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Oh my...

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17/7/2020, 12:35
Relembrando a primeira mensagem :





Aventura

Aqui ocorrerá a aventura do Caçadoras Eileen Berwald e Érica Hwarin, a qual não possui narrador definido.

Reme
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Æther

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Oh my... - Página 4 TBO2FBd

23/3/2021, 18:41
Oh My...
Havia tensão quando o primeiro movimento fora efetuado. Apesar da Ranger ser a possível responsável por causar danos no grupo, o mago não estava disposto a fazê-la ficar com toda a atenção da criatura e, arriscando sua própria vida, como um Tanker, queria fazer dele próprio um alvo, se mantendo na frente do monstro, enquanto a pequena Reaper se aproximava com passos sem som até o pilar onde a criatura descansava, a mesma criatura que há momentos atrás estava ativamente dando ordens e agora dormia como um bebê num ninho invadido...Eles deviam ter percebido que havia algo errado!

No momento em que Meg saltou para desferir o ataque, a cauda da criatura a rebateu com força contra um dos pilares e ela sibilou alto enquanto se encolhia feito um tatu bola e descia pelo pilar na direção do ago, que usou uma rajada de vento contra si mesmo para sair do caminho da fera, que parecia não ter notado as duas num canto mais afastado, parando quando seu pesado corpo alcançou a parede, desfazendo sua forma de bola e voltando-se para o mago que escapara por pouco.

- Alduin vá ajudar a Meg!!!! - Ordenou, enquanto encarava a fera, que marchava de forma letárgica na sua direção, no que parecia ser um padrão ofídio, mesmo que tivesse patas.

O mago tinha a atenção do monstro, mas não conseguiria resistir tão facilmente se a situação continuasse daquele jeito, mas ainda assim hesitou no comando para que a ranger desse o disparo, apenas acontecendo quando ele estava muito próximo dele.

A flecha de mana da arqueira cruzou a distância acertando o monstro entre as patas, num ponto que era óbvio que havia lhe fragilizada, pois de suas entanhas ouviu-se um grunhido que era meio um sibilo e meio um choro,  fazendo com que ela interrompesse o golpe que estava prestes a acerta no mago.

Sucesso! Bom...Até que ela percebeu os chocalhos às suas costas.

Além do boss, que agora também havia percebido as duas mais afastadas, cinco serpentes de dois metros cada uma, saíam de uma fenda que se encontrava atrás das caçadoras, de coloração idêntica as do bazilisco, talvez filhotes, parasitas ou sabe-se lá o que, mas era certo que a criatura havia  guardado algumas surpresas pra eles. As serpentes tinham presas afiadas, que pingavam veneno ácido...O que faria nossas heroínas?

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Aron Tinuviel
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Æther

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24/3/2021, 14:30

- IIIIK! -  Um califrio percorria minha espinha desde o ossinho do quadril até o topo da nuca, comigo apertando os dedos da mão ao lado das coxas com as costas levemente envergadas para trás enquanto eu ficava na ponta dos pés. "É óbvio que eu não vou ter paz para manter a concentração.” Encarava as serpentes atrás de mim com meu rosto direcionado a elas por cima do ombro, as orbes esverdeadas em minha face se levariam até o teto ansiando encontrar alguma "estalactite"  entre mim e as serpentes ou algo perto disso, assim como havia no restante da Dungeon e caso eu conseguisse ver alguma estalactite próxima iria rapidamente disparar um projétil mágico em sua "base" desejando desprendê-la do teto na tentiva de obstruir mesmo que por alguns segundos o caminho entre mim e as víboras. "Seria pedir muito que elas ficassem presas?" Só me restava ser otimista agora que havia sido surpreende pelas cobras venenosas tão próximas.

Com ou sem estalactite eu correria na direção de Ouki, e durante o caminho puxaria Eileen envolvendo seu pulso entre meus dedos. - Vem! - A fitaria de soslaio com meus  olhos verdes de encontro aos dela esperando que ela me acompanhasse.  Procuraria por outras estalactites que pudesse derrubar atrás de mim e da loira com mais disparos durante nossa corrida. De todo modo também atiraria contra o basilisco, sem estabilidade e tempo para mirar me contentaria em  tentar acertar a região do pescoço e cabeça do Boss  desejando fornecer algum tempo para o mago se afastar.

Após ter avançado alguns metros criava coragem para novamente fitar as víboras, tinha um péssimo pressentimento, e se aquelas cobras pudessem cuspir veneno? Lembro de ter ouvido falar ou lido sobre serpentes cuspideiras em algum comercial de documentário animal, ou em notícias de curiosidades inuteis, e a última coisa que eu precisava eram de cobras monstras cuspindo ácido nas minhas costas. Talvez a curiosidade faça eu me arrepender disso, mas olhava para trás esperando o pior cenário, mas torcia para ser apenas um pressentimento. - Cuidado! Atras. - Diria a Eileen  quase gritando caso as cobras de fato houvessem atirado seu veneno em nós, comigo dando um largo passo em diagonal para longe da loira desejando evitar os projéteis ácidos.

- Ouki! As serpentes. -  Chamava a atenção do mago exclamando seu nome, tendo o conseguido a atenção do mago apontaria com meu rosto na direção das cobras atrás de mim, talvez ele não entenda a mensagem que minhas poucas palavras carregavam mas torcia para o mago disparar alguma magia contra as víboras, afinal ele havia sido mais eficaz contra a horda de morcegos, é possível que ele faça o mesmo com as cobras ou pelo menos as empurre para longe com sua magia. Se percebesse o mago canalizando sua mana para atacar as víboras saltaria lateralmente para a esquerda e continuaria a correr desejando me afastar do Boss, assim evitaria sofrer danos por estar na linha de fogo do mago. Na possibilidade do mago não disparar sua magia eu teria de atirar rotacionando parcialmente o quadril para ter um ângulo  minimamente aceitável me permitindo atirar contra as serpentes sem perder totalmente o embalo. Se porventura eu houvesse conseguido me distanciar cerca de dez metros ou mais das cobras, eu me viraria de frente para elas rotacionando o corpo em torno dos calcanhares e assim atacaria com mais calma, recuando a passos curtos ligeiros, priorizando a víbora que estivesse mais próxima de mim antes de cada projétil ser desferido, retomando a corrida após ter causado algum prejuízo considerável no quinteto de serpentes.

Estando a correr para longe do basilisco não poderia deixar de olhar para Meg e Alduin, ficava preocupada com eles, meus grandes olhos verdejantes rapidamente se moveriam buscando por outras víboras nos arredores da Dungeon próximo a dupla, na coluna, no teto, em alguma outra "toca" onde elas poderiam estar escondidas tentando um ataque sorrateiro, se encontrasse as tais cobras furtivas iria imediatamente interromper minha corrida deslizando com as solas do sapato no chão buscando maior estabilidade, para então proteger o Healer e a Reaper ao atirar contra as serpentes possivelmente ali presentes, buscando me posicionar e encontrar ângulos de tiro que me permitisse  acertar mais de uma serpente num único disparo tendo a intenção de perfurá-las com os projéteis mágicos mesmo que fosse necessário acrescentar curvaturas aos meus tiros. Acertando as prováveis víboras esboçaria um pequeno sorriso contente por ter protegido meus companheiros de dungeon  suspirando ligeiramente aliviada, mas ainda faltava muito para comemorar.

Tendo conseguido  uma boa distância do boss, no melhor cenário estando a 3 ou 4 dezenas de  metros longe dele finalmente conseguiria retomar meu foco para atacá-lo, imaginando que o basilisco mantivesse sua movimentação em formato de bolota, iria empunhar o arco criado por minha mana, acompanhando-o com a  mira da flecha fixada, esperando  o basilisco desfazer sua posição esférica e assim utilizar de tal brecha para poder novamente acertá-lo na região mais próxima a barriga onde as escamas não pareciam ser tão rígidas, mantendo a mesma intenção na possibilidade do basilisco iniciar uma combate mais longo com algum outro membro do grupo e não assumisse a conformação de bolota.

Contudo eu havia aprendido a lição, ficando com meus ouvidos atentos a sons de chocalho provocado pelas víboras, e ao escutar o som característico antes mesmo de enxergá-las iria girar meu corpo na direção do ruído atirando logo em seguida, me orientando principalmente pela audição para esses ataques repentinos. Entretanto se houver um grande número de cobras perto de mim. - Ouki! - Exclamava novamente o nome do  mago desejando que ele pudesse abater ou retardar as serpentes, comigo correndo ao seu encontro e pulando lateralmente,  durante este pulo tentaria acertar o basilisco com meus projéteis infelizmente abdicaria da exímia precisão mirando de modo geral no tronco do réptil, para fornecer cobertura ao mago enquanto ele estivesse focado nas cobras menores. E por acaso minha pequenina e frágil pessoa fosse vítima de uma lagartixa gigante rolando desenfreada  ao seu encontro. "Droga!" Engolia a seco, mas ficar congelada de medo jamais seria uma opção a se considerar, correria numa linha perpendicular ao basilisco "usando rollout”, tentando passar por detrás da coluna mais próxima.   " Se eu for acertada por aquilo com certeza é um acerto crítico super efetivo.” Não ficaria muito relaxada mesmo esquivando do ataque, encarando o basilisco por um mísero instante antes de me afastar a passos rápidos.

"Ele ta na minha mira" Este seria meu pensamento caso fosse possivel avistar serpentes se esgueirando visando emboscar meus companheiros enquanto eu estivesse tentando acertar os locais mais frageis do boss. - Não, não é certo. - Dizia para mim mesma sentindo certo remorso, enquanto cerrava os dentes a acenava em negação com a cabeça, era desapontador perder a chance de acertar o boss, mas deixar outras pessoas serem feridas enquanto eu posso evitar, essa seria uma culpa que atormentaria minha consciencia por um longo tempo. "Not in my turn." Afiava os olhos verdejantes deixando minha mana fluir por todo o corpo ativando pela segunda vez a skill Ukontrollerbar Kraft desde que minha passiva estivesse no mínimo 3/10, o ideal seria 9/10, poderia conviver com 6/10, mas não tenho luxo de escolher, assim visaria acertas as cobras próximos de meus aliados, deixando elas se aproximarem de mim caso tentem um ataque surpresa, porem quando as cobras estivessem cerca de tres metros eu saltaria para longe girando o corpo no ar na direção das viboras e assim as utilizaria como alvos vivos para minhas flechas, até que eu pudesse voltar a proteger o restante do grupo, tendo bom resultado ficaria parada com meu olhar penetrante fixado no boss, demonstrando certa calma e paciência iria pentear os cabelos usando os dedos caso necessário, sem desviar o olhar do basilisco como se quisesse dizer. "Você é o próximo."


Skill Possivelmente usada.:

Nome da Skill: Ukontrollerbar Kraft.
Tipo: Buff (50 PP’s).
Rank / Valor: A; 1 Rank superior ao do personagem (30 PP’s).
Alvo: Pessoal (0 PP’s).
Distância: Distância de ataque da Classe (0 PP’s).
Efeito: +340 de Inteligência.
Condição: Condição Pesada. (-20 PP’s)
Catalisador: Devido a skill ser muito poderosa é necessário que Érica possua uma quantidade de mana armazenada além do consumo para poder ativá-la. Essa extra mana é proveniente da passiva Pistoleiro Mágico, e funciona como um catalisador facilitando/permitindo a ativação da skill de acordo com a quantidade de disparos feitos.

0/10 - É impossível ativar a skill.
3/10 - A skill é ativada mas somente com metade do bônus em inteligência (170), e Érica sofre 50 de dano.
6/10 - A skill é ativada normalmente.
9/10 - O cabelo não bagunça, porque… Porque não?

Quando ativada a skill consome a mana armazenada da passiva zerando a contagem dos disparos, independente da quantidade.
PP's 60.
Consumo: 480.
Descrição:
Érica aumenta seu poder e o fluxo de mana condensando-a em torno de si e da arma empunhada os fortalecendo, desta maneira aumentando o dano possível de ser causado com ataques e outras skills. O fluxo exacerbado de mana torna a magia muito poderosa e de alto custo, podendo causar dano letal a usuária se usada de maneira leviana.
A instabilidade da skill faz com que os disparos feitos pela ranger fiquem visualmente distorcidos, devido a perturbação da mana.
Despenteada: Devido a ativação abrupta da skill a mana propagada em torno de Érica deixa seus cabelos bagunçados, e isso a incomoda a ponto de não conseguir concentrar-se no combate até arrumá-los.

Imagem do ícone: Oh my... - Página 4 Latest?cb=20180811034209
Imagem / gif ilustrativo:  (opcional) Oh my... - Página 4 7024856-2cc16756-23b9-4214-8d96-61fae413efa2 (Apenas durante a ativação).
Histórico.:

Nº de Posts: 12.
Nome: Érica Hwarin.
Classe: Assassin - Ranger.
Especialização: Artificer.
Maestrias/Perícias: Armas brancas de longo alcance, Artesanato, Forja, Núcleos, Runas.
Objetivos.:

Aumentar fama de caçadora.
Criar uma Guilda.
Ter sua própria grife de equipamentos mágicos.
Aprender: Monstrologia.


Última edição por Lilith em 26/3/2021, 14:41, editado 2 vez(es)
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Oh my... - Página 4 TE5SNtG
26/3/2021, 14:00

Não havia precisado se preocupar… Bem, não ao menos consigo própria ao menos já que apenas a jovem desmiolada havia tomado a pior… "Porque ela está na linha de frente?"   - Sendo sua primeira experiência em portais ela não quis teimar com o líder do esquadrão, ao menos, não em demasia, mas aquilo não era óbvio demais?

Distraída, a loira assistia o combate entre Ouki e o boss, enquanto mantinha a sua posição de proteção para Erika, o que a fazia acabar por se descuidar ao restante do ambiente. - OH… Ele tem chocalho.. - Pensou alto sem sequer perceber naquele momento o significado de tal atitude. - As cobras usam isso pra alerta…. Merda. - Distraída acabou bancando a nerd, o que a deixava muito insatisfeita consigo mesma. - Eu não estaaaaaaa. - Antes de ter tempo de se justificar via-se sendo puxada a reboque por Erika, percebendo somente neste momento o surgimento dos outros oponentes.

- Certo. - Começou a correr para acompanhar Erika, mas buscando libertar seu pulso. - OW MERDA, ISSO NÃO TÁ TUDO ERRADO? - Acabou por irritar-se um pouco ao continuar a observar Ouki, agora que corriam na direção dela a sensação de que estava tudo uma confusão se fazia crescer.

Diferente de Erika, Eileen se manteria indo em direção ao Boss, desviando-se apenas caso ouvisse da outra parte algum alerta sobre perigo, nesse momento impulsionando-se em uma curva fechada para deixar imediatamente o local que estava ao mesmo tempo que mudava seu ponto futuro anterior. A curva seria feita para longe das cobras e também para uma posição paralela ao basilisco. - O GATÃO, VAMOS TROCAR BOY. - Mais uma vez Eileen gritaria para o mago, mudando sua direção de corrida em direção ao boss. - EU BRINCO COM ESSE, VAI CUIDAR DAS COBRA, VOCÊ DEVE LEVAR JEITO. - O plano de Eileen seria deixar o mago ir lidar com as serpentes, afinal ele poderia bater de longe ficando a uma distância segura para ataque, enquanto isso Eileen pretendia bloquear o caminho do boss mantendo-o afastado tanto do mago, quanto de Erika. Bem… Ela havia se esquecido dos outros dois nesse momento, afinal seu sangue começava a ferver, ainda assim… -  Quecksilberschritte. - Eileen tentaria ativar sua técnica, neste momento sendo cobrada pela imprudência de usá-la antes de seu corpo estar preparado.

- CAI DENTRO BIXÃO. - Movida pela força de seu buff ela buscaria acelerar em direção ao boss, passando próximo ao mago. - Enfia a cobra no buraco. - Diria ao mago no momento que passava ao lado dele avançando em um ataque aparentemente "descuidado" em direção ao boss.

Durante a incursão, Eileen percebeu a diferença gritante que havia entre ela e Erika e isso serviu-lhe muito bem como um tipo de freio para sua inconsequência fazendo-a entender o que era capaz de fazer sozinha e perceber aquilo que precisava de ajuda para realizar. "Foda-se, agora não to sozinha mesma" - Um sorriso com Qs de psicopatia surgiu em seu semblante no momento que se movia para condornar o boss visando atacar a lateral do pescoço com um chute. Ela não desejava causar danos, muito menos tinha confiança para se enfiar embaixo do boss para atacar suas partes desprotegidas. Não sabia se por cima da blindagem seu poder seria o suficiente para empregar danos, mas ainda assim tentaria, pois seu foco ali não era causar a maior quantidade de danos a criatura e sim mantê-la à mercê dos causadores de dano o maior tempo possível.  

Sem se importar em parecer uma covarde, afinal em uma luta o vencedor é que importa, ela bateria e correria para longe buscando se manter em posições que lhe permitissem esquivar evitando os ataques do boss. Por isso buscava bater em seu pescoço de onde poderia ter "tranquilidade" a evitar os dentes precisando se preocupar apenas com a pata frontar do mesmo lado. Sua tática seria evitar corridas cumpridas e sim manter um movimento que fizesse o boss realizar circulos em torno de si mesmo, mas quase não se permitindo avançar para mais longe do ponto em que estava. Assim acreditava poder manter os outros fora do alcance de percepção da criatura e também facilitar para os outros manter as cobras longe do boss e de si mesma.

Caso o boss tentasse pisar em si ela manter-se-ia recuando fugindo das patas de forma a manter o boss preso em um movimento circular, o mesmo seria aplicado a tentativas de cabeçadas ou mordidas buscando fazer o boss rodas mais rápido. Caso no entanto percebe se uma tentativa de girar para o outro lado, indicando um golpe de rabo a jovem tentaria pular para fora do alcance do arco que o rabo poderia traçar, contornando-o por além do alcance de ataque antes de tentar golpear novamente aproveitando do tempo que acreditava ter antes da criatura conseguir frear o impulso. Obviamente se conseguisse contornar o rabo estaria agora mais uma vez se movendo em direção a cabeça do boss, logo ela inverteria o sentido da rotação começando a esquivar para o sentido oposto.   - HAHAHAHA VOCÊ PARECE UM CACHORRO GIGANTE E MUITO FEIO QUE NÃO CONSEGUE PEGAR O PRÓPRIO RABO. - Sim… o boss não poderia ouvir ou entender, mas isso não mudava o fato da opinião dela.

Caso o boss tentasse correr na direção dos outros ignorando Eileen para acabar os demais ela começaria a atacar com mais frequência buscando interromper o avanço da criatura, ou ao menos atrasá-lo a fim de permitir que os outros para-se momentaneamente de atacar para se reposicionar.

Caso não fosse possível evitar todos os golpes a jovem tentaria bloqueá-los com os braços, a fim de proteger cabeça, peito e pernas, pois era possível continuar desde que pudesse continuar a correr, assim um braço quebrado era melhor do que uma perna. Para com as cobras ela só poderia no momento confiar nos demais, acreditando que Ouki as manterá afastadas e que Erika lhe daria cobertura caso alguma estivesse a surgir em seu ponto cego…. O que por sinal eram muitos.
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Nome: Eileen Berwald
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Aprender Mineração para fechar o oficio.




Tipo: Buff (50pp)
Rank / Valor: B (+180Agi) / 30PP
Alvo: Próprio (0pp)
Distância: Próprio (0pp)
Efeito: Buff em Agilidade
Condição:
Condição Pesada (-20):

O Buff custa apenas vida, não podendo ser usado com mana.
Se a passiva, sangue quente, estiver inferior a 20% o custo do buff é dobrado para conseguir a ativação.
Com a passiva igual a 20% ou maior o custo é normal.
Se utilizado 3x consecutivas a condição de exaustão é aplicada e a passiva sangue quente é zerada.
Após o uso do buff, se a passiva sangue quente zerar a condição de exaustão é aplicada
Em exaustão Eileen recebe um debuff em Agi de igual proporção ao buff. (Redução min até 24)
O tempo em exaustão tem dura metade do tempo em Buff.

PP's 60pp
Consumo: 300 (600)
Descrição: A vida convertida em mana circula pelo corpo de Eileen aumentando a velocidade de seus músculos e lhe dão um "bonito brilho dourado nos olhos".
Eileen
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Eleein Berwald
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2/4/2021, 18:07
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A primeira a notar a movimentação das serpentes fora Lilith, com seus sentidos fora do comum, mas entre perceber e conseguir reagir existia um abismo imenso, que felizmente a arqueira  conseguiu atravessar com engenhosidade, mirando seus disparos acima dos novos inimigo fazendo chover detritos contra seu novos algozes, empalando duas desavisadas.

Apesar da preocupação inicial da arqueira, não houve disparo venenoso por parte das serpentes, que foram momentaneamente bloqueadas pelos detritos que a arqueira deixou para traz e quando finalmente havia conseguido atravessá-los, uma rajada de ar as jogou contra as rochas engrecidas. Uma delas bateu a cabeça e não se mexeu mais, as outras estavam atordoadas por hora.

O ataque só fora capaz de ser realizado porque graças aos disparos de Lilith contra o bazilisco, mago conseguira algum espaço para salvar a si mesmo, embora a sorte do grupo não tivesse durado muito.

O Bazilisco avançou contra a arqueira, que era a maior fonte de danos que estava sofrendo naquele momento, mas ela não estava sozinha.

Eillen não estava disposta a permitir que nem Ouki nem Lilith levassem a  pior naquela batalha e, como uma flecha, encurtou a distância que a separava do vosso, acertando uma voadora em seu pescoço, atraindo imediatamente  sua atenção. A criatura então decidiu tentar ferir a guerreira com as patas, enquanto ela se esquivava tanto quanto podia, deixando para traz os sulcos fundo que as garras do réptil deixava na pedra negra do chão da dungeon.

A criatura recuou e tentou acertar uma   rabada na garota e foi nesse momento que ela sibilou de dor. Era o retorno da assassina e do healer,  que haviam conseguido efetuar um ataque na cauda da criatura, do outro lado de onde Eillen estava se concentrando.

O fato é, no revezamento de danos, a criatura começou a ficar confusa em quem deveria se concentrar, girando loucamente sem conseguir acertar nenhuma das garotas que  pareciam viciadas  naquele  trabalho de equipe e, com um novo sibilar, o   basílico se encolheu feito um tatu bola, como deixando os espinhos  para fora, quase como   se fosse uma tartaruga que queria se esconder para não levar ainda mais danos.

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Aron Tinuviel
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Æther

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4/4/2021, 08:18

Eileen só podia ter o peito farto estufado com orgulho. Certo não? Afinal se o healer tivesse gasto toda a mana dando buffs a assassina maluca estaria agora em péssimas condições. - HAAA, EU NÃO DISSE? - gritou enquanto esquivava de mais um dos ataques do lagartão. - VOCÊS PODEM ME CHAMAR DE NOONA AGORA. - fazia pouco tempo que estava na Coreia, mas ao menos isso havia aprendido.

- … ??? … - Pontos de interrogação surgiam acima da cabeça de Eileen ao observar o comportamento do boss. - Esse deve ser o lado galinha certo? - Aqueles mais nerds, assim como ela, poderia ter entendido a tirada sarcástica dela quanto a origem/natureza do basilisco. - Hahaha, você vai se arrepender, Frango! - Sem se importar nesse momento com uma maior estratégia e deixando-se levar pela selvageria ela se moveu em direção a criatura com a mana se acumulando em seus dois braços. - AARONNN. - gritou pelo nome que havia dado ao Healer, afinal os nomes coreanos ainda lhe eram um problema e por tal distribuía nomes alemães que combinasse. - NÃO ME DEIXA NA MÃO GATINHO. - Eileen queria dizer que nesse momento ia ser imprudente e esperava poder contar com o healer em seu papel. Ter-se-ia posicionado de forma a ficar "entre" o Boss e Erika, um pouco na diagonal, mas próximo o suficiente para pôr-se no caminho do lagarto a qualquer momento.

- Brüllender Löwe. - Deslizando os pés no chão lançou o soco carregado em direção à lateral do mob, impulsionada pelo seu buff de agilidade esperava chegar antes da criatura ter tempo de tomar alguma atitude.

Seu sangue fervia. - Brüllender Löwe. - Gritaria novamente logo após o primeiro, mas lançando o golpe com o outro braço. Com sua mana esgotada restava-lhe drenar sua própria saúde, uma faca de dois gumes movida pela senhora imprudência. Os golpes teriam visado alguma parte plana, sem espinhos, talvez a parte lateral que expusesse ainda um pouco das pernas, mas todavia atacaria de qualquer forma, mesmo que pudesse sofrer alguma reflexão do dano.

- AGORA AARON. - Após o segundo golpe gritaria para o healer lançar uma cura sobre ela, enquanto usava de um chute circular para bater lateralmente em algum dos espinhos para se afastar do boss ao mesmo tempo que verificava se era capaz de quebrar os mesmos. Afastando-se iria tentar contornar o Boss, isso é claro se o mesmo ainda não tivesse se desenrolado ou começado a girar. Ao contorná-lo, iria mais uma vez disparar sua técnica, agora pela terceira vez, é claro que somente assumiria essa insensatez se Alduin a houvesse curado.

Caso todavia o Boss em qualquer momento houvesse tomado partido em alguma atitude, fosse se desenrolar ou mesmo começar a rodar, ou ainda alguma nova habilidade como por exemplo, disparar os espinhos em suas costas a loira teria abortado o golpe com a técnica com o intuito de causar dano e a usaria com fins protetivos. Afinal se o Boss pensasse em começar a rodar poderia usá-la para golpear o sentido inverso e assim quem sabe impedir a rotação, por outro lado se houvesse mesmo algum disparo de espinhos tentaria mover-se de forma a evitá-los enquanto corria para ficar entre eles e Erika, usando nesse caso a técnica para golpear um dos espinhos gerando a explosão a bloquear os outros enquanto manter-se-ia ali usando de sua agilidade para tentar impedir ser acertada e reduzindo os possíveis espinhos que pudessem querer ir na direção da alva magrela.

Se Alduin ainda não houvesse lançado uma cura nesse momento, ela agora irritada diria. - ME CURA O MERDA, OU VOU TE USAR DE ESCUDO CARALHO. - Revelava todo seu lado feminino delicado ao pedir com evidente gentileza.
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Nome: Eileen Berwald
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Aprender Mineração para fechar o oficio.



Nome da Skill: Brüllender Löwe
Tipo: Ataque. (25 PPs)
Rank / Valor: B / 340 de Dano / +30PP
Alvo: Área Cone, 3x3m / 6pp
Distância: Da Classe melee / 0PP
Efeito: NA
Condição: Condição leve. (-10 PP’s)
A cada conjuração o custo da Skill aumenta em 25. Ao ficar 2 turnos sem usá-la o custo volta ao base.
A "explosão" em cone só ocorre caso acerte 1 alvo, e somente se esse alvo tiver menos de 3m de profundidade no sentido do golpe. Os 3m do Cone contam somente a partir do ponto de saída do alvo. Caso a Skill seja bloqueada também não ocorre a "Explosão".
PP's: 51
Consumo: .255
Descrição: A mana se acumula no braço do usuário, qualquer braço, e ao golpear algo causa dano e "explode" em forma de Cone na direção do golpe podendo atingir o que estiver atrás do alvo. Em caso de uso de armas, a mana se acumula na ponta da mesma.
Eileen
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Eleein Berwald
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5/4/2021, 06:11

Sentia meu corpo relaxar  por alguns instantes quando o Boss se encolheu novamente, nesse momento conseguia respirar com mais calma deixando os ombros caírem com o olhar sereno. "Até mesmo essa coisa precisa de tempo para se recompor?" Enxergava a postura defensiva do basilisco como uma pequena vitória, a party como um todo havia conseguido encurralar o réptil, mas eu não podia perder essa chance apenas  comemorando e descansando.  E também, eu não estava totalmente relaxada, a vontade de gritar para Ouki e Alduin se afastarem do basilisco era enorme, mas hesitei, fiquei com receio de prejudicar o julgamento e a estratégia do mago, que também é o líder da expedição, acabava por mordiscar o lábio inferior com meu semblante aflito, então sacudiria a cabeça em negação afastando esse sentimento de preocupação.

Aproveitaria que o "tatu-basilisco" estava imóvel para  direcionar minha atenção  as serpentes. "Vocês não parecerem tão perigosas daqui." Meus olhos entreabertos refletiam certa confiança, pois sem o fator surpresa e a uma distância aparentemente segura aquelas cobras não pareciam muito diferentes de alvos com escamas. Me afastaria tanto do basilisco quanto da serpentes caminhando de costas a passos rápidos na direção de Ouki, Meg e Alduin, durante o deslocamento iria disparar contra as serpentes, imaginando que talvez os pedregulhos atrás das cobras  pudessem dificultar uma possível fuga ou a movimentação evasiva por parte das cobras, assim acompanharia o deslocamento delas mirando meus disparos alguns centímetros a frente tentando antecipar a posição onde as serpentes estarão, desejando atirar pelos menos 2 vezes em cada cobra, priorizando a que estiver mais próxima, pois assim caso eu erre talvez ainda possa atrasá-las, além de poder mantê-las juntas  e pressionadas contras  as pedras.

Se atingisse  o 9° disparo durante minha ofensiva contra as víboras não hesitaria em ativar minha skill Ukontrollerbar Kraft, mas caso elas sejam derrotadas antes disso, eu utilizaria a skill desde que a contagem de disparos fosse igual ou maior do que 6.

É lógico que eu não teria todo tempo do mundo, pois o Boss com certeza não vai ficar ali "embolotado" para sempre, e na possibilidade dele vir rolando em minha direção eu tentaria contornar o pilar mais próximo fugindo do atropelamento, mas se  eu estivee distante da dita coluna saltaria para longe do basilisco-rolo-compressor. Porém na possibilidade daqueles espinhos serem disparados, eh… nesse caso teríamos um problema, falo principalmente pela ranger sem cobertura no meio do fogo cruzado, certo, certo, sem mais lamentações.   Notando a saraivada de espinhos não teria nem mesmo um segundo para pensar, seria movida quase que unicamente por instinto, tentando visualizar a trajetória dos múltiplos projéteis iniciaria uma corrida explosivo almejando me posicionar numa região onde a distância entre um espinho e outro fosse maior, encolhendo os ombros enquanto me agacharia cruzando os braços na frente do rosto e busto, bom, agora só restaria torcer para o estrago não ser muito grande...

Se conseguisse ativar minha skill, buscaria manter distância do basilisco desejando ficar pelo menos uma ou duas dezenas de metros longe dele. "Será que você é tão resistente assim?" As orbes cor de esmeralda ornando minha face seriam afiadas contra o Boss, comigo desejando realizar um pequeno teste, focaria os disparos a seguir no basilisco, 2 ou 3 ataques não pecaria pelo exagero, dessa vez não tentaria atingir unicamente a região do abdômen, afinal seria interessante descobrir se minhas flechas buffadas são capazes de causar algum prejuízo no réptil gigante mesmo acertando sua armadura de escamas.


Skill Possivelmente usada.:

Nome da Skill: Ukontrollerbar Kraft.
Tipo: Buff (50 PP’s).
Rank / Valor: A; 1 Rank superior ao do personagem (30 PP’s).
Alvo: Pessoal (0 PP’s).
Distância: Distância de ataque da Classe (0 PP’s).
Efeito: +340 de Inteligência.
Condição: Condição Pesada. (-20 PP’s)
Catalisador: Devido a skill ser muito poderosa é necessário que Érica possua uma quantidade de mana armazenada além do consumo para poder ativá-la. Essa extra mana é proveniente da passiva Pistoleiro Mágico, e funciona como um catalisador facilitando/permitindo a ativação da skill de acordo com a quantidade de disparos feitos.

0/10 - É impossível ativar a skill.
3/10 - A skill é ativada mas somente com metade do bônus em inteligência (170), e Érica sofre 50 de dano.
6/10 - A skill é ativada normalmente.
9/10 - O cabelo não bagunça, porque… Porque não?

Quando ativada a skill consome a mana armazenada da passiva zerando a contagem dos disparos, independente da quantidade.
PP's 60.
Consumo: 480.
Descrição:
Érica aumenta seu poder e o fluxo de mana condensando-a em torno de si e da arma empunhada os fortalecendo, desta maneira aumentando o dano possível de ser causado com ataques e outras skills. O fluxo exacerbado de mana torna a magia muito poderosa e de alto custo, podendo causar dano letal a usuária se usada de maneira leviana.
A instabilidade da skill faz com que os disparos feitos pela ranger fiquem visualmente distorcidos, devido a perturbação da mana.
Despenteada: Devido a ativação abrupta da skill a mana propagada em torno de Érica deixa seus cabelos bagunçados, e isso a incomoda a ponto de não conseguir concentrar-se no combate até arrumá-los.

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Imagem / gif ilustrativo:  (opcional) Oh my... - Página 4 7024856-2cc16756-23b9-4214-8d96-61fae413efa2 (Apenas durante a ativação).
Histórico.:

Nº de Posts: 12.
Nome: Érica Hwarin.
Classe: Assassin - Ranger.
Especialização: Artificer.
Maestrias/Perícias: Armas brancas de longo alcance, Artesanato, Forja, Núcleos, Runas.
Objetivos.:

Aumentar fama de caçadora.
Criar uma Guilda.
Ter sua própria grife de equipamentos mágicos.
Aprender: Monstrologia.
Lilith
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Æther

DINHEIRO
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7/4/2021, 19:03
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Eilleen parecia estar feliz em interpretar o estereótipo tão perfeitamente, embora os demais estivessem tensos demais para responder as suas provocações, especialmente Ouki que mantinha as serpentes imobilizados contra o paredão.

Salvagem, Eilleen decidiu que o momento de covardia do basilisco era a oportunidade perfeita para uma investida mais agressiva e deixou de lado toda a cautela, tomando a liderança e puxando a pequena assassina e o curandeiro para aquele plano descuidado.

Enquanto Eillen desferia seus golpes com agressividade, sem, contudo, ser capaz de quebrar os espinhos da criatura, a pequena assassina fazia  o possível para  coordenar seis golpes  com o da lutadora, sentindo, no entanto, que o comportamento passivo do monstro não  era normal, preocupação que Alduin compartilhava,  mas que não podia fazer outra coisa que não oferecer o suporte que a fighert precisava para  continuar seu plano  insano.

Ouki por sua vez, queria gritar para que seus companheiros  se afastassem,  mas não podia fazer nada enquanto sua spell estava ativada, mantendo as serpentes encurraladas contra o paredão para a felicidade de  Erika, que agora tinha alvos fáceis para eliminar. Sua habilidade havia acumulado 6 vezes até aquele ponto.

Foi Erica quem percebeu o que estava para acontecer quando voltou sua atenção para a investida  violenta da nórdica.

- Se afastem daí - Foi o comando de Ouki, mas ja era tarde.

Uma explosão de mana tendo o monstro como origem sucedeu,  tremendo a função quase que por inteiro e Eilleen sentiu seu corpo sendo arremessado, enquanto era açoitada por espinhos de mana que feriam-lhe a carne, não demorou que suas costas  encontrassem com o corpo da arqueira, que foi levada  juntamente com sua companheira.

Quando a poeira baixou, Erika fora capaz de se erguer, empurrando o corpo de Eillen, que estava profundamente ferido, embora menos do que era de se esperar. Persistentemente a guerreira se ergueu com dificuldade, mas seu braço direito  estava imobilizado, o  espinho de mana que lhe causará maior dano desaparecendo conforme o disparo perdia sua fontes de energia.

Erika demorou alguns segundos para perceber que o dano teria sifo pior se Ouki não tivesse causado uma explosão de ar na frente do grupo, lançando-os para trás, evitando o dano maior da técnica  que tão somente era uma habilidade de reflexão de dano.

Ouki estava mais  afastado mancando de uma perna., enquanto Megie parecia ter levado a pior, seu estômago  estava perfurado e Alduin reclamava da falta de mana. Junto com Erika, o mago fora o que menos se machucara naquela campanha, provavelmente por causa do escudo que havia se erguido naturalmente por causa de sua habilidade passiva.

- Use o que puder pra salvá-la! - Disse, enquanto mancava para se  afastar da dupla,  para  não chamar atenção do monstro.

O basilisco se esticou, quase como se tivesse se espreguicando após uma longa soneca, dava pra ver que não estava em perfeitas condições, mas ao encarar Erika, dava a impressão de que um riso cruel estampava a face da criatura.

Sem se importar com esperar a reação das garotas, ele avançou contra Alduin e Magie, como se soubessem que eram os mais fracos, para o desespero de Ouki, que tentava, em vão, chamar a atenção das criaturas explodindo bombas de ar contra o basilisco.

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Aron Tinuviel
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Æther

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8/4/2021, 12:37


Era a segunda vez. Assim como poder-se-ia ser esperado de uma serpente. Enganoso é traiçoeiro. Anteriormente havia fingido estar dormindo e agora interpretado um papel de um covarde. Não que houvesse saído impune, mas isso também não se aplicava ao grupo.

- Hrrrg Puff. - Ainda zonza e a se levantar Eileen escarrou para o lado, um cuspe com sangue que deixava em sua boca as reminiscências do ferro. Talvez as coisas ainda parecessem girar, mas esforçava-se para se por de pé com as pernas afastadas e os joelhos levemente flexionados, o corpo inclinado para frente deixando que o sangue pingasse ao chão.

- Hurensohn. (fdp) - Cambaleou um passo à frente zonza. - Quecksilberschritte. (Técnicas Buff) - Ativava novamente o efeito de sua técnica, sentindo mais de sua saúde sendo drenada, mas naquele momento sequer pensava ou mesmo se importava sobre isso.

Seu sangue fervia junto com o sorriso vivido surgido em seu rosto naquele momento. Seus olhos mostravam agressividade com o brilho de uma chama feroz rugindo por trás de suas pupilas. - Você vai pagar. - Dizia entre as subidas e descidas de seus ombros causada pela respiração profunda. Estava tão imersa em sua alegria furiosa que sequer recordava-se de perguntar se Erika estava bem, sequer pensava em verificar seu braço, afinal era aquele o sentimento que ela havia vindo procurar.

As brigas de bar a muito haviam deixado de aquecer seu sangue, deixado de fazê-la sentir-se viva, haviam sido uma parte fundamental de quem ela era, ao menos até despertar como uma guerreira e as lutas perderem todo o significado. Na DG havia sentido inicialmente o calafrio da emoção novamente, a diversão de lutar, mas era só agora que experimentava a verdadeira dor. Havia sido como nas vezes que tomou facadas pelas costas, ou mesmo tiros durante as brigas, agora, naquele momento, parecia realmente real.

Não importava mais os outros, não. Isso agora não tinha sentido. Ela via apenas o boss, o grandalhão que havia lhe dado uma surra e agora planejava pular em suas costas louca por retribuir. Sim, não podia realmente aceitar estar nesse momento sendo ignorada. - Não terminamos aqui… - Deu mais um passo cambaleante e então jogaria todo o peso do corpo no pé da frente.

Descuidada. Sim, ainda estaria sendo descuidada, ao menos ao que se tratasse do trabalho de equipe. Brigas de bar não tinham essas merdas. Todavia não estaria sendo descuidada com a víbora traiçoeira com quem lutava. Eileen era um animal empolgado e feroz e não um asno e embora não estivesse pensando direito, ainda podia agir e confiar em seus instintos.

Avançaria, a toda velocidade possível, na direção da face do monstro. Usando da diferença já comprovada entre suas velocidades. Não se movia por proteção de healer ou da reaper e sim apenas porque não suportava estar sendo ignorada. - QUEM DISSE QUE VOCÊ PODIA ME DAR AS COSTAS SEU MERDA. - - movia-se atenta à reação da criatura, ao menos na medida do possível. Atacando a parte traseira da mandíbula ou a frente do focinho caso o mesmo se virasse para ela. Movendo-se na sequência em um rápido jogo de pés para se afastar. O ataque em si teria sido feito com chutes nesse momento, saltando no momento final e fazendo uso do próprio golpe, após tê-lo aplicado, para forçar sua movimentação para o lado oposto.

Um braço quebrado, imobilizado ou mesmo arrancado naquele momento já não se tratava mais de nada. A não ser que o boss arrancasse-lhe as duas pernas ela não iria mais parar. - SE NÃO VÃO FAZER NADA SE MANDA DAI PORRA. - Gritava para o Healer chorão e o trapo de chão. - VOCÊ É UM HOMEM OU NÃO CARALHO? - Esperava que o Healer pegasse a assassina e corresse para longe dali. - VAI LOGO ANTES QUE EU TE CHUTE PORRA. - Eles estavam atrapalhando.

Um pouco mais agressiva que a primeira vez, mas não tão inconsequente quanto a segunda vez, um aprendizado mais feral do que intelectual. O alvo era grande e por tanto difícil de errar, diferente daqueles lagartos e morcegos, embora acertar não fosse exatamente sinônimo de eficiência. Ainda assim, atacaria com mais frequência, buscando pela adrenalina ser capaz de ignorar a dor. Saltando para longe de pisões e mordidas, usando principalmente de chutes para bater, agora visando mais a área da cabeça ou pescoço, não por imaginar ser eficiente, mas sim, irritante. Seria como um tapa de leve na bochecha para dizer estar caçoando. - É SÓ DISSO QUE É CAPAZ? VAMO PORRA, EU POSSO FAZER ESSA MERDA O DIA TODO. - Provavelmente não estava sendo entendida, mas ainda assim ajudava o seu "emocional".

Durante os ataques, como dito, não se importaria tanto com os outros, todavia sua movimentação poderia acabar a levando para perto desses e se eles não saíssem por conta seriam por ela agarrados e arremessados à distância. Se fosse o chorão e o trapo de chão os lançaria na direção do mago. - TIRA OS TRASTES DAQUI. - reclamaria com evidente desagrado, esquecendo-se do trabalho que haviam realizado até agora, pois naquele momento estavam só atrapalhando sua movimentação.

Acreditava não precisar arremessar Erika ou o mago, mas gritaria pra eles se moverem para fora do caminho se necessário. A assassina poderia tomar mais danos se fosse arremessada? Bem, sim, mas certamente seriam menos danos que comida pela criatura, em uma análise rápida pode-se dizer que Eileen estava pouco se lixando para qual é qual.

Assim tentaria bater/chutar a região da cabeça e pescoço enquanto se movia para longa sequência de ataques, evitando é claro ir na direção de paredes ou pilares que pudessem lhe encurralar. Dessa vez, se o boss novamente virasse um tatu bola ela não o atacaria, mas tão pouco tomaria muita distância do mesmo. Não por medo, mas apenas por ter chego a conclusão que tal tática era ineficiente quando aplicada por si.

Em caso de perceber ser inevitável a completa esquiva do golpe, daria prioridade em proteger a cabeça e as pernas, mesmo que para tal precisasse sacrificar a mobilidade do outro braço.

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Eleein Berwald
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code by sant
10/4/2021, 19:03

Aconteceu tão rapido, segundos atras haviamos pressionado o boss contra a parede e um instante depois todos foram arremessados longe, não sabia dizer qual parte do meu corpo estava doendo mais, so conseguia imaginar que era a mesma sensação de ter sido atropelada apesar de nunca ter sofrido esse tipo de acidente, rangia os dentes abafando os gemidos tortuosos, fechei os olhos com força  quando a fisgada de dor apunhalava meu ombros apenas por eu empurrar a loira.

"Calem a boca…" Não bastava boa parte do corpo estar dolorido, minha cabeça latejava, eram tantas  informações sendo despejadas e meu consciente pareciar querer processar todas ao mesmo tempo, pressionava as têmporas ardua tentativa de retomar a concentração, a reaper gravemente ferida, o healer aparentando  não  ser capaz de curá-la totalmente, o mago em completo desespero apesar de não parecer estar machucado, meus olhos percorriam Eileen dos pés a cabeça me deixando com uma sobrancelha  erguida de surpresa por vê-la conseguir ficar de pé  mesmo com as perfurações  no corpo, admito ter desejado por um segundo que aqueles espinhos tivessem os impedido de falar, não conseguia pensar direito com a party aos berros.

Mesmo com meus companheiros de profissão estando presentes no salão ali eu sentia que não  poderia contar com eles, cada um estava focado em suas próprias  preocupações. "É mais fácil  assim." A solidão era  uma companheira bem conhecida sempre comigo nas ocasiões de maior tensão, mesmo no colégio eu tinha colegas de time os treinos eram bons, nos nôs ajudavamos a melhores, porem durante os tornoeios eu precisava enfrentá-las e me sobressair, pois somente algumas de nós  eramos escolhidas para o intercolegial, e conforme eu me classificava o nivel dos competidores nos torneios aumentava de forma exponencial, se eu quisesse continuar seguindo com uma das maiores paixões de minha vida precisava me aprimorar, sempre e sempre buscando os melhores resultados, corrigir imprecisões. O peso fracasso assombrava minhas costas mesmo que eu mantivesse uma ótima  frequência de perfomances. Uma mísera flecha errada poderia arruinar um ano de esforço, treino e dedicação, eram nesses momentos onde eu via minha pontuação inferior a de alguma rival e dependia de um disparo no mínimo excelente para continuar praticando pois se eu falhasse meus pais não me dariam outra oportunidade, eram nesses momentos que eu me via assustada, eram nesses momentos que minha confiança se abalava, eram nesses momentos que eu me sentia só mesmo estando cercada de pessoas. A situação atual me fazia revivar tais memorias de medo e insegurança, tendo somente a mim e meu arco, não havendo qualquer outra alternativa além da excelência, é justamente neste tipo de situação que me sobressaio.

Somente o boss parecia existir diante meu olhar frívolo, as pupilas  eram comprimidas comigo atingido um estado onde meu foco é totalmente fixado no alvo a minha frente, os gritos escândolosos não  passavam de ruidos distantes abafados por minha mente vazia. Uma flecha seria disparada mirando alguns centímetros na frente do basilisco para caso sua investida  contra os integrantes fragilizados fosse continuada o projétil magico visava um de seus olhos , ele que parecia querer me provocar e assustar durante  o combate, bom, o objetivo dele foi alcançado, então eu o mostraria ao lagarto gigante o erro de ter me ignarado. O primeiro disparo teria uma boa margem para o boss se esquivar caso recuasse, porém se mesmo após  meu tiro de aviso o boss insistisse em atacar Meg e Alduin o segundo disparo não teria o mesmo nivel de piedade, comigo ainda visando acertar o olho do réptil porém  desta vez mirando um pouco átras para que meu ataque ainda possa acertar-lhe o fucinho caso o basilisico recue.

Desejava chamar a atenção do réptil com a a atitude, imagiando que ele poderia rugir contra mim na tentativa de me amedrontar ou exibir sua hostilidade, de qualquer modo eu mostraria ao basilisico que também sei "gritar", levando dois dedos até o elástico no cabelo para puxá-lo fazendo meus cabelos platinados esvoaçarem. - Ukontrollerbar Kraft. - Calmamente pronunciava o nome da skill deixando minha mana ser livremente propagada por todo o corpo querendo fazer com que o boss "escute" a agressividade incontrolável da mana sendo emitida antes de acumulá-la em meu corpo.

Ainda com os cabelos esvoaçante puxaria a corda do arco magico com a ponta de flecha apontada na direção basilisco, as mechas platinadas encostavam em meu rosto e vez ou outra entravam na frente de meus, mas eu mal conseguia notá-las. O completo silêncio reinava em meu interior só conseguia pensar  em acertar o lagarto gigante, a flecha seria disparada visando acertar próximo a barriga do boss, se antes ele havia se retorcido agora eu queria vê-lo em prantos, não era capaz de me reconhecer, pela primeira vez sentia tanta raiva a ponto de desejar o sofrimento de outra criatura.

Após atacá-lo com o buff ativado levaria ambas as mãos até minha cabeça para abaixar meus cabelos rebeldes, prendendo-os novamente num rabo de cavalo, porem meus olhos esverdeados se manteriam exclusivamente fixados ao réptil, desejando acompanhar cada movimento de seu corpo. "Um alvo…?" Mesmo se eu quisesse provavelmente  não  seria capaz de desviar a atenção, era como se meus instintos me obrigassem a manter foco fixado ao boss. "Não…" Meu semblante transmitia sua habitual neutralidade inexpressiva, assim como meu olhar sereno, porem o tom verdejante reluzia a raiva sentida por mim. "Uma caça" Algo em meu íntimo havia mudado, talvez essa era primeira vez que me senti uma verdadeira desperta, uma caçadora, e aquele lagarto gigante seria a primeira presa.

Enquanto estivesse penteando os cabelos não me amedrontaria se o boss tentasse se aproximar, apenas recuaria para manter a distância confortável entre nós, sem desgrudar meu olhar gélido do basilisco.

Pois quando os cabelos não fossem mais um incômodo, dificilmente minha fixação pelo réptil seria abalada, os próximos ataques não tardariam, comigo mirando entre as patas do boss. Se o basilisco conseguisse se aproximar eu permaneceria de pé com os ombros afastandos matendo meu olhar fixo ao dele aguardando por seu golpe, pois ao invés de tentar desviar eu revidaria contra-atacando na mesma parte do corpo que ele utilizasse para me causar, se tentasse me morder eu acertaria sua cabeça, arranhões seriam retribuídos com projeteis magicos em suas patas, se tentasse chicotear com a cauda ela seria perfurada por minhas flechas, se houvesse  alguma brecha nos ataques da criatura eu a aproveitaria para encaixar mais disparos mesmo que acertasse na armadura de escamas . Comigo estando a recuar dando passos para trás  buscando sempre ficar em locais amplos dentro da sala afim de evitar ter minhas costas pressionadas contra a parede.

Bom, se meus companheiros de dungeom eventualmente ficassem entre mim e o boss eu tomaria o mínimo de cuidado para  não acertá-los, afinal ainda somos um time, certo? É, eu bem que queria acreditar nisso. Se eles forem alvejados acidentalmente eu terei falhado em acertar minha caça, e fracassar nunca foi opcional.  

E na possibilidade de uma certa loira estiver aos prantos dizendo para eu sair da frente, ela que faça um desvio é ela quem esta minha linha de fogo, pois eu não  hesitaria em atacar na direção de Eileen fazendo com que a flecha mágica passe a  poucos centímetros de seu corpo para acertar o basilisco se o mesmo estiver atras da loira.

Caso o basilisco novamente faça menção de disparar seu espinhos eu deixaria um breve suspiro de desapontamento escapar antes de correr para longe do alcance explosivo porém em relação aos espinhos  eu ficaria atenta aos que viessem na minha direção para inclinar o corpo fugindo de sua trajetória dando passos curtos na lateral na tentativa de evitá-los em sucessão. - Chama isso de atirar? Me poupe. - Claro que essa atitude haveria um preço a se pagar com o basilisco enrolado em torno do próprio ele seria um alvo fácil para meus ataques, e ao contrario de meu adversário os ataques realizados não seriam dispersados ao vento contando com a sorte para acertar, minhas flechas seriam todas endereçadas a criatura ardilosa.

Devido a obsessão pelo réptil gigantesco eu provavelmente não perceberia se outras serpentes tentassem um ataque sorrateiro contra mim ou meus aliados, mas se alguem me alertasse sobre a presença delas ao meu redor nem me daria o trabalho de olhar para elas, simplesmente apontaria orco contra as víboras e o disparo seria feito comigo me orientando principalmente  pelo som dos chocalhos sem que meus olhos escapem por um segundo do boss.


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Quando ativada a skill consome a mana armazenada da passiva zerando a contagem dos disparos, independente da quantidade.
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A instabilidade da skill faz com que os disparos feitos pela ranger fiquem visualmente distorcidos, devido a perturbação da mana.
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Oh my... - Página 4 TE5SNtG
16/4/2021, 15:08
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Ambas as caçadoras tomavam suas posições para um novo ataque, ignorando quase que completamente a segurança do resto da equipe, que certamente precisava de atenção, mas eliminar a ameaça imediata podia, no fim das contas ser o que realmente precisavam para salvar seus companheiros feridos.

Alduin estava ajoelhado ao lado da convalescente assassina, cuja respiração ficava mais fraca a cada segundo que se passava, o buraco em sua barriga resistia a se fechar não importasse quanto o healer tentasse, sua mana piscava quase como se falhasse, seu nariz escorria um pouco de sangue, assim como o seu ouvido, que só zunia desorientando-o da situação ao seu redor. A única coisa em sua linha de visão era a quantidade de sangue que escorria do pequeno corpo à sua frente.

Não dava para saber se era pelo sentido olfativo ou simplesmente pela requinte de crueldade que o ofídio se movia tão insistentemente na direção dos companheiros indefesos. Apesar de sentir a necessidade de intervir ele aguardou, avaliando no campo de batalha uma forma de virar toda aquela maré ao seu favor.

O basilisco continuava sua carreira contra os dois indefesos quando sofreu o primeiro ataque, um soco na parte de traz de sua mandíbula que o desestabilizou o suficiente para um segundo ataque cobrir o golpe desferido pela guerreira. Uma flecha atravessou a orbe reptiliana do monstro que gemeu de dor. Sua pele podia ser resistente, mas não podia-se dizer o mesmo sobre suas córneas, desencadeando uma reação de fúria da criatura, que tentou golpear Eilleen, que estava mais próxima de sua posição, embora agora com seus sentidos ainda mais desorientados, se tornasse uma tarefa impossível se comparado a velocidade, mas os danos causados pelo excessivo uso da técnica somado à reflexão de dano estavam cobrando a conta, deixando-a tonta a cada vez que se movia. A cobertura do disparo de Erika fora o suficiente para cobrir sua debilidade, por isso o basilisco decidiu que deveria fazer o mergulho para encerrar aquele incômodo.

A criatura se encolheu e se preparou para impulsionar seu corpo na direção de Erika, lambendo no caminho a guerreira descuidada para dar um fim aos causadores de dano da party. Teria pego ambas de surpresa, não importa o tamanho de sua preparação, não fosse o fato de estar flutuando há poucos metros do chão, uma corrente de ar impedindo sua capacidade de rotação. Ouki finalmente tinha conseguido sua chance, embora soubesse que a efetividade da técnica não ia durar muito tempo.

O Basilisco agora era um alvo indefeso, recebendo todas as flechas que Erika pôde disparar com sua skill ativa, condensando um dano esmagador na vértebra da criatura, atravessando a defesa praticamente impenetrável do réptil indefeso.

Um filete de sangue descia do nariz de Ouki, que cedeu sob o peso do próprio corpo, quando finalmente largou o réptil pesado, sentindo como se o peso do mundo fosse depositado em seus ombros, mas ainda não havia acabado.

O basilisco não estava bem, arfando com muita dificuldade, numa respiração engasgada de sangue roxo, que constantemente era cuspido pela criatura. Dava para ver que estava em seus últimos suspiros, mas o único olho da criatura parece ter finalmente se travado na causa de sua derrota e, sem se importar com mais nada, disparou contra a arqueira do time, enquanto sua cauda pesada batia contra o pilar ao seu lado, derrubando-o e cobrindo a rota de fuga da arqueira.

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