onde Henry e seu pai já estavam arrumados e de pé para partir ao parque de diversão, e a mãe de Henry acabando de tomar banho. - Vamos logo mãe! - Henry teria falado com ela umas 5 vezes desde que entrou no chuveiro, mas ela não estava nem aí, continuava a tomar seu banho, e fazia questão de ser o mais lento possível.

Vinte minutos depois ela saia de seu quarto, arrumada e pronta para ir ao parque. - Finalmente! - Henry e seu pai falavam ao mesmo tempo. Eles estavam a caminho do parque de diversão de carro, não era tão necessário, pois poderiam ir andando, mas a mãe de Henry decidiu que iriam de carro, então eles não puderam fazer nada. Quando chegaram ao parque, Henry queria ir em todos os brinquedos sem nem ter ido em um, ele e seu pai já estavam planejando ir na montanha russa após comer bastante, e perderia quem vomitasse primeiro. Certamente aquele dia seria incrível, e Henry ia aproveitar bastante o Dia dos Pais, com seu pai.
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Naquele dia eu havia acordado relativamente cedo, mas não estava tão interessada em me levantar e tampouco voltaria a dormir naquele instante.  Na verdade, já faziam alguns minutos que estava pensando no que faria e no que diria caso realmente resolvesse ligar para o meu progenitor. Era dia dos pais, talvez fosse só uma data comum para alguns, mas eu não poderia negar que era algo especial.

Certamente meu pai não merecia uma homenagem ou qualquer coisa do tipo, afinal ele nunca me dera atenção devida e por isso pouco me importava se dever fazer algo. Não que eu o odiasse por causa disso, porém também não tinha alguma opinião positiva a respeito dele. A situação da minha mãe era totalmente diferente enquanto ele se concentrava em obrigar Sarah a seguir seus passos, ela me fazia companhia praticamente em todos os momentos sendo minha grande amiga.

Por muito tempo eu não consegui perceber isso e apesar de retribuir o carinho que ela me deu naquela época estava muito focada no meu pai. Foram anos tentando chamar a atenção dele, mas não obtive nenhum resultado positivo e por isso aos poucos fui desistindo de tudo isso. A primeira vez que percebi que não conseguiria foi quando tinha 10 anos de idade e eu me lembro bem disso já que justamente era dia dos pais também.

Eu estava feliz naquela manhã, queria que aquele dia fosse diferente dos anos anteriores onde finalmente conseguiria fazer algo especial para o meu pai. Na noite anterior tinha avisado no jantar que teríamos uma apresentação diferente na escola e queria que todos estivessem lá, principalmente ele. Apesar de somente minha mãe responder ainda acreditava que ele iria aparecer e isso era um combustível a mais para ficar animada com aquilo.

Estava fazendo aulas de canto e isso estava sendo produtivo para mim, assim queria que ele ficasse orgulhoso pelo meu avanço na música. Fui mais cedo para a escola naquele dia, todos estavam focados na apresentação que seria no final do dia já que os preparativos eram muitos.  Eu seria uma das últimas e cada minuto que se passava era uma eternidade devido a minha ansiedade, mal podia esperar para ver a todos sentados na plateia me vendo cantar.

Quando a hora finalmente chegou podia ver as cadeiras separadas para os pais serem preenchidas uma a uma até que o lugar se enchesse. Mas, ninguém havia chegado para me ver ainda e com isso começava a ter um pouco de desespero misturado com a tristeza. Não havia feito nada de errado e tinha repetido diversas vezes o horário que o evento iria começar, então inicialmente me agarrei na possibilidade de ter acontecido algo.

As apresentações iam passando e o meu desespero só aumentava, nesse momento a hora voava como nunca sendo muito diferente de antes. Me acalmei e até mesmo sorri ao ver minha mãe passando pela porta, acenei em sua direção buscando fazê-la me ver no palco escondida entre as cortinas. Esperei por mais algum tempo, não acreditei que somente ela tinha aparecido e meu pai juntamente de Sarah não, todavia a verdade era essa eu querendo ou não. Mesmo feliz ainda estava tremendamente decepcionada, afinal havia me preparado muito para tornar aquele dia especial para ele.

Não chorei até o final da apresentação e fui forte até onde consegui, mas no fim desabei na volta para casa ainda mais porque era apenas uma criança. A decepção era ainda maior quando descobri o motivo dele não ter ido à apresentação, meu pai preferiu ficar ensinado Sarah como fazia todos os dias ao invés de aproveitar seu dia especial.

Sem nem perceber havia adormecido novamente por algum tempo, despertei com Sarah entrando em meu quarto e perguntando se iria ligar para o nosso pai mais tarde. Ainda não era dia dos pais em Los Angeles devido a diferença do fuso horário - Agora estou responderia sua primeira pergunta com um sorriso, em seguida olharia para o celular vendo que horas eram - Eu vou ligar sim Sarah, mas não para ele diria. Faria diferente dessa vez - Vou agradecer a mamãe por tudo o que ela fez pela gente estaria um tanto emocionada nesse momento.

Mais tarde nesse mesmo dia pegaria o meu celular e discaria o número da minha mãe, a cada segundo ficava um tanto mais ansiosa - Alô? Mamãe? diria inicialmente - Como você está? perguntaria em seguida. Ouvia suas palavras com um sorriso no rosto, eu estava sim com saudades dela - Te liguei pra dizer que eu te amo muito não conseguiria conter as lágrimas - E também que sem a senhora do meu lado eu não seria quem sou hoje, muito obrigada diria em seguida - Feliz dia dos pais! Pra quem foi mãe e pai ao mesmo tempo finalizaria ainda chorando bastante.

Vincent
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THE GOD FATHER

1° Lição
Seja um bom pai

Fui criado pelas ruas e nunca conheci meus pais de verdade, a única coisa que mais se aproximava a um pai era...

EI, BORA! – Bruce colocava uns óculos escuros. – Pra onde? – Perguntei, em resposta ele sorriu. – Comer #$ de curioso. – Aquele maldito sempre me pegava em suas pegadinhas. – Deixa de perguntas e me acompanha. É aqui onde tu vai treinar, a partir de hoje quero que tu faça 100 flexões, 100 agachamentos, 100 abdominais e corra 10km todos os dias a partir de hoje. – Ele queria me matar. – Achou muito? Eu fazia era mais, então deixa de reclamar. – Eu nem sequer falei algo. - Isso aqui é um treinamento de responsa, um monge careca que criou. Hoje em dia ele tá com muita muier. – Não demorava muito até que várias beldades saíssem dos quintos dos infernos para falar com o meu mestre, ele dava uma conferida no hálito e despedia-se. – Opa, chegou minha hora. Faz isso aí o dia todo, mais tarde venho ver o mal.

- Cretino! Um dia vou te superar! – Começava a realizar arduamente o treinamento, fazia uma série de repetições que nem um condenado. O parque anoitecia e eu caia duro – não nesse sentido que tu tá pensando – no chão, meus pulmões sofriam e minha garganta estava seca. – Como se aquele maldito fosse realmente aparecer pra ver se estou treinando. Deve ser umas meia-noite e ele deve tá se divertindo com aqueles piteuzinhos. – Antes que socasse o chão, outra mão segurava-me a minha. – Vejo que treinou, hein? – Dava-me um cascudo. – Idiota, eu falei 100, não 200. Esse negócio de 200 pode até dá cadeia, mas deixa para outra conversa. Bora! – Eu não podia cair de novo, então fiquei calado. – Não ficou curioso, hein? Mas vamos ali, se levanta logo!

Não sabia para onde aquele maldito estava me levando, e como ele sabia que fiz o dobro do treinamento? – Pera, mas isso é... – Bruce sentava-se no banquinho de uma barraca. – Senta aí. Pode pedir o que quiser. Chefe, o de sempre. – Não tinha como uma barraca está funcionado naquela hora da noite e... De alguma forma, ele se preocupava comigo. – O mais caro aí, chefe! – O cozinheiro começava a rir. – Não vejo você trazer amigo para cá, Bruce! HAHAHAHA! É pra já! – Bruce pegava-me na gola. – Seu maldito, estou quebrado. Aquelas gracinhas gastam o olho da cara e teve o poker. – Resmungava. – Então foi por isso que tu voltou, hãn? – Indagava. – Que cara feia é essa? Um aprendiz não deve falar desse jeito comigo. – Começávamos a discutir e o cozinheiro morria de rir. Podia ser meio conturbado as vezes, mas eu gostava disso.
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[Evento] The God Father - Página 2 UlXqh8d




Evento - The God Father




Recompensas


Estão elegíveis para receber a recompensa de 5 PP's e alterarem a história descrita na ficha, de acordo com o narrado no evento:


  • Yami
  • Nagashi
  • Henry
  • Jin Miao
  • Tidus
  • Bijin
  • Visastre
  • Deep
  • Pepe
  • Kekzy
  • Alipheese
  • Takamoto
  • Eileen
  • Lilith
  • Faktor
  • Vincent
  • Blum


Agradecemos a participação de todos e convidamos quem não postou neste evento para participar de nosso próximo evento, a ocorrer ainda neste mês! Até breve!





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