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Oh my...

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17/7/2020, 12:35
Relembrando a primeira mensagem :





Aventura

Aqui ocorrerá a aventura do Caçadoras Eileen Berwald e Érica Hwarin, a qual não possui narrador definido.

Reme
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Oh my... - Página 5 TBO2FBd

16/4/2021, 18:01



- Não!! NÃO!!! - ainda não era o suficiente, era isso que a mente de Eileen, ainda que turva, gritava. Sentia seu sangue pulsar em suas pernas, braços e na cabeça e isso para ela devia ser o suficientes. - Onde ele pensa… - sentiu a irritação fazer seu sangue pulsar ainda mais. Novamente aquela víbora traiçoeira estava a ignorando. A visão, provavelmente embaçada, teria levado instante a mais para perceber o motivo. - Magrela? - os pensamentos fluíam por leitos confusos, talvez mesmo desconexos, apenas pedaços de raciocínio.

Todavia a verdade era que entre esses raciocínios confusos ela já estava a se mover, ou ao menos esta era a intenção do seu corpo. Não havia exatamente um motivo, ela simplesmente havia dado aquele passo em direção ao boss que avançava para Erika. Era um ato irracional, havia conhecido a jovem ainda naquele dia, haviam apenas se tombado e interagido devido a personalidade completamente invasiva de Eileen. Era irracional, pois a jovem magrela de aparência frágil era uma B, muito mais forte que ela própria. Irracional porque "brigaram" por coisas idiotas e fizeram promessas uma a outra mesmo tendo apenas se esbarrado. "Farei itens para você." Disse ela ao mesmo tempo que empurrava a função de modelo para a loira. Eileen gostou disso, deste ímpeto e daquela coragem de empurrar algo para si. Era irracional, mas achou aquilo corajoso. "Farei uma guilda" ela disse e assim Eileen simplesmente havia decidido que estaria junto. Porque? Nem mesmo ela entendia, tal como não entendia porque estava correndo contra o boss mesmo antes de ter entendido o que estava acontecendo.

- NÃO OUSE… - ter-se-ia movido para o lado do boss, acompanhando-o em seu avanço. Correndo próxima a pata traseira. - ...TOCAR… - estando a esquerda do monstro travou seu próprio pé esquerdo no chão, deixando que a perna flexionar-se antes de saltar de encontro ao pé traseiro esquerdo. Seu braço esquerdo ganhando o brilho dourado e irresponsável de sua skill. …NELAAAA! - Rugiu descendo o braço em um cruzado descendente em direção ao pé do boss com a execução de Brüllender Löwe.

Um golpe que era o equivalente a um moribundo se agarrando ao pé do agressor. Um ato de teimosia de alguém que se negava a permitir que a outra parte agisse como queria, um ato impensado quando a eficiência, mas ainda assim realizado. Meio segundo? Um segundo? Menos que isso? A distância de um dedo? Não importava para ela nesse momento, contanto que isso desse a Erika esse instante a mais.



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Eileen
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19/4/2021, 21:10

- Hunpff! - Estava excessivamente  confiante a ponto de esboçar um  pequeno sorriso  presunçoso  no canto enquanto enquanto a frieza em meus olhos verdes enxergavam o boss como uma grande almofada de alfinetes.  Tomada pela raiva, arrogância e egoísmo estava tão convencida de que meus ataques poderiam devastar o basilisco de forma que nem me abalava com o pilar se despedaçando atras de mim, na verdade fiquei contente, em meu interior parecia  acender uma pequena chama de crueldade , sendo algo  quase prazeroso, por ver o tormento daquela criatura hedionda que fez minha raiva arder.

E então, uma loira inconsequente que eu mal podia acreditar em sua capacidade em permanecer de pé se atirava de forma bastante inconsequente no monstro maior do que nós duas juntas, o grito de Eileen alcançava meus ouvidos, me libertando do mundo onde somente existia a presa a ser abatida na minha frente,  meus olhos ficavam totalmente abertos devido a surpresa e outra vez recebia toneladas de informações  a respeito do cenário  e do estado de meus companheiros, mesmo que o tempo todo eles estivessem ali na minha frente a fúria  me fazia enxergar somente o que eu queria ver. "Eu não estou sozinha afinal." Voltava a sorrir convicta da vitória contra a basilisco, mas desta sem qualquer arrogância em meu  semblante, era como se uma lufada calorosa houvesse caido sobre mim, matendo meu olhar verdejante totalmente direcionado ao boss.

"Você consegue." Me permitia confiar em Eileen para que seu esforço pudesse ser incômodo  o suficiente  para fazer com que o réptil  gigantesca  tentasse de alguma maneira se livrar do aperto, talvez se debatendo ou mordendo a loira. Nesse momento eu fugiria da minha zona de conforto tentando algo novo que nem mesmo sei dizer se irá  funcionar, canalizaria minha mana em ambas as mãos para criar lâminas  mágicas ou o mais próximo disso devido  as distorções da mana provocadas pelo buff ativado. Minha ação seria a mesma independente  do Boss tentar ou não  se livrar de Eileen, mas com a distração da loira sendo bem sucedida provavelmente  meus ataques  teriam maior impacto, comigo a lâmina  da mão  esquerda visando acertar a cabeça do boss para  que o impacto  do golpe possa deixá-lo brevemente  desnorteado, o segundo ataque seria feito logo em seguida comigo jogando a lâmina  direita mirando no topo da coxa segurada por Eileen, acreditando que assim poderiamos atrasar o deslocamento do basilisco.

Após  ter arremessado a lâmina da mão esquerda imediatamente  começaria a canalizar outra adaga mágica para arremessar, tomando a mesma estratégia  com a outra mão. Meu coração batia acelarado, a adrenalina me obrigava a lutar contra a ansiedade, meus instintos  me diziam para atacar, atacar e atacar desesperadamente, mas eu não  faria isso, arremessaria  em sucessão  diversas lâminas mágicas no basilisco, mas não de qualquer jeito, iria mirar principalmente  na região entre o pescoço e ambos os ombros da criatua na tentativa de retardar seu avanço.

- Alduin! Leve a Meg para fora da dungeon. - Dizia praticamente gritando para conseguir a atenção do healer, se antes eu estava cega de raiva, agora conseguia enxergar muito bem o estado de meus companheiros e entre eles Meg era quem precisava de ajuda urgente. - AGORA! Ela não tem tempo para discussões.  - Teria de extravasar minha raiva gritando com todo o ar que conseguisse reunir naquele ínfimo instante, afinal o pior parecia estar prestes a acontecer se Meg não receber atendimento médico e meus ataques não manteriam o boss ocupado para sempre.

Devido ao estado do basilisco eu não  acreditava que ele fosse tentar recuar, por isso me focaria em atrasá-lo, comigo evitando também retroceder, somente quando o basilisco estivesse próximo  suficiente para o réptil  conseguir me me atacar seja com mordidas, arranhões ou golpes com a cauda, afinal eu não tinha espaço para fugir.

Mas se por acaso o boss fizesse menção de se enrolar sobre o próprio corpo novamente. - Você não  vai mesmo! - Eu dificilmente sairia ilesa caso ele tentasse me esmagar com um ataque rolante ou disparando a torrente de espinhos, medo e preocupação seriam utilizados como combustível para me fazer agir, arremessando as duas lâminas mágicas visando acertar a barriga do boss no momento que ele fosse se enrolar.

Fugir não era uma opção, então so me restava a ofensiva. "Sete."  Eu tinha um plano. "Oito." Mas não posso garantir sua eficácia.  "Nove" Mas assim como acreditava no esforço de meus companheiros eu precisava ter fé nessa  abordagem. Tentaria alcançar o décimo  disparo atacando com "duas armas" ao invés de uma e isso somado aos ataques anteriores na intenção  de atingir o ápice  antes que o basilisco pudesse me golpear.

Comigo conseguindo atingir a numeração desejada iria forjar o maior arco mágico  que conseguisse  abusando do fluxo exorbitante de mana e assim puxaria a "corda" com a mão livre. - Dez. - Iria firmar os pés no chão descartando qualquer idéia de recuar, fixando o olhar penetrante na criatura na minha frente, meu semblante estaria a refletir toda confiança depositada naquele ataque, e assim soltaria a flecha para acertar entre os olhos do boss, aceitando o desfecho o de tal ato, sendo bom ou ruim.


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Oh my... - Página 5 TE5SNtG
20/4/2021, 13:22
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Não havia muito o que se fazer aquele ponto com o líder da expedição desacordado devido ao uso excessivo de sua mana, tal qual Alduin, que não conseguia ouvir os gritos da arqueira, agora que seu corpo  desfalecia sobre o corpo da pequena reaper, de modo que não dava para saber se ele havia fechado  o ferimento ou não. Talvez o ato de cobrir o corpo fosse um indicador de que havia algo a ser protegido ou só a consequência de  tentar concertar um erro irreparável até que sua mana se exaurisse.

As duas únicas pessoas que ainda estavam em condicoes de lutar se esforcaram, a começar de Eillen,  que mesmo não estando em mais em condições de se mover, correu  no encalço  do basilisco, gritando sua força de vontade a  puros pulmões, movida única e exclusivamente por sua vontade de ferro em não ceder para o inimigo, caindo sobre uma das patas traseiras durante o movimento do ofídeo, o que,  por conta do posicionamento em que o pé estava, a força do golpe foi o suficiente para quebrar a para traseira da criatura, infelizmente sobravam não apenas 3, mas 7 delas, atrapalhando muito pouco ou nada a investida do lagarto, no entanto a dor que a guerreira sentira logo em seguida foi cruel.

Uma das que haviam sobrado deu um coice que   acertou o corpo da  guerreira e a jogou contra  uma das pilastras, o golpe na cabeça foi o suficiente para  desmaiar Eillen na hora, seu corpo agora jazia aos pés da rocha negra, com uma poça de sangue se formando.

Apesar de aparentemente um esforço inútil,  atitude da loira pareceu tocar o coração da arqueira e lhe dar a coragem necessária para enfrentar o monstro de uma forma nuca vista antes e, com sua  combinação mortal, a criatura parecia tomar danos  consideráveis, que perfuração eu corpo imenso e cortavam suas escamas espessas, embora ainda não fossem o suficiente para parar sua marcha, cedendo apenas quando estava prestes a abocanhar a arqueira, engolindo, ao invés do corpo esguio da caçadora, uma flecha de mana que atravessou por inteiro a criatura, dando fim a sua existência.

A exaustão a alcançou logo em seguida, seu corpo tombando diante do esforço que excedia sua capacidade, mas agora existia um outro problema.

A dungeon tremeu logo em seguida, sinalizando que o portal se fecharia em uma hora e, apesar da caçadora contar com uma força maior do que a de um ser humano normal seu corpo frágil só aguentaria carregar tropegamente um deles durante todo o trajeto para fora daquele lugar, demorando entre 20-30 minutos dependendo de qual corpo quisesse carregar, podendo fazer esse mesmo trajeto em menos tempo que isso caso estivesse sozinha.

Do lado de fora, ela encontraria o resto da guilda que a havia contratado, junto da equipe de mineração e alguns associados que faziam a patrulha do local.

Ou podia simplesmente ceder ao cansaço...
Aron Tinuviel
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20/4/2021, 15:07
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Æther

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22/4/2021, 17:18

Quando a carcaça da criatura esfaleceu sem forças  minha frente foi também o momento em que todo o peso do cansaço caiu em cima de meus ombros, era um enorme alívio finalmente me permiti soltar um longo suspiro com os olhos fechados apreciando a breve sensação de vitória enquanto  puxava o elastico libertando os cabelos platinados.

A fadiga corporal intensificava a dor de que sentia graças a Eileen ter sido violentamente arremessada contra mim, me agachava na tentativa de tornar mais suportavel tais sensações angustiantes.  "Então isso é ser uma caçadora? É mais aterrorizante  do que eu imaginava." Meus olhos  entreabertos fitavam o basilisco caído, não  havia qualquer  chance dele parecer intimidador agora, porém agora sem a frenesi do combate eu agora conseguia organizar os pensamentos de forma clara. - Onde quer que você  esteja, você não venceu ainda. - Dizia com minha atenção  voltada para o basilisco, era óbvio que ele não poderia me escutar mas essas palavras  me ajudavam a manter a vontade de lutar e viver. "Sem nada a perder, ele quis nos afundar." Essa perceção  era o que mais me preocupava, um monstro  encurralado tendo percebido sua derrota utilizava seus ultimos esforços para incapacitar todos ao seu redor. "Não sei se posso lidar sempre com isso." A primeira dungeon havia sido excessivamente  trabalhosa, e mesmo com a derrota do boss precisamos nos retirar em segurança, contudo basta apenas olhar ao redor e perceber que essa tarefa é impossivel para o restante do time.

Primeiro de tudo apanharia meu celular torcendo para que ele ainda estivesse funcionando pois eu planejo criar um cronômetro com 4 minutos. Em seguida fecharia novamente os olhos inspirando profundamente para deixar o ar sair bem devagar pela boca. Precisava de tempo para descansar e planejar nossa fuga, tendo o tempo como o novo obstáculo  a ser superado eu não me deixava cair em desespero e acabar fazendo uma gigantesca estupidez por agir sem pensar, talvez a espontaneidade funcione para outras pessoas mas não para mim.

Precisava limpar a mente, não me focar no óbvio problema causado pela falta de tempo mas sim em uma maneira de solucioná-lo, esses quatro minutos também  seriam muito bem utilizados para que eu consiga  normalizar a respiração ofegante além de dimuir o fluxo de mana  que havia sido compulsivamente utilizada durante o abate do boss, comigo mantendo a frequência ao respirar devagar. A primeira idéia  que tive foi a de arrastar todos pelos  pulsos, porém arrastar pessoas no chão da dungeon não é exatamente uma forma cuidadosa de lidar com indivíduos  desacordados, e também nem sei se chegaria até o portal a tempo carregando quatro pessoas de uma só  vez. Poderia colocar um cada ombro contudo novamente havia a limitação  dos minutos escassos, me fazendo crer que não conseguiria atravessar  a dungeon mais de uma vez carregando dois corpos.

"Pensa pensa pensa…" As idéias mais óbvias e diretas tidas por mim claramente possuíam inúmeros fatores que indicavam o fracasso, na melhor das hipóteses  conseguiria salvar um ou dois, e certamente eu não conseguiria dormir a noite sabendo que abandonei as pessoas responsaveis por me manter a salvo nessa dungeon. Começaria a reviver rapidamente em minhas memórias toda a trajetória da equipe até o salão do boss, tentando montar um mapa da dungeon na minha cabeça enquanto buscava por algum elemento que pudesse me ajudar a remover todos em segurança dentro dos minutos restantes.

- É isso! - Abria os olhos os olhos empolgada pela idéia surgida em minha mente, a empolgação me fazia sorrir animada e cerrar os punhos comigo apostando todas as fichas nessa possibilidade. Assim teria gastado os quatros minutos no cronômetro desacansanso, porem se estivesse sem o celular apenas ficaria o tempo necessário para retomar o folego e estabilizar o fluxo de mana em meu corpo.

Então começaria  a correr visando atravessar a dungeon  até  alcançar o portal  sem levar ninguém comigo, contudo  eu tentaria  otimizar meu deslocamento principalmente no meio e inicio da caverna onde o terreno é mais aberto, buscando por desvios, atalhos, caminhos alternativo  que pudesse fazer para economizar preciosos segundos, tentando encontrar frestas que meu corpo esguio conseguisse atravessar, e também iria disparar flechas mágicas contra as paredes da dungeon se conseguisse distinguir sua espessura na tentativa de criar um grande buraco na parede que me possibilitasse cortar caminho e talvez assim seja possivel reduzir alguns minutos de deslocamento. Tambem manteria o ritmo alto da corrida, mas sem gastar toda a energia numa explosão de velocidade pois precisava manter a constância e otimizar o fôlego que havia recuperado nos minutos de descanso.

Ao pisar fora da dungeon a primeira coisa a ser feita seria procurar por um carrinho utilizado pela equipe de mineração  no transporte dos cristais, optando por um carrinho vazio mas não  pensaria duas vezes se fosse necessário empurrá-lo para derrubar todo o loot, também escolheria  um carrinho grande  o suficiente  para comportar duas ou tres pessoas sentadas, ou então  apanharia dois carrinhos pequenos.

- Tem quatro pessoas inconscientes no interior da dungeon, elas ainda é possível salvá-las.  - Diria um tanto exasperada para quem desejasse ouvir como forma de justificar toda minha pressa e o motivo de eu não parar nem mesmo para conversar, afinal durante essa fala eu estaria me deslocando atras do carrinho. - Corda corda corda. - Precisava de algo resistente para amarrar o carrinho acreditando ser capaz de impedir que meus companheiros acabem caindo  do carrinho durante a corrida, cordas ou faixas não  teria tempo de escolher. Porem se houvesse pego dois carrinhos iria amarrá-los um lado do outro fazendo um laço, acreditado que receberia ajuda ao menos para amarrá-los pois assim acredito que terei  maior estabilidade para empurrar os dois.

Se conseguisse identificar a força de um caçador nas pessoas ali presentes, seja da própria  equipe de coleta ou dos indivíduos  que estivesse vigiando o perímetro.  - Algum de vocês  consegue buffar minha resistência? - Diria deslocando meu olhar na direção de cada caçador que conseguisse identificar. - Velocidade ou força? - Eu não pedia que ninguem adentrasse comigo na dungeon prestes a fechar, afinal não acho que alguém teria tamanha insensatez, porém  eu clamava para que alguém pudesse tornar minha tarefa mais fácil sem se colocar em risco. - Por favor. - Fixaria meu olhar obstinado em alguém que demonstrasse estar receoso em me buffar, tentando convencê-lo com a convicção reluzida em minhas orbes verdejantes.

Com ou sem buff iria empurrar o carrinho junto da corda de volta para o interior da dungeon ignorando qualquer um que tentasse impedir meu retorno. Apesar de não pedir ajuda diretamente eu não recusaria se algum caçador se oferecesse para me acompanhar com o objetivo de salvar meus colegas de time, aproveitando  para guiar os possíveis voluntários no trajeto otimizado que eu poderia ter encontrado ou criado durante a corrida.

Se chegasse até  o salão do boss. - Vão continuar  dormindo por quanto tempo!? - Gritaria tentando acordá-los, talvez o tempo de eu ir e vir do portal fosse suficiente para fazer algum dos 4 recobrar a consciência, mas não  contaria com isso. Empurrando o carrinho eu iria carregá-los colocando 1 em cima de cada ombro e o colocando no interior do carrinho me certificando apenas de manter suas cabeças para fora pois não havia qualquer possibilidade de oferecer conforto para eles. Se os núcleos  das serpentes e basilisco estivessem facil de alcançar eu simplesmente os apanharia jogando por cima do ombro na direção do carrinho, sim eu sei, me preocupar com loot agora é muita estupidez, mas, aqueles núcleos poderiam dar a origem a tantos itens incriveis… Parte de mim morreria  se eu ao menos não tentasse levá-los, porém  a prioridade ainda seria salvar os 4 desacordados. E… Assim… Se por acaso  houver parte do couro do basilisco se desprendendo eu me atreveria a puxá-lo, eu disse que faria uma bolsa com ele, não disse? Então… Era uma lembrança que eu gostaria de guardar da minha primeira dungeon.

Conseguindo colocar os 4 colegas de time no carrinho eu o amarraria com a corda, passando-a tres vezes por baixo do carrinho e fazendo um nó apertado, se conseguisse um gemido de dor durante o nó apertado iria escutá-lo como algo positivo indicando que o "cinto de segurança " estava firme.  

Por fim  restaria apenas empurrar o carrinho a todo vapor buscando fugir da dungeon prestes a ser fechada permanentemente, se alguem ali estivesse  acordado com certeza precisaria tomar remédio para enjoo pois o objetivo seria escapar e não uma viagem turística, comigo passando por cima de pequenos pedregulhos, terreno desnivelado desde que fosse economizar tempo, as curvas seriam feitas comigo  simplesmente virando o carrinho sem reduzir a velocidadade, usando a sola dos sapatos como freio e assim poder fazer a curva  com o carrinho deslizando lateralmente e logo retomar aceleração da corrida sem perder tempo. "Deviam me chamar de drit king." Meu olhar irradiava um brilho presunçoso durante as manobras audaciosas. Se com a dungeon se fechando ela começasse  a desmoronar eu iria soltar brevemente o carrinho  para atirar em possiveis pedras que fossem obstruir a passagem, mas se tais objetos não  fossem grandes eu simplesmente desviaria deles.

Quando pudesse visualizar o brilho do portal iria me preencher de ânimo, era literalmente a luz no fim do túnel indicando que tanto  esforço  havia válido a pena e que toda a angústia  estava prestes a ser encerrada, obrigaria minhas pernas a correrem mais e mais rápido usando toda a força  nos braços  para empurrar o carrinho e assim cruzar o portal com toda a velocidade que me fosse possível. "Só espero que não tenha ninguém na frente." Pois eu dificilmente  conseguiria freiar a tempo de atropelar alguém pois minhas forças estariam se esgotando, comigo obrigando meu corpo a se mover independente  da dor e cansaço extrapolando os limites de segurança do corpo.

E… No pior dos casos, se não  houvesse carrinho ou ajuda… É difícil… Muito difícil… Doeria mais do que qualquer flechada, pesaria mais do que carregar  dez pessoas… Não pensaria… Deixaria  meu corpo se deslocar sozinho apanhando Eileen no colo e começaria a correr  com a loira em meus braços, deixando para trás  uma cascata de lágrimas junto daquelas três pessoas que não mereciam esse destino….


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Última edição por Lilith em 23/4/2021, 16:55, editado 2 vez(es)
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Æther

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23/4/2021, 13:49


- Eu não quero… - Resmungos poderiam ser ouvidos. Quanto tempo havia se passado? Muito? Pouco? Alguém estaria a ouvir? Seria bom se estivesse, pois essas poderiam ser provas cabais para conseguir favores futuros de Eileen. - Eu quero o rosa. - Os resmungos teriam continuado. - Com pompons. - Um sonho esquisito. - Não quero o couro. Gosto de rosa. - esquisitos e propensos a destruir a persona durona que ela aparentava ser.

Todavia os sonhos confusos e delirantes de alguém em colapso poderiam mesmo ser concisos e lineares?

- Eu não vou vestir isso. - Não Erika, eu não.. - as palavras se perdiam em resmungos incompreensíveis. - Sem babados. - Provavelmente o futuro tinha vindo a atormentar em seus sonhos confusos, um futuro onde Erika estava lhe usando como modelo e ela se via obrigada a experimentar e posar com os mais diversos e variados tipos de roupas, ou melhor, equipamentos de batalha para Portais, embora para ela os mesmos eram vistosos de mais.

- O buraco… - Novamente havia mudado. - Hnmm, fundo. - Um sonho preocupante e talvez assustador. - Assim você …. Hnmm… mata… - Antes que vocês pensem bobagem… O possível chacoalhar a fazia pensar em uma pilotagem deveras agressiva em uma estrada secundária muito esburacada, certo? Esse era um sonho completamente inocente.

- É meu… Eu vi primeiro. -Suas mãos por reflexo agarravam-se em algo, não querendo soltar, afinal… Era dela não era? Eileen também tinha direito a ser infantil e egoísta.

- Hahahaha. - ria um riso fraco. - Eu sou rank S, hahaha. - Seguida de seus devaneios de poder. - Eu dou um autografo, hehe. -... - Não vou assinar tua bunda… Não… Nada na bunda. .

>><<

Se viesse a acordar abriria os olhos lentamente, tentando perceber se os arredores estavam claros, mas logo voltando a fechar os olhos concentrando-se apenas em ouvir os arredores e também a sentir o seu corpo. - E eu nem bebi. - Reclamaria da ressaca sem álcool.
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28/4/2021, 14:40
Oh My...
Seu descanso merecido fora o suficiente para trazer a clareza de pensamentos e auto-controle que seriam necessários para a dura missão que estava para executar e, sem se importar consigo, correu em desespero pela dungeon, ganhando preciosos minutos durante seu caminho de retorno ao mundo mortal, avançando por entre os rochedos afiados como uma flecha, abrindo caminho à força se assim fosse necessário.

Quando finalmente sua figura despontou do lado de fora do portal, a equipe estava toda pronta para dar suporte, mas não se moveram nem mesmo um segundo, diante da histeria da prateada, que conseguiu encontrar um grande carrinho abarrotado de núcleos, que ela não teve o menor cuidado ao despejar seu conteúdo no chão, agindo como uma louca desvairada.

De longe, o comando da operação parecia acompanhar o movimento da caçadora com um gesto de mão que parecia ser o responsável por conter os demais integrantes do grupo, seus olhos vermelhos estavam atentos a movimentação da garota e de seus lábios finos uma única frase fora o suficiente para justificar sua inércia.

Essa é uma importante lição também... — Comentou um pouco antes da arqueira desaparecer no portal com um carrinho cheio de cordas para atar seus aliados. — ...Podem prosseguir com a extração da carcaça — Ele colocou os óculos e deu de costas, rumando em direção ao automóvel que o aguardava.

Sem precisar de mais nenhuma palavra, um grupo de membros que faziam a extração das carcaças de monstros, que aquela altura já acumulavam uma pilha de ofídios e mamíferos voadores ás suas costas, seguiram em direção ao portal.

Dentro dele, a caçadora batia o recorde de velocidade para conseguir salvar seus companheiros. Houve muitos murmúrios por parte dos que estavam desacordados, mas para o alívio da caçadora, Meg não parecia estar mais sangrando, embora seu corpo também não parecesse exatamente vivo, nem mesmo respondendo à forma brusca em que fora colocada no carrinho. Alduin e Ouki estavam com seus olhos semicerrados e balbuciaram algumas palavras meio desconexas que pareciam agradecimentos ou xingamentos, mas isso não fora o suficiente para que impedisse o pequeno corpo da caçadora de continuar com sua missão de salvamento.

Eileen por sua vez estava delirando a plenos pulmões, contando segredos mais que suficientes para que Érika se aproveitasse deles mais tarde.

Quando finalmente havia conseguido colocar todos em sua não tão confortável carruagem, galopou de forma selvagem para a saída, derrapando e tremendo o equipamento que muito bem poderia ter perdido anos de durabilidade com aquela tarefa ingrata. No caminho se deparou com o grupo que estava indo em direção ao salão do boss para recolher a carcaça, lamentando não ter tido tempo de recolher o couro do monstro, embora não tivesse direito ao souvenir de qualquer forma, já que não eram seus.

Do lado de fora, as equipes médicas entraram em ação imediatamente, atendendo especialmente Meg, que saiu com uma máscara de oxigênio em uma ambulância direto para emergência segundo os médicos.

Eileen fora a primeira a acordar, talvez pela vitalidade que sua classe possuía naturalmente e tinha uma leve lembrança de ter falado coisas que não devia, estava em uma maca, ainda incapacitada de se mover, com um médico que também era um healer de rank baixo fazendo os primeiros socorros, ao seu lado, Érika estava sentada tendo uma enfermeira colocando a luz em suas pálpebras para checar se havia alguma concussão séria.

Ei! Sua maluca! — Gritou alguém, que se aproximava com o rosto vermelho. — Você tem noção do quanto poderia ter danificado os cristais de mana? Aquela merda podia ter inclusive explodido! E iam descontar do meu salário — O homem tinha braços fortes e um corpo gigante, com um rosto enrugado, provavelmente das intempéries da vida.

Ele estava prestes a fazer mais alguma reclamação quando a enfermeira voltou-se para ele com um olhar de fúria e ele pareceu se acalmar.

Olha moça meu trabalho não é fácil, não é só porque a gente não pode sair por aí matando monstros que não quer dizer que nosso trabalho não seja importante! — Ele continuou a reclamar, dessa vez mais contido, embora ainda desse para notar sua indignação. — Pra senhora entender, eu trouxe um livro! — Ele deixou um livro intitulado "Mineração para Idiotas" do lado da cadeira da arqueira e saiu com certo pavor, ao encontrar o olhar da enfermeira.

Não liga pro Ha-jun! Não sobrou muita coisa pra ele fazer depois que eu me livrei daquele traste — Comentou a enfermeira. Era uma mulher corpulenta, de cor morena, aparentemente estrangeira, com lábios carnudos e mechas encaracoladas. — Bom...A senhorita parece estar em ordem, melhor tomar mais cuidado da próxima vez — Alertou.

Essa aqui não esta... — Comentou o médico, que parecia estar tendo um dia difícil curando as feridas de Eileen. — [b]...Tem poucos ossos que essa não fraturou...Vamos precisar levá-la para o hospital.

Ao redor, as equipes pareciam estar empacotando tudo para o transporte.

De onde estava, Erika podia ver um estrangeiro ao lado do que sobrara do basilisco recém extraído do portal, cuja a luz agora parecia tremeluzir e piscar, como uma estrela prestes a morrer. Provavelmente americano, dado seus olhos azuis e cabelos loiros. Sua estatura era baixa e seu corpo esguio, mas parecia conferir as carcaças dos monstros com muita avidez e interesse, anotando o que via com velocidade. Ela podia não saber, mas era um especialista em monstros contratado pela guilda para mensurar o valor de mercado do estado das carcaças encontradas. Seu nome era Jack Griphin.

Aron Tinuviel
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Æther

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5/5/2021, 16:02

"Eu devia ter batido nele com o carrinho…" Tudo que eu queria ao sair exausta da dunegon era ser recebida com uma enxurrada de esporros ditas por um sujeito totalmente egoista. "Calma Érica não vale a pena…" Precisei inspirar fundo para conter a vontade de agredir verbalmente  o minerador, e esquecer a idéia de atropelá-lo com o carrinho. "Ao menos ele calaria a boca" Não, não, eu não quis pensar nisso… Mas daria certo… Quer dizer,  é muito errado.

- Hã!? - Por alguns instantes eu fiquei incapaz de agir apenas boquiaberta encarando o livro com um semblante atonito. "Paciência tem limites…!" Rangia os dentes furiosa ao ler o titulo bem sugestivo do livro, minha vontade era puxar o mineiro pela gola e fazer ele engolir cada página do livro de uma só  vez, mas óbvio  que eu não faria isso, outra vez inspirei bastante ar mantendo a pouca calma que me restava sem perceber a força excessiva em minhas mãos que afundava a ponta dos dedos na capa do livro. - E a culpa é de quem!? - Direcionava  meus olhos verdejantes de raiva contra o sujeito insuportável . - Se você  tivesse esvaziado o carrinho antes  nada disso teria acontecido, mas o que você  ficou fazendo durante todo esse tempo!? -  Estava indignada, nem tinha tempo de dirigir o fato de quase ter ficado  presa por sabe-se la quanto tempo naquela dungeon junto dos outros, e agora era julgada por uma atitude que fiz pensando somente em salvar meus companheiros, claro que iria perder a compostura chegando a quase gritar  enquanto apontava  com o livro na  direção  do minerador.

"Esse sujeito me tirou do sério…" Suspirava na tentativa de retomar a compostura  ainda sentindo a a respiração  ofegante e desregulada junto das trêmulas.  Eu poderia ter sido, digamos, mais sútil na remoção dos núcleos  do carrinho? Bom, provavelmente  sim, mas não queria dar nenhuma razão para aquele sujeito extremamente mal educado.

Felizmente havia  uma alma gentil e caridosa que me fornecia suporte durante  em meio a tanta turbulência.  - Ah sim, você  fez muito. - Me aproximava da enfermeira fazendo questão de dizer num tom elevado para ter certeza de que o minerador ranzinza escutaria. - Você merece  alguém melhor, que não seja tão mesquinho e rude- Cruzava  os braços enfezada inclinando a cabeça  na direção do suneito falando com ele  num tom de voz sarcástico apesar de manter os olhos direcionados a doce enfermeira.

Talvez fosse o carma mas depois que cruzei os braços  destratanto o minerador. - Arghnn! - Uma fisgada dolorosa assolava meu ombro desfazendo o semblante presunçoso que eu esboçava. - O boss da dungeon me acertou uma vez, mas não parece ter deslocado ou quebrado nada. - Agora mais calma massageava a região dolorida, eu não queria parecer  forte ou algo do tipo, apenas tentava amenizar a preocupação se fosse o caso, mas a deixaria me examinar se a enfermeira julgasse necessário.

Em seguida caminharia na direção de Eileen. - Você não desiste mesmo. - Exibia um pequeno sorriso com meus grandes olhos redondos irradiando felicidade ao fitar a loira que se debatia para deixar sair da maca mesmo com o corpo coberto de ferimentos, e alguns provavelmente  agravados por minha forma completa segura e atenciosa de dirigir o carrinho, mas ninguém  precisa saber disso. - Nós vencemos. - Minhas orbes cor de esmeraldas logo ficaram marejadas, a ficha finalmente, ver a loira cheia de energia mesmo depois de tudo que passamos me preenchia de alegria, ali eu tinha certeza que o esforço para salvar  os membros da party valeu a pena, eu queria poder falar um longo discurso, pular de alegria, abraçar  ela com força, mas meu parecia tão pesado, eu finalmente podia respirar verdadeiramente relaxada, o cansaço nos ombros era enorme, e isso se misturava com alegria junto, muitos sentimentos para processar, assim apenas conseguir fechar os olhos e exibir um pequeno sorriso leve e genuinamente feliz.

- Aqui, para você  passar o tempo no hospital. - Deixava o livro com algumas marquinhas de dedos marcados na capa ao lado do corpo de Eileen, sem perder a oportunidade de brincar um pouco  com a loira hipeartiva, deixando minhas palavras serem ditas num tom bem leve e um pouquinho travesso. - Pretendo comprar  alguns núcleos para forjar equipamentos mágicos, vai querer algum? - Agora falando  mais seriamente porém  sem perder a leveza questionaria a loira desejando  se a mesma teria interesse nos itens que poderiam facilitar nossas vidas em dungeons futuras. - Certo, rosa e com coraçõeszinhos, ta anotado. - Soltava leves risadas que se tornavam mais divertidas conforme as ameaças da loira eram intensificadas.

- ..........Oo-k........ - Permanecia um bom tempo em silencio nitidamente desconcertada pela cena que a loira criava no momento de me "entregar" o dinheiro. "Porque ela é tão escandalosa?" Com as bochechas parecendo um tomate de tão vermelhas eu abaixava a cabeça evitando contato visual com qualquer pessoa que pudesse escutar os sons de carater duvidoso produzidos por Eileen.

Me afastava a passos longos a serelepes após  escutar as exigências de Eileen, mas antes de partir iria encará-la uma ultima vez acenando com a mão. - Não me deixe  esperando muito. - Sorria para ela com os olhos entreabertos desejando que Eileen pudesse se recuperar rapidamente.

Então caminharia na direção de Ouki. - Não é a melhor ocasião mas. - Eu estaria nitidamente  desconsertada quando fosse falar com o lider do grupo, desviando o olhar de um lado para outro. - Gostaria de comprar núcleos.   - Apertava a barra dos shorts com minhas  palavras soando bastante  receosas, imaginando que eu estaria o incomodando por falar de negócios  enquanto  o mago estivesse recebendo atendimento médico. - Ok! - Se Ouki disesse para eu ir até  o estrangeiro iria rapidamente acenar em afirmação com os olhos direcinados aos meus pés  e me afastaria a passos rápidos.

Quando me aproximasse do loiro esguio. - Com licença me chamo Érica e desejo comprar alguns núcleos, Ouki  me disse para falar contigo. - Agora sem tanta vergonha conseguiria manter maior fluidez em minha fala, apontando na direção do mago. - O núcleo do basilisico, ele é superior ao restante? - Perguntaria  a Jack encarando-o fixamente com os olhos atentos. "Um monstro rank C quase matou toda  a party." Não teria como esconder minha frustração se descobrisse que o núcleo do boss fosse também  de rank, principalmente considerando a diferença absuda de força  entre ele e o restante dos monstros. - Tudo bem, comprarei 4 núcleos. - Visivelmente cabisbaixa  me contentaria em adquiri os núcleos rank C, apesar de devanear com o núcleo de rank superior, mas que era impossível de adquirir. Contudo se fosse possivel daria mil vezs mais preferencência para comprar 1 núcleo B e 2 C, após ter recebido o pagamento da dungeon é claro.

- Hmmm… - Antes de me afastar ficaria observando o trabalho de Jack por alguns instantes.  - Porque faz tantas análises? Pelo que sei partes de monstro inferior a B são inuteis na fabricação de equipamentos mágicos.  - Com os dedos das mãos  entrelaçados atras do quadril eu inclinaria ligeiramente a cabeça  para o lado querendo entender o motivo de tantas anotações, talvez pudesse descobrir  algo interessante, ou simplesmente Ouki esqueceu de mencionar o rank da dungeon.

- Vão utilizar todas as partes? Se sobrar retalhos do couro ou algum pedaço eu poderia de ficar com ele? - A boa notícia  era que eu ainda poderia costurar uma bolsa com o couro do basilisco, e não me importaria de pagar uma pequena quantia por ele se o dono da dungeon for mesquinho igual certos mineradores mal educados.


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Nome: Érica Hwarin.
Classe: Assassin - Ranger.
Especialização: Artificer.
Maestrias/Perícias: Armas brancas de longo alcance, Artesanato, Forja, Núcleos, Runas.
Objetivos.:

Aumentar fama de caçadora.
Criar uma Guilda.
Ter sua própria grife de equipamentos mágicos.
Aprender: Monstrologia.


Última edição por Lilith em 6/5/2021, 17:27, editado 2 vez(es)
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Oh my... - Página 5 TE5SNtG
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- Ei Ei Ei, do que você ta falando Klaus. - Dava um nome ao Healer que a tratava. - Eu tô ótima, para de ser fresco. - Claro que nenhuma parte dela parecia querer se mexer com exceção da boca e que também o uso excessivo das suas técnicas estavam cobrando o preço em sua exaustão, mas de maneira nenhuma ela admitiria isso. -Vamos, me tira daqui e vamos beber uma. Eu pago, depois quem sabe a gente pode ir pra um lugar mais sossegado? - Provocava o curador. - Ahnn? Porque agora você tá falando o óbvio magrela? - Eileen bufou. - Eu não tinha dúvida nenhuma de que você ia derrubar aquela lagartixa. - Tentou dar os ombros, mas apenas gemeu torceu a cara em agonia pela dor, mas negou-se a deixar qualquer grunhido sair. - Vai, me ajuda a levantar daqui e vamo beber ´já que o Klaus aqui não dá conta. - Mas nesse ponto observou melhor Erika. - Ei Ei, tira essa cara de choro se não…. - Tentou virar o rosto um pouco pro outro lado. - Vou acabar chorando também.


- Como assim hospital, ei, não deixa me levarem não. - Eileen tinha medo de hospitais. - Se esses fdp me derem injeção… Vocês tão fu. Ta me ouvindo? E você também. - Sobrou ameaças até pra Erika, que pelo visto não lhe deu atenção. - Ahhh, Pow, vou querer sim. Mas nada dessas coisas cheias de frufru que você parece gostar.- EU TE MATO SE VOCÊ FIZER ISSO. - sentia todo o corpo doer para gritar, mas quem liga? - É melhor não vir de gracinhas. Aqui, no meio dos meus peitos, tem dinheiro aqui. Você tem que pegar, aparentemente não consigo me mexer ainda. - Essa última parte seria dita baixinha quase timidamente. - Mais pra direita, isso, tá esquentando, mais quente, mais quente. Esfriou, tá esfriando. - Iria guiando as mãos dela como no jogo infantil até que a jovem falasse não estar achando nada. - Hnmmm… Será que guardei no esquerdo? Não consigo sentir. - Falaria com um jeito meio debochado e então riu um pouco. - Não resisti. Tá no bolso direito. - Confessaria onde estava o dinheiro. - Se precisar de mais, pega do pagamento. - Via a alva se despedindo. - Ei Ei, com quem você acha que tá falando? Amanhã vou ta nova em folha, aliás, eiii, me liga gata. - Daria uma piscada para Erika. - Ei Klaus, dá um tapa na bunda dela por mim, de despedida, vai, anda rapaz. Porra, vai perder essa chance? - Eileen sacudia a cabeça em descrença, onde a coragem das pessoas estava indo? - Garanto que fica em casa jogando videogame. - Começaria a falar com o sujeito quando ele começasse a empurrar a marca. - Vai, eu deixo você dar uma pegadinha, eu não conto pra ninguem. - Iria provocá-lo se o visse ficando sem jeito, mas caso o mesmo tivesse se mostrado mais ousado não iria fazer esse tipo de brincadeira.

A caminho do hospital, enquanto sentia que tinha energia, Eileen não deixaria de provocar os atendentes.
>><<
Nos dias/horas seguintes, após voltar a conseguir se mexer e devido ao tédio tomaria em mãos o livro que Erika lhe havia dado. - Espero de verdade que ela não esteja me chamando de idiota… - Seus olhos se estreitaram na direção do titulo antes de bufar e começar a ler e por fim quando tivesse alta, mas ainda precisasse de algum tempo para se recuperar iria procurar alguma vaga de emprego em uma equipe de mineiração. - Acabei dando todo meu dinheiro pra ela. - Sim… Eileen estava pelada, dura, completamente falida e por tal teria se aventurado a minerar e assim consolidar seu aprendizado ao mesmo tempo que esperava seu corpo estar novamente a 100%. - É bom aquela vadia me ligar. - Acertava com força as paredes da DG para extrair os cristais.
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Nome: Eileen Berwald
Classe: Fighter
Especialização: NA
Maestrias/Perícias: Monstrologia, Rastreador, Sobrevivência, Armadilhas, Muay Thai
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Aprender Mineração para fechar o ofício.






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FichaAventuras

code by sant
14/5/2021, 13:33
Oh My...
Gritos e confusões  a parte, "Klaus" estava prestes a  denunciar a paciente por assedio, mas suportou firmemente todas as provocações de Eileen  ate o hospital, onde pode entregá-la finalmente para outra equipe e atender a próxima ocorrência.

Enquanto Eileen colocava fogo no hospital, Erika se aproximava de Jack Griphin, após ter sido indicada por um exaurido Ouki, que estava profundamente preocupado com o estado de Meg.

Ah, não! O Basilisco era Rank C! — Comentou o especialista. — Pode parecer frustrante, mas esse Basilisco, mesmo não tendo uma concentração de mana suficiente que o categorize como um Rank B, sua espécie possui uma astúcia cruel, o que o torna um monstro difícil de lidar! É uma pena que esteja tão danificado, adoraria estudá-lo um pouco mais! — Por um segundo o doutor pareceu se perder em devaneios, mas o pedido da caçadora o fizera voltar a si.

Jack chamou um dos seus assistentes, que veio com uma maleta que em sua mão parecia leve, mas assim que fora entregue a garota, ela percebeu que era necessário uma força considerável para carregá-la.

Bom...Os custos serão deduzidos do pagamento de vocês. Por fazerem parte da equipe de subjugação, obviamente terão um desconto de 20%, totalizando 16,000 G. — Ele disse, rapidamente se voltando para a carcaça, o que motivou uma pergunta da arqueira a cerca do real valor do monstro — Bom...É verdade que quando se trata de equipamentos, apenas monstros Rank B exibem um nível aceitável de aproveitamento para a fabricação de itens, mas há outras inúmeras funções para as carcaças. No meu caso, se trata de material de pesquisa. Olha... — Ele apalpou seu terno como se procurasse pela carteira, mas foi o assistente quem o salvara, dando um livro com uma capa grossa, com mais folhas que um dicionário, com o título "Almanaque das Bestas, volume 1" em letra dourada. — Apesar de não ser muito famoso, eu acho importante que vocês saibam o que podem vir a enfrentar nas dungeons. — Ao ouvir o pedido da Caçadora, ele não se incomodou em atender e, pedindo a um de seus assistentes, deu a ela um pedaço do couro do basilisco, cobrando um valor meramente simbólico para justificar em seu relatório. Depois disso Jack a cumprimentou, cumprimentou-a com um simples aceno e foi atender uma demanda de um de seus superiores.

A dungeon havia sido finalizada e, com isso, o que restara do pagamento das duas fora depositado em suas contas, deixando-as livre para fazerem oque bem entenderem.

- Compra de 4 Núcleos Rank C - 16,000 G$ à serem descontados do valor recebido pelo contrato de freelancer. (Dividido 8,000 de cada uma)
- Compra de Couro de Basilisco Rank C - 100 G$. (Descontado unicamente de Lilith)
- Adquiriu Almanaque das Bestas, Volume 1 (Lê-lo pode desbloquear a perícia Monstrologia)
- Adquiriu Mineração para Idiotas (Lê-lo pode desbloquear a perícia Mineração)

Aron Tinuviel
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