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Oh my...

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17/7/2020, 12:35
Relembrando a primeira mensagem :





Aventura

Aqui ocorrerá a aventura do Caçadoras Eileen Berwald e Érica Hwarin, a qual não possui narrador definido.

Reme
Reme
Créditos : 4
Localização : Seul

MENSAGENS

Æther

DINHEIRO
Rank B


_________________



Oh my... - Página 3 TBO2FBd

20/8/2020, 21:42


Quando o último morcego caiu no chão da caverna uma sensação gratificante de trabalho encerrado recaiu confortavelmente em meus ombros, e após um breve suspiro sentindo a tensão me deixar por alguns instantes eu penteei o rabo de cavalo com a mão, percorrendo toda a extensão do cabelo, sendo um tique meu, mas não me deixei levar totalmente pela tranquilidade, era apenas um rápido momento de comemoração.

Passando os dedos na testa para colocar no lugar alguns possíveis fios rebeldes de cabelo já me veria caminhando novamente pronta para disparar em mais alvos, o mago parecia um pouco surpreso e a loira empolgada veio até mim. - Não foi nada demais, apenas acertei os morcegos como o planejando. - Coçava a lateral da bochecha com a ponta da unha do dedo indicador, sorrindo um pouco sem graça por não saber exatamente o que deveria dizer nessa situação tanto para Eileen ou Ouki. - Mas acho que perdi a conta de quantos acertei. - Desviava o olhar para cima num semblante descontente, reclamando com a boca torta. Mas então as palavras seguintes da loira me fizeram ficar com as bochechas ruborizadas. - Obrigada… - Respondi um pouco tímida, encolhendo os ombros para tirar Eileen de baixo para cima, com meu olhar verdejante irradiando a alegria que não conseguia por em palavras. - Conto com você para continuarmos assim. - Tentava retribuir o elogio com um pequeno sorriso obstinado nos lábios, afinal o trabalho em equipe havia tornando mais fácil para mim acertar os morcegos, principalmente por não precisar lidar com as presas venenosas de perto.

Mas meu desempenho atraiu uma atenção que eu preferia não receber, pisquei os olhos algumas vezes na direção da reaper que se afastava após me encarar discretamente. "Espero que ela encontre algo para testar a força das adagas." Ficando um pouco desconfortável naquela situação, poderia ter sido uma ameaça, mas não queria tirar conclusões precipitadas. "Ou ao menos espere concluirmos a dungeon." Não fiquei intimidada por ela, se ela desejasse tanto por um acerto de contas, que ao menos seja fora da dungeon.

- Só quando precisa disparar em morcegos-monstros. - Respondia com uma tentativa de piada o comentário bem humorado, de alguma forma ela tornava o clima mais leve nesse lugar repleto de ameaças. - Hmmm! Se o rank deles fosse pelo menos B seria possível usar as presas para fazer armas venenosas, mas como o rank deles é baixo torna impossível, mas nem eu sei exatamente o motivo, talvez não tenham poder mágico o suficiente para embuir os equipamentos, ou ainda não descobriram a maneira certa de usá-los na forja. - Dando a Eileen uma resposta que possivelmente seria decepcionante para ela, afinal a lógica da loira não era equivocada. - O máximo que dá pra fazer atualmente é um usar as presas como um pingente ou adereço, apenas pela aparência. - Tentando amenizar a possível decepção da loira, a respeito das presas não poderem agregar muito aos equipamentos mágicos, apesar de eu mesma não achar que isso possa servir de conforto. E bem, eu fui pega totalmente desprevenida com Eileen dizendo abertamente minhas capacidades de forja, iria sorrir meio sem graça para os dois rapazes se comentassem algo a respeito.

>><<

De frente para a ponte eu ficaria muito confortável em saltar por ela. - Se eu puder acertá-los daqui não sei se é uma boa idéia me aproximar. - Argumentaria com Ouki esperando pela opinião do mago. - Depois você tem que me ensinar tudo que sabe dos monstros. - Diria para a loira, o conhecimento dela a respeito dos monstros estava se mostrando realmente útil, e eu via nela a possibilidade de aprender mais coisas.

Aproveitando o fato de que aparentemente os monstros não estão nos vendo eu iria observá-los atentamente, forçando a visão com os olhos parcialmente cerrados para analisar não somente eles, mas também as proximidades a fim de tentar encontrar outros lagartos-monstros escondidos e mais distantes dos 5 que podemos visualizar. Se não houvesse outros monstros por perto iria apenas acenar a cabeça em negação. Se pudesse enxergar outros monstros iria mostrar nos dedos quantos eu pude visualizar. Porém se fossem mais de 10, eu iria engolir a seco e dizer a quantidade baixinho, afinal essa era uma quantidade bem preocupante. E como já teria de observar os lagartos eu iria indicar apontando o dedo na direção deles, um de cada vez, como se quisesse mapeá-los pelo nível de poder. - Essa é a ordem de força deles, do mais forte pro mais fraco. - Informaria o restante da equipe num tom baixo de voz, traduzindo meu gesto de apontar para os monstros.

Com as coisas estando mais ou menos resolvidas entre a equipe, eu não deixaria passar a oportunidade de acertar um tiro limpo no lagarto dorminhoco, já erguendo à mão esquerda por cima das costas, buscando por flechas imaginárias na aljava inexistente, mas desta vez perceberia o equívoco no meio do gesto, e rapidamente iria sacudir a cabeça para recuperar o foco. - Tsc! - Resmungando desgostosa, ainda não tendo perdido totalmente esse costume. Se o lagarto sonolento estivesse em meu alcance, iria atacar de onde estou, porém se fosse necessário eu iria me aproximar um pouco acompanhando a fighter loira numa breve corrida, e em último caso saltando pela ponte disparando ainda no ar, em ambas possibilidades iria mirar na cabeça do lagarto tirando uma soneca.

E escutar sobre as escamas resistentes iguais armaduras me fez ter uma idéia. "Tomara que funcione." Mas para isso preciso contar com os próprios lagarto, na verdade com o temperamento deles, se após a surpresa do ataque eles abrissem a boca para rugir, ou sabe se lá qual barulho eles façam, seja para nos intimidar ou dar ordens ao restante dos reptilianos, eu iria me aproveitar de tal abertura para atirar rapidamente contra a boca aberta do lagarto. "A armadura não os deve proteger por dentro." Seguindo tal lógica em meu teste.

E a partir daqui eu perderia um pouco o foco em ser funcional e efetiva, pois ver o lagarto arqueira me despertava o senso de competitividade, mirando-o cuidadosamente iria disparar para que o projétil passasse bem próximo de sua face, como tiro de aviso, e tentativa chamar a atenção do réptil. - Huunpf! - Gesticulando com a cabeça para afrontá-lo, enquanto esboço um sorriso convencido no canto da boca, querendo demonstrar que o menosprezo, apenas para fazê-lo aceitar o duelo. Espero que os demais companheiros de time não levem a mal esse capricho, mas sempre ter competido contra outros arqueiros me faz querer ter essa disputa, e também para testar minhas habilidades contra as de outro arqueiros, apesar de que nas competições de tiro com arco o objetivo não era acertar as outras arqueiras…

Mas antes de prosseguir com o abate dos reptilianos irei optar por elevar meu potencial de causar dano, porém precisaria me recordar de quantos disparos realizei desde que entrei na dungeon, ou pelo menos desde o último disparo mais forte que os demais, se eu estivesse no disparo que terminasse em 9, por exemplo o próprio 9 ou 19, assim por diante, ou então num múltiplo de 10, iria usar minha mana para revestir o corpo (usando a skill Ukontrollerbar Kraft). " Espero que seja suficiente para romper as escamas." Seria a principal motivação para me fazer usar o buff, além de querer acelerar o abate dos lagartos. Claro que eu poderia errar na contagem, nesse caso só espero que seja acima dos disparos terminados em seis, se isso acontecesse eu iria tirar o elástico do cabelo e usar os dedos para abaixar o volume deles. "Droga droga droga… Porque isso foi acontecer logo agora" Me lamentava pelo descuido, sentindo o cabelo esvoaçar por conta da mana, e também teria de tomar cuidado com possíveis ataques. "Dá um tempo pelo menos.." Um triste infortúnio, mas pior do que ficar descabelada, é ficar descabelada e sangrando, então iria me afastar dos ataques, principalmente se fosse o arqueiro, dando alguns passos rápidos para o lado e assim tentar desviar de suas flechas, até conseguir abaixar o cabelo, e não iria prendê-lo com o elástico. Mas se eu conseguisse lembrar da contagem e não estivesse no disparo que terminasse em 9 ou múltiplo, iria apenas aguardar para ativar o skill quando chegasse na contagem desejada.

Após provocar o lagarto arqueiro eu não pretendo errar o próximo disparo, e iria mirar em seu tórax, esperando-o puxar o arco para atirar, me aproveitando desse momento para atacar, pretendo disparar primeiro ou no mesmo tempo, e assim poder inclinar o corpo enquanto dou alguns passos lateralmente para escapar da flecha. E se o acertasse tentaria outro ataque logo em sequência mirando exatamente no mesmo local. "Talvez se eu acertá-lo duas vezes na mesma região possa perfurar mais facilmente nas escamas." Não custa nada tentar né? Se o lagarto tentasse correr na direção de um local para ganhar cobertura eu tentaria antecipar sua chegada com o disparo, ou então tentar curvar o projétil mágico para acertá-lo atrás do "esconderijo". "Nice! Um Robin Hood!" Se acertasse duas vezes no mesmo local iria comemorar rapidamente, cerrando o punho de empolgação, no tiro com arco Robin Hood é quando a gente acerta as costas de uma flecha presa no alvo, é algo bem raro e difícil, então é difícil pra mim não ficar feliz com essa façanha.

Para minha infelicidade os alvos nas dungeons, também pode me ferir gravemente ou ainda pior… Então eu tomaria um certo cuidado com os lagartos que tentassem se aproximar de mim, correndo para longe enquanto realizo um disparo para trás, e assim poder atrapalhar eles, ou ainda saltar pela ponte quebrada na direção do portal e atirar umas 3 vezes contra o réptil mais próximo antes de aterrissar do outro lado.

Ou ainda eles poderiam tentar tentar se esconder aproveitando o caos da batalha, tentaria me manter atenta a isso, para atirar contra eles se os identificasse ocultos ou quando realizassem o ataque surpresa mas antes de acertar alguém, no pior dos casos eu corro e tento pular para longe deles, se eu fosse a vítima da emboscada. Uma última preocupação seria se algum dos lagartos tentasse escalar, e se aproximar pelas paredes ou teto, no melhor cenário eu iria disparar duas vezes, mirando um projétil em cada mão para tentar derrubá-lo, com sorte o lagarto pode cair no vão da ponte quebrada.


Skill Possivelmente usada.:

Nome da Skill: Ukontrollerbar Kraft.
Tipo: Buff (50 PP’s).
Rank / Valor: A; 1 Rank superior ao do personagem (30 PP’s).
Alvo: Pessoal (0 PP’s).
Distância: Distância de ataque da Classe (0 PP’s).
Efeito: +340 de Inteligência.
Condição: Condição Pesada. (-20 PP’s)
Catalisador: Devido a skill ser muito poderosa é necessário que Érica possua uma quantidade de mana armazenada além do consumo para poder ativá-la. Essa extra mana é proveniente da passiva Pistoleiro Mágico, e funciona como um catalisador facilitando/permitindo a ativação da skill de acordo com a quantidade de disparos feitos.

0/10 - É impossível ativar a skill.
3/10 - A skill é ativada mas somente com metade do bônus em inteligência (170), e Érica sofre 50 de dano.
6/10 - A skill é ativada normalmente.
9/10 - O cabelo não bagunça, porque… Porque não?

Quando ativada a skill consome a mana armazenada da passiva zerando a contagem dos disparos, independente da quantidade.
PP's 60.
Consumo: 480.
Descrição:
Érica aumenta seu poder e o fluxo de mana condensando-a em torno de si e da arma empunhada os fortalecendo, desta maneira aumentando o dano possível de ser causado com ataques e outras skills. O fluxo exacerbado de mana torna a magia muito poderosa e de alto custo, podendo causar dano letal a usuária se usada de maneira leviana.
A instabilidade da skill faz com que os disparos feitos pela ranger fiquem visualmente distorcidos, devido a perturbação da mana.
Despenteada: Devido a ativação abrupta da skill a mana propagada em torno de Érica deixa seus cabelos bagunçados, e isso a incomoda a ponto de não conseguir concentrar-se no combate até arrumá-los.

Imagem do ícone: Oh my... - Página 3 Latest?cb=20180811034209
Imagem / gif ilustrativo: (opcional) Oh my... - Página 3 7024856-2cc16756-23b9-4214-8d96-61fae413efa2 (Apenas durante a ativação).
Histórico.:

Nº de Posts: 7.
Nome: Érica Hwarin.
Classe: Assassin - Ranger.
Especialização: Artificer.
Maestrias/Perícias: Armas brancas de longo alcance, Artesanato, Forja, Núcleos, Runas.
Objetivos.:

Aumentar fama de caçadora.
Criar uma Guilda.
Ter sua própria grife de equipamentos mágicos.
Aprender: Monstrologia.

Lilith
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Créditos : 0
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Æther

DINHEIRO
Rank B

25/8/2020, 21:10

~~ NARRAÇÃO ~~

A excitação estava visível tanto na face, corpo e palavras de Eileen; chegando até mesmo dar em cima do Healer de maneira brincalhona. A jovem estrangeira havia questionado os materiais dos morcegos e sobre existir um local para criação de itens. – Hummm, acho que não tem. Nossa Guilda é relativamente nova, apesar de nossa antiga equipe já ter ido em alguns portais. Responderia Alduin em seguida ao ouvir a pergunta de Eillen.

Após caminharem pelas vias espessas dentro da Dungeon, saindo em um local mais estreito, o Healer e Mago pareciam mais tensos ao perceberem os próximos monstros adiante. Eileen tentava amenizar a situação com suas piadas, o que era habitual dela devido a euforia e gloria momentânea, diferente de Ouki que já possuía mais experiencia e já havia visto muitas mortes de seus aliados. – Como é!? Não é hora de ficar brincando, Eileen. Ele diria com o rosto um tanto corado, mas que logo retornaria a uma expressão mais séria.

Apesar da luminosidade da caverna ser precária, em grande parte prejudicando Eileen, ela ainda sim conseguia visualizar os lizardman devido apo clarão das pedras próximos a eles, além de que pelos seus tamanhos... talvez até um cego conseguisse vê-los. Por outro lado, os equipamentos de forma minuciosa apenas aqueles com capacidade de percepção alta poderia cataloga-los, como por exemplo Erica. Que não só os via, mas também os distinguia um dos outros em todos aspectos.

Berwald havia proposto um plano de atrair os mesmos, mas talvez não fosse a melhor ideia. No entanto, Ouki viria a concordar com a mesma por hora. – Parece razoável, o problema que aquela cabeça de vento já foi. Ele diria ao apontar para Meg. Mas antes de conseguirem atrair as bestas, dois fatores haviam ocorrido que iria mudar a situação. O primeiro era Erica que, após ouvir a ideia do mago, decidiu por desferir uma flechada buscando derrubar o lizardman que estaria supostamente dormindo; ela havia notado graças a sua capacidade de sentidos e havia sido uma boa decisão. O outro fator era Meg; que sorrateiramente havia atacado quase em conjunto um dos lizardman mais próximos, aquele que portava um escudo em seu antebraço.

Apesar desses ataques sorrateiros e inesperado para as bestas, o que os caçadores não haviam prestado atenção era que havia outro escondido nas sombras, camuflado de forma furtiva e como legitimo predador. Esse por sinal estava em cima do teto, como se possuísse cola em suas patas e seu tamanho era por volta de 7 metros de cumprimento, repleto de escamas afiadas em suas costas, garras e dentes afiados e várias pernas. Eileen, se tivesse visto, poderia catalogar como um... Basilisk Lizard Obscuro. – RUUUURRRRGHHHHH! Ele grunhido de uma forma peculiar ao qual apenas os lizardman poderiam entender. Os cinco répteis notavam a presença dos caçadores e imediatamente atacavam. A flecha de Erica havia raspado as pequenas escamas de seu alvo, enquanto as adagas de Meg deslizavam sobre seu alvo cortando superficialmente.

Meg havia sido alvejada, após impacto do escudo do lizard, que arremessava ela para o outro lado próximo dos caçadores. Por sorte, ou habilidade, a caçadora havia protegido seu corpo com suas adagas e braços, mas certamente havia causado um bom dano. 3 dos lizardman com maior velocidade havia avançado e saltado pelos obstáculos, inclusive, colididos com a rápida decisão de Eileen que tentava lhes empurrar para a queda, o que inesperadamente fora uma tática excepcional. O lizardman que havia enfrentado Berwald era o que possuía o rabo longo e versátil, poderia a caçadora agora notar melhor logo após o monstro usar o rabo para prender em um dos pés e quase levar junto a lutadora. Ele imediatamente retornou ao usar a mulher como pivô de apoio e saltar por cima dela e ficar de frente ao mago.

Berwald havia desferido golpes utilizando de sua arte marcial, mas aquele enorme e longo rabo da lizardman conseguia defender os ataques mesmo estando de costas. Os hematomas viriam a ser expostos em sua calda e uma expressão mais ameaçadora por parte da besta surgiria. Seja sorte, ou tática da Fighter, ela havia conseguido chamar a atenção do Lizardman e enquanto o mesmo desferia alguns golpes com seu rabo, errando com a mobilidade e defesa de Eileen, o lagarto viria a apelar para agarrar novamente, mas dessa vez sobre o pulso da lutadora, e em seguida girar ela rapidamente para lateral e fazer a mulher colidir contra lateral do rochedo mais próximo. No entanto, devido ter ignorado o mago, houve-se tempo para o mesmo descarregar uma rajada de vento ao qual impulsionou a criatura para a beirada do abismo ficando com metade do seu corpo em pleno ar. – Você está bem Eileen??? O mago parecia preocupado com a Fighter, até esquecendo da classe da mesma.

- Caia de uma vez seu réptil repugnante! Vociferaria Ouki após desferir outro ataque com intuito de arremessar a criatura para o abismo. Porém, ao mesmo tempo do ataque do mago, outro lizardman se intrometia no meio e recebia o impacto de ar. – SHIIUURRRRRR! Resmungava a besta com seus olhos reptilianos enquanto dissipava o ar pela sua arma.

Durante o tempo em que o embate entre o lizardman de cauda comprida e o outro que portava uma espada, Meg tentava se por de pé, mas era surpreendida pela velocidade daquele Lizardman que portava adaga começava a retalhar a pequena garota sem dar tempo da mesma contra-atacar; prevalecendo evasões e bloqueio entre adagas. Simultaneamente, Erica havia decidido atacar o réptil que possuía flechas e arco. Uma decisão bastante sabia ou talvez instintiva?! O importante era que graças a caçadora Rank-B, o time não precisou lidar com um monstro a longa distância, afinal, as flechas desferidas por ele acabavam errando devido ele ter que esquivar das flechas da caçadora Ranger.

Dois dos lizardman havia ficado do outro lado da ponte; o lagarto arqueiro e o que portava escudo. Estava cada vez mais difícil do lizard esquivar da excepcional mira de Erica, que prensava e atingia algumas partes da criatura. Mas antes que ela viesse a finalizar com certa facilidade, ficando visível a diferença de “destreza”, aquele lizard de maior porte e escudo acabava servindo de escudo para a besta mais frágil. Mas isso só havia ocorrido devido o rugido da criatura que estaria colada no teto. – GHUUUURRRIIIMM. Era um som estranho e diferente do anterior, parecia ser um tipo de comunicação entre eles, afinal, em seguida a isso o lizard havia se mobilizado para defender o lagarto arqueiro.

As escamas daquele lagarto certamente eram duras e espessas, já que, as flechas mesmo poderosas devido a distância ou talvez resiliência do lizard, cravavam em seu corpo, mas não faziam ele recuar. Ele havia direcionado o escudo para maior eficiência, mas devido a explosão de velocidade das flechas de Erica, devido sua Skill, atingiam em cheio algumas partes do corpo dele e, posteriormente, o escudo. Havia causado danos, mas aos olhos da garota o lizard nem se quer expressava dor.

Três coisas eram certas, e que todos haviam notado. Primeiro: aquele Basilisk era o Boss da Dungeon. Segundo: os Lizardman não eram bons em trabalhar juntos, mas sabiam seguir ordens. Terceiro: havia diferença em suas características, mas uma delas todos possuíam: ótima agilidade. O Boss demonstrava estar confiante, pois, não havia se intrometido no combate, ou talvez estivesse tramando algo? Ainda era incerto, já que, tudo havia ocorrido em poucos minutos. Eileen estava se pondo de pé, com alguns ferimentos, mas nada que viesse a lhe atrapalhar. Erica estava diante de um lizard com ótimo vigor e defesa; os dois lizard pareciam combinar, pois, o que faltava num o outro tinha.

- Maldição!!! Vê se não desperdiça meu Buff supremo! Gritava Alduin ao reativar sua Skill de Buff para Eileen novamente, apesar de ele dizer supremo era o mesmo de antes. O Healer logo em seguida, recuava alguns metros para evitar o combate como bem diz sua classe, já que, ele certamente seria inútil em combate direto. Mas ele sabia se viesse a cair, muito certamente prejudicaria demasiadamente a Party. O corpo da caçadora Berwald novamente florescia em mana, coberto por uma aura junto a sua força elevada. Ainda que estivesse poucos metros para atacar as bestas e evitar que Ouki viesse a ser alvo, sabendo que magos não são bons em resistência, o problema real era se... Erica conseguiria impedir os ataques do lizard arqueiro. Afinal, eram poucos metros de um para o outro em termos de combate.
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#00cc00/Ouki Mago (líder da invasão) Rank-C:
Oh my... - Página 3 3p5oUxy
#ff9900/Alduin Baragan; Healer Rank-D:
Oh my... - Página 3 KVKYoYe
#ff0033/Meg, caixinha supresa; Reaper Rank-C:
Oh my... - Página 3 HaFurVs
Dungeon:
Oh my... - Página 3 V9NhVOY
Oh my... - Página 3 W6YDUVx

Rank: C
Mobs Atuais: Morcegos Venenosos; Lizardman;
Mobs totais: ?
Sub-Boss: ?
Boss final: Basilisk Lizard Obscuro.

Grupo de Lizardman's/ Basilisk:

Oh my... - Página 3 E7nPbkj
Oh my... - Página 3 KtB2TFt
Oh my... - Página 3 LfvzZLy
Oh my... - Página 3 N27xdlI
Oh my... - Página 3 G85INs9
Oh my... - Página 3 BiKdgBP
Blindão
Blindão
Créditos : 0
G$ 1,000
Localização : Los Angeles, Eua

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Æther

DINHEIRO
Rank E


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Oh my... - Página 3 Va93oAq
31/8/2020, 19:21

"As escamas são mesmo irritantes." Ficava desgostosa com o fato de meus ataques não serem tão efetivos nos répteis quanto foram nos morcegos. "E como se não bastasse esses lagartos ainda são esguios." Eu realmente não gosto de errar os alvos, faz com que eu me sinta inútil, e só porque eles podem se mover não é desculpa, mas de longe o que me deixou mais descontente era aquele do escudo ficando na frente do arqueiro e atrapalhando minha disputa pessoal. Torci os lábios irritadiça, porém o "culpado" era o outro réptil no teto. "Se eu eliminá-lo os outros devem ficar perdidos…" Canalizei a mana em minhas mãos apontando a flecha mágica na direção do lagarto de coloração escura…Hesitei, e não o atacaria. "Se ele descer pode ser pior." Tal pensamento me deixou insegura, ele me parecia menos nocivo estando longe, e se eu o atacar ele pode descer me fazendo ter de lidar com o chefe junto dos subordinados. "Melhor tentar outra abordagem." Desistindo da idéia de atacar o líder, observei o cenário a frente com o intuito de escolher outros alvos.

E posso dizer que outra idéia surgiu rapidamente, como eu pude manter dois monstros distantes fiquei confiante para tentar lidar mais répteis. "Eles estão com mais dificuldades do que eu." Como meus colegas caçadores não tinham a mesma facilidade que a minha foi um incentivo extra para atacar os outros lagartos, e assim aumentar as chances deles me causarem problema por conta de uma falha alheia, então simplesmente iria ignorar os dois lagartos mais distantes, para disparar contra o lagarto espadachim e o de cauda alongada. "Acertar as partes moles?" Como tentar perfurar a armadura de escamas não havia dado certo iria observar os lagartos com mais atenção, a fim de identificar possíveis regiões em seus corpos que não houvessem escamas, mas se o revestimento de escama fosse completo manteria os disparos focados na região torácica dos mesmos. De início eu não iria interferir no combate da reaper, porque ela apenas me causa a impressão de que não gosta de alguém atrapalhando, vulgo dando ks, porém se a mesma pedisse ajuda ou ela ficasse em desvantagem no confronto eu iria disparar poucas vezes contra as costas do réptil com adagas, com o intuito principal de atrapalhar o lagarto e Meg poder acertá-lo com um golpe limpo.

Eu não teria exatamente um foco entre o cauda alongada ou o lagarto espadachim, apenas tentaria acertar o que estivesse com a guarda baixa para mim em dado momento, mas se alguns deles fosse pressionado a ponto de ficar próximo do abismo eu iria disparar principalmente contra ele, querendo acelerar sua queda, mesmo que isso não o elimine, afinal, ele também pode saber escalar igual o líder, mas ao menos deve servir para tirá-lo da batalha durante algum tempo.

Como o réptil de cauda longa se mostrou potencialmente problemático, eu ficaria atenta a uma situação deveras específica, se ele conseguisse usar a cauda para prender alguém eu iria atirar contra ele, mirando justamente na cauda, e assim torcer para que meu ataque seja suficiente para que ele afrouxe o aperto, facilitando a fuga de meu colega caçador preso. Porém se o réptil percebesse minha atenção de atacar e usasse a pessoa presa como escudo eu hesitaria por um instante, para então atirar contra o lagarto espadachim, assim me restaria apenas torcer para meu colega preso aproveitar essa chance para se soltar por conta própria, ou então aguardar pela distração do réptil com cauda longa, para disparar novamente contra ele até a pessoa presa conseguir escapar.

Não sabendo o quanto os répteis agem de forma independente sem seguir ordens tomaria cuidado na possibilidade de algum dos que pulou a ponte viesse me atacar, ignorando os meus colegas caçadores, nesse caso com eles ainda distantes eu começaria me afastar a passos pequenos e ligeiros enquanto disparo contra eles mirando principalmente nas pernas, na intenção de ao menos atrasá-los, mantendo em mente a contagem dos disparos feitos. Tomando cuidado também para não acabar de costas com uma parede ou para algum outro lagarto, tentando também não me afastar muito do lagarto arqueiro para mantê-lo dentro do alcance de minhas flechas, se necessário me moveria num semicírculo para me afastar dos perseguidores e ficar próxima o suficiente para poder atacar o arqueiro.

E na possibilidade do lagarto com escudo se afastar do arqueiro eu retornaria minha disputa pessoal, tentando abater o arqueiro num combate de "pontaria", como as habilidades dele pareceram inferiores a minha eu ficaria confiante para ser mais ofensiva, disparando menos vezes porém tentando mirar melhor, atirando quando o mesmo tivesse empunhado o arco para disparar, usando meus ataques certeiros para continuar perturbando a pontaria do arqueiro.

Essa plano teria como foco principal o arqueiro, pois me pareceu ineficiente continuar disparando contra ele enquanto o lagarto escudeiro aparava minhas flechas. Comigo a princípio mudando o foco eu iria aguardar até que o réptil com arco saísse detrás do escudeiro para atacar, e quando o fizesse iria afiar meu olhar satisfatório contra ele lhe disparando uma flecha "Peguei você." Manteria também uma movimentação lateral na frente do lagarto arqueiro, para podê-lo acompanhar para evitar que ele conseguisse um ângulo para atirar contra os outros caçadores ao mesmo tempo em que se mantém protegido de mim atrás do lagarto tank. Um outro detalhe é que eu iria mirar todo o décimo disparo contra o arqueiro, atirando do lado ou acima do escudeiro para poder acertar o arqueiro atrás.

Porém se algum dos répteis conseguisse se aproximar de mim, eu me veria obrigada a considerá-lo como uma prioridade, me afastando com uma curta corrida para ganhar velocidade e realizar saltos longos para distanciar-me do lagarto em questão, enquanto ainda no ar iria disparar contra ele, querendo dificultar sua aproximação ou poder evitar algum ataque enquanto estou com meus pés longe do solo. E para evitar de ficar muito afastada do grupo eu me moveria circularmente pela dungeon a fim de conseguir retornar para perto de meus colegas enquanto evito o lagarto mais próximos com os saltos.

E apenas por precaução, eu iria reservar um pouco de minha atenção para o lagarto chefe, mesmo que possa ser um tanto complicado considerando todo o campo de batalha, minha atenção seria principalmente para caso ele tentasse arremessar alguma estalactite do teto da dungeon ou algum tipo de espinho, se fosse contra mim eu apenas me afastaria do projétil com uma corrida curta em linha reta, mas se ele mirasse em outro caçadora eu tentaria acertar o pedregulho com um disparo mágico. Entretanto se ele cuspisse algo, como veneno, ou seja la que esses monstros fazem, eu me afastaria igualmente se eu fosse o alvo, mas se fosse outra pessoa. - Cuidado, em cima. - Avisando o alvo do lagarto chefe, chamando a pessoa pelo nome, pois não sei se tentar aparar algum assim com um projétil mágico seria uma boa idéia, pois a colisão dos golpes poderia fazer o ataque do lagarto se espalhar. Mas se ele parecesse canalizar mana para soltar algum tipo de magia. - O líder deles vai fazer alguma coisa! - Exclamando num tom elevado de voz para que o restante do grupo pudesse me escutar com clareza, se não tivessem percebido, e aproveitando a canalização do monstro eu iria disparar contra a face do mesmo, mirando principalmente nos olhos na tentativa de obstruir a visão do lagarto ao menos para dificultar sua pontaria.


Histórico.:

Nº de Posts: 8.
Nome: Érica Hwarin.
Classe: Assassin - Ranger.
Especialização: Artificer.
Maestrias/Perícias: Armas brancas de longo alcance, Artesanato, Forja, Núcleos, Runas.
Objetivos.:

Aumentar fama de caçadora.
Criar uma Guilda.
Ter sua própria grife de equipamentos mágicos.
Aprender: Monstrologia.

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Oh my... - Página 3 TE5SNtG
1/9/2020, 07:45

Uma coisa era certa. Bater certamente é mais divertido que a apanhar. A alegria de Eileen havia sido retirada tal qual o ar que fugiu dos seus pulmões naquele choque com o rochedo. Inspirou com força no momento seguinte e quase se engasgou. - Lagartixa maldita. - Sentiu inflamar-se em raiva. Todavia o ataque em si, em termos de comparação, havia sido como tomar uma facada nas costas em seu passado - antes de despertar - a dor era parecida, assim como a raiva a que se expunha. Mesmo a ''fofa'' preocupação de Ouki não abafou o sentimento inflamado dentro de si. - To, mas cala a boca. - A verdade é que já esteve melhor, mas não admitiria isso.

"Rabo de merda" - O desejo de Eileen era arrancar o rabo daquele maldito, não era um desejo prático, funcional ou mesmo eficiente, era algo simplesmente movido por sua irracionalidade momentânea.

Bateu o punho no chão empurrando-se a ficar de pé novamente a tempo de ter o filhotinho mais uma vez se gabando sobre suas habilidades fantásticas, mas devido seu humor momentaneamente tempestuoso ela não conseguir-lhe dar uma resposta humorada. - Certo.. - foi a única e seca resposta enquanto sentia a força sendo renovada. Em pé mais uma vez recompôs suas ideias, olhava para os dois oponentes a sua frente o rabudo que agora estava na beirada do precipício enquanto o espadachim estava mais a frente o protegendo. Por instinto os olhos dela moveram-se para o alto, para a origem da cooperação daquelas iguanas. "Se não fosse aquela coisa já teria acabado" - não pode evitar de pensar que o comando dado pelo chefe era o que estava salvando os oponentes de uma derrota esmagadora, mas não conseguia pensar em formas de evitar que isso ocorresse e por fim voltou-se ao problema a sua frente. - Me crie aberturas. - falou pro mago as suas costas.

Infelizmente, ou talvez, felizmente sua função não havia mudado. Não poderia deixar seu "posto", pois isso permitirá que os dois lagartos ali colocassem em perigo o restante do time, e pois mais que estivesse afim de transformar aquela lagartinha em pó teria de manter sua posição entre eles e o seu time, ao menos essa havia sido a função de que havia sido encubida.

Não atacaria de imediato, mesmo que sua vontade o fosse fazer, ficaria em um ponto entre os lagartos e o mago, mas também tentando se manter de alguma forma na direção do healler e da sua amiga Érika. Atacaria aquele que se aproximasse, buscando primeiro esquivar dos golpes ou bloqueá-los com golpes próprios se a esquiva não fosse possível ou se a ação de se esquivar permitisse que os oponentes passassem por ela. Diferente de antes manter-se-ia atenta a novas agarradas por parte do rabo, ou mesmo outros meios. Os golpes de espada tentaria evitar ao mover-se para trás e diagonais em constante recuo, imaginando que por o rabudo ter ficado atrás, e considerando a versatilidade mostrada por ele seria um erro de sua parte tentar esquivar enquanto avança para encaixar algum golpe no ofensor, pois poderia sofrer da cobertura realizada pelo outro a distância. Assim atacaria apenas o lagarto da espada se alguma brecha fosse dada que lhe permitir-se atacar frontalmente sem expor-se a linha de golpe de seu companheiro. Nesse momento buscaria um chute pelo lado interno da perna na altura do joelho para tentar derrubar o lagarto e na sequência tentaria agarrar o pulso da espada torcendo-o enquanto gira seu corpo puxando o braço para esticá-lo e então bater com o cotovelo do outro braço, agora dobrado como uma asa, no cotovelo do oponente para tentar desarmá-lo. Aplicaria mais de um golpe se necessário/possível para quebrar o braço ou conseguir desarmar. No momento da cotovelada teria movido a perna livre para trás e então ainda segurando o braço impulsionar-se-ia para frente em uma joelhada no abdômen/quadril do alvo. Se houvesse conseguido trazer a luta para esta extra curta distância aproveitar-se-ia para manter-se dentro da guarda da criatura e continuar a atacar cada vez mais rápido com as joelhadas, provavelmente nas coxas do alvo ou abdômen a depender da altura ou mesmo golpes nos tornozelos para tentar derrubá-la antes de começar a atacar cabeça/pescoço enquanto usa dos próprios braços/cotovelos para defletir possíveis ataques dos braços da lagartixa. Se necessário, ou atingida se afastaria, tentando rolar no chão enquanto protege a cabeça com seus braços.

Todavia se fosse mais uma vez agarrada pelo rabo, independente de ter tentado se manter atenta para evitar, fosse se afastando mais ou puxando o membro antes de ser completamente preso ela iria tentar, enquanto arremessada/puxada usar da mão livre para se agarrar ao rabo e assim ao ser lançada continuar presa para poder se puxar aproveitando-se dos efeitos do buff para lançar-se com força a frente em direção ao lagarto rabudo antes que ele tivesse tempo de recolher a cauda para se proteger saltando em sua direção com uma joelhada em direção ao centro do abdômen aproveitando a sequência para realizar um soco para o alto na direção da mandíbula a fim de não dar chance a ser mordida caso o mesmo fosse tentar isso e então tentando se mover mais rápido que o rabo a lhe atacar se abaixaria dado um chute com a sola do pé em um dos tornozelos para desestabilizar o alvo e então erguer-se-ia aproveitando da energia acumulada ao se comprimir para golpear com ambas as mãos tronco do alvo para tentar atirá-lo para trás desestabilizado dando chance para que Ouki finalizasse o trabalho. - Vá pro inferno lagartixa. - Gritaria após o golpe, mas já tentando se afastar para que Ouki pudesse atacar.

Porém a chance de ser interceptada durante o salto para contra-atacar o rabudo não era baixa, neste caso se fosse possível alterar de direção abortando o ataque o faria, mas se estivesse no ar tentaria usar os braços para se proteger da melhor forma possível sempre dando preferência a manter suas pernas em boa forma aos braços, visto que sua maior fonte de defesa e ataque eram elas. Mas se mesmo antes disse, a força do arremesso fosse demais para conseguir se segurar e impulsionar iria tentar ao menos reduzir o quanto fosse a força para conseguir se estabilizar ao invés de se chocar pesadamente com algo.

Se algum dos lagartos tentasse passar por si, em direção aos outros Eileen tomaria partido em seu encalço, contando que o aliado visado seria ao menos capaz de atacá-lo para que o mesmo fosse atrasado o suficiente para que ela alcançasse-o a tempo e assim chutar a dobra do joelho com a finalidade de derrubá-lo para frente tentando encaixar uma cotovelada giratória em direção a lateral da cabeça no processo. Todavia não entraria em perseguição caso isso fosse expor alguém a suas costas a maior perigo, e nem se isso a obrigasse a dar as costas para algum oponente ainda em condições de lutar.

Por último, prestaria atenção nos gritos de alerta dados pelos outros para se defender de algo que fugisse inicialmente a sua perceção, nesse momento tentaria perceber a direção de onde deveria tomar cuidado para então fugir do local de risco, se necessário até mesmo daria uma "carona" para Ouki caso o mesmo também estivesse na área de efeito do que quer que precisassem escapar.  Obviamente seria muito romântica em lhe dar essa carona agarrando-o como um saco que seria posto em seu ombro antes de correr para um local seguro.

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3/9/2020, 19:58

~~ NARRAÇÃO ~~

O Boss ainda permanecia no teto e influenciava no combate ainda que de forma limitada. Parecia haver alguma coisa que lhe impedia de descer de seu local. Por outro lado, Erica havia se determinado em alvejar a criatura lá em cima e por um fim nisso, se claro conseguisse acertar e matar. No entanto, sua decisão foi ainda mais sabia ao evitar tal pensamento, já que, se ela viesse a atingir e não matar, trazendo o Boss para baixo, as coisas teriam sido bem ruins para o grupo de caçadores.

A caçadora ranger tinha em mente tentar buscar partes do corpo mais sucessíveis para alvejar e assim gerar danos descentes. Porém, Erica não possuía conhecimentos de monstros ou muito menos de suas anatomias, o que apenas permitiu ela atirar instintivamente e não de forma consciente. Claro que ter conhecimento de repteis tradicionais no mundo dos humanos poderia ter em mente que eles sim possuem partes mais “Frágeis”, mas comparar com essas bestas magicas era definitivamente um erro. E qualquer detalhe para um atirador, certamente faria demasiada diferença em seu tiro.

Enquanto Meg possuía dificuldades para lidar com o lizardman gatuno, a mesma não pedia por ajuda e parecia estar se divertindo ao manifestar um sorriso bastante grotesco, mesmo em sua face jovem e esbelta. Erica até tinha desejo em ajudar, mas pelo fato de a mesma não pedir por ajuda a ranger atentou-se aos outros a sua frente. A caçadora de madeixas brancas estava visando atirar contra aquele próximo a ela com a guarda baixa, entretanto, nem o lizardman espadachim ou de rabo longo demonstravam tais brechas, pois, eles fintavam o Mago a frente, Eileen e Erica. Revezando com seus olhos reptilianos de uma forma fria e obstinada.

Como o Lizard próximo do abismo havia ficado de pé, Erica decidira por alvejar o mesmo. Ouki possuía experiencia e era o líder do grupo e estava atento a tudo, justamente notando a atitude da caçadora e atacando com uma rajada de vento em forma de “L” para unir e agregar na queda do Lizard; evitando assim o alvo a sua frente e priorizando o de trás. A diferença de rank fazia jus, pois, Erica acertava o mesmo, em sincronia com ataque Elemental do mago, e atingiam em cheio a besta, que terminava sendo empurrada ao mesmo tempo que seu tronco e braço eram retalhados; caindo inevitavelmente para baixo do abismo.

Talvez fosse sorte, instinto ou sagacidade, independente, a questão era que a decisão em alvejar o lizard de rabo longo havia sido sem duvidas a melhor. Tanto em termos de potencial ofensivo, como principalmente por diminuir o grupo dos Lizard. O real problema era que após o ataque do Mago em sincronia com de Erica para enfatizar a ofensiva, havia gerado uma brecha da qual o Lizard espadachim aproveitava e atacava instintivamente seu alvo a frente: o mago. Erica até poderia ajudar Ouki, mas notando que o Lizard arqueiro havia se posicionado para atirar contra o grupo de caçadores, e ela sabendo que a vantagem de ranger era monstruosa em termos de distância, a mesma impedia com suas flechas para neutralizar a ofensiva dele.

Enquanto isso, a frustração e fúria da guerreira ficavam visíveis em seu tom de voz e semblante. O que outrora parecia fácil, agora a dura realidade era exposta para Eileen. Apesar da facilidade de Erica devido seu rank, por sua vez Berwald era uma Rank C baixo da média, o que poderia ter maiores dificuldades naturalmente, sua sorte ou benção, seu time era bem equilibrado e a Skill de Alduin aumentava a força de ataque.

A Warrior notando o avanço do Lizardman espadachim contra Ouki que estava com guarda baixa em seguida a usar seu poder de vento para auxiliar Erica, a lutadora partiu para o ataque, ou melhor dizendo “defesa” e impedia o monstro de colidir contra o líder do grupo, uma ação bastante astuta, apesar da mulher não demonstrar muito essa característica. Seja instinto ou fúria, a questão era que Eileen havia impedido de Ouki ser atingido e certamente sofrer danos graves, afinal, a diferença de vigor físico era monstruosa entre mago e guerreiro; principalmente Berwald que possuía um vigor superior ao seu rank.

Apesar da capacidade defensiva da Fighter ser alta, seus sentidos eram precários. Tanto que até mesmo o Lizardman espadachim bloqueava todos os golpes da lutadora sem qualquer esforço e ainda desferia em contra-ataque corte após corte que ainda a maioria esquivado ou defletido, alguns penetravam e atingiam a mulher. Eileen tentava atingir a parte de baixo da besta, também tentava agarrar parte de cima para desarmar o lizard, mas a criatura conseguia impedir as ofensivas da mulher até que após desferir uma espadada de cima para baixo, essa qual Eileen evadia para lateral, criava uma brecha ao qual seu pé era agarrado pelo rabo do inimigo. Parecia ser uma habilidade que todos eles possuíam, manejar o rabo ao seu bel prazer. O rabo certamente era um membro extra deveras útil a eles e bastante irritante para os caçadores.

No momento em que Berwald foi lançada de baixo para cima e depois em queda livre, a mesma agarrar parte da calda para se fixar e não soltar seu alvo, exigindo que a besta remexesse seu rabo freneticamente enquanto a mulher permanecia suspensa no ar. Apesar da mobilidade do rabo do Lizard ser boa nem de longe se comparava a do outro que possuía um rabo 2 vezes maior, mais forte e resistente. Exatamente por isso, Eileen ao se agarrar com força, aproveitando do Buster que sua passiva permitia alavancar sua força enquanto estivesse em combate, acabava decepando metade do membro do Lizard e era arremessada alguns metros acabando ficando próxima de Alduin. – Ow! Você já deveria ter matado aquele bicho de uma vez, você recebeu meu Buff da um jeito nisso! Baragan dizia com as pernas um tanto tremulas, enquanto apontava para Fighter de costas sobre chão; ouvindo parte do rabo se remexer ao seu lado. – Que troço nojento. Alduin viria a chutar a calda para longe.

Em seguida Eileen vociferava para Ouki finalizar a criatura e foi nesse momento que o Mago, até então parado e sem ação para ajudar, viria dizer. – Obrigado Eileen pelo tempo que você me deu! Agora posso usar a mana canalizada e pôr um fim nessa besta! Ele terminaria de dizer ao mesmo tempo que um globo esférico emergiria por volta de seu corpo de cor transparente e imediatamente ecoando um som de vendável forte. – Furious Cyclone! Uma rajada em forma esférica atingia em cheio o Lizard que era empurrado e empurrado, mesmo persistindo com ataque, cada vez mais era impulsionado até ficar próximo do abismo. – Aceita que dói menos! Ouki diria durante o tempo que sua Skill manifestaria um rompimento mais furioso, mas não antes de intensificar e fatiar as escamas do alvo e por fim faze-lo cair para abismo. Claro que os Lizard em grande parte são do tipo guerreiros e lutadores, sendo melhores contra combates direto, mas contra magia parecia ser o ponto fraco deles.

Apesar do Lizardman de escudo retornar a frente do arqueiro servindo de escudo, impedindo por sua vez que Erica viesse a ceifar a vida do atirador inimigo, impedia ele também de disparar suas flechas; ambos permaneciam empatados. Isso era o que poderiam pensar, mas Erica sabia que apesar do Lizardman tank servir de escudo e parecer não levar danos, quando suas flechas alvejaram o tronco e escudo, parte delas penetravam suas escamas ao ponto de fazer o mesmo sangrar pelos locais e boca. Foi só então que Erica notaria que seu corpo estaria brilhando, isso graças a uma outra Skill que Alduin havia utilizado enquanto tentava permanecer fora do combate.

O poder ofensivo da caçadora havia aumentado, o que antes fazia o Lizardman defender com certo esforço, agora simplesmente geravam danos sem qualquer possibilidade de resiliência. Era fácil notar quando o Lizard cambaleou por alguns segundos a frente, apoiando suas garras no chão e deixando parte do Lizard-arqueiro visível. E foi nesse momento que a Ranger notava a abertura e disparava contra a cabeça da besta, suas palavras faziam jus a suas ações. Poderia se ouvir um tipo de implosão, que provinha do crânio do Lizard eclodindo após os tiros de Erica acertarem em cheio; graças a força alavancada, a cabeça da besta explodia igual balão, ficando apenas seu corpo em queda para trás.

Quase todos os Lizard haviam sido mortos. Até mesmo Meg que havia estado em dificuldade com o seu oponente, demonstrava ter feito o Lizard-gatuno em pedaços, mas apresentando extremo cansaço e ferimentos. Apenas o Lizard-tank havia sobrevivido e estava do outro lado da ponte. Entretanto, com a derrota de seus lacaios o Boss vociferava um grunhido que poderiam perceber a fúria do mesmo. Ele então se soltava do teto e caia por cima do Lizard-tank, retalhando-o com suas garras e demonstrando a diferença de tamanho entre ele e os caçadores. Em seguida adentrava no que parecia ser seu covil; ou uma parte mais a fundo do seu território, afinal, seu domínio era toda aquela extensão.

Ao entrar pela entrada um pouco estreita, acabava arrombando e esmigalhando toda entrada e mostrando aos caçadores um buraco fundo e de baixa iluminação. Percorreriam pouco mais de 1 quilometro até chegar no salão principal do Basilisk. Mas antes disso, Ouki viria olhar para todos e fazer seu papel como líder. – Alduin verifique os ferimentos de Meg e cure-os. Caçadoras Eileen e Erica analisem seus ferimentos e sua mana. Agora só falta o Boss para finalizar o portal. Ele diria ao mexer nos cabelos e retirar o suor da testa, havia ficado nervoso e com medo quando a criatura saiu do teto, pois, sua mana estava baixa e se viesse para combate, realmente seria difícil lidar.

O Healer andava até Meg que estava caída e em trapos e em seguida utilizava uma Skill para recuperar o estado da mesma. Enquanto isso, Ouki viria a se sentar e soltar um suspiro. - Realmente são osso duro de roer essa especie. Soltaria um sorriso de alivio por todos estarem vivos, apesar dos ferimentos. Erica estava totalmente bem, atirador tem seus beneficios ainda mais pelo seu rank ser elevado. Por outro lado Eileen estava com alguns arranhoes, cortes e hematomas pelo corpo, mas nada que viesse a prejudicar qualquer ação por sua parte, sua robustez balanceava a falta de destreza.




#00cc00/Ouki Mago (líder da invasão) Rank-C:

Oh my... - Página 3 3p5oUxy
#ff9900/Alduin Baragan; Healer Rank-D:

Oh my... - Página 3 KVKYoYe
#ff0033/Meg, caixinha supresa; Reaper Rank-C:

Oh my... - Página 3 HaFurVs
Dungeon:

Oh my... - Página 3 V9NhVOY
Oh my... - Página 3 W6YDUVx
[color=#00cc00]
Rank: C
Mobs Atuais: Morcegos Venenosos; Lizardman;
Mobs totais: ?
Sub-Boss: ?
Boss final: Basilisk Lizard Obscuro.

Grupo de Lizardman's/ Basilisk:
Oh my... - Página 3 E7nPbkj
Blindão
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Oh my... - Página 3 Va93oAq
8/9/2020, 20:11


Havia "acabado". Os lagartos foram derrotados, mas a loira acabou por não sentir exatamente a realização que esperava. Havia, é claro, desempenhado o papel do qual fora incubido, então deveria estar feliz? Talvez fosse, deveria ter que possuir o orgulho de ter mantido os monstros ocupados tempo o suficiente para que seus colegas finalizar, mas, Eileen nunca jogou jogos e também não estava tão habituada a este conceito de "TeamPlay" e por tal o papel real de um ''tanker'' era-lhe algo vago. O havia feito é claro, mas apenas porque havia prometido no inicio do portal para o Mago, para que ele pudesse se tranquilizar e por tal deveria estar bem, mas o sentimento de ''improdutividade'' permaneceu.

Ela acabou por se sentir ineficiente, por assim dizer, não ter conseguido causar danos de verdade nos lagartos acabou por frustrá-la. Queria gritar, ou xingar… Tê-lo-ia feito, mas a verdade é que não era culpa dos outros e na verdade não entendia bem as razões por trás da sua ineficácia.

Sentiu que os monstros eram fortes, ao menos tão fortes quanto ela. Sentiu que eram rápidos também, mas não tinha imensa dificuldade em acompanhá-los, mas ainda assim não conseguiu encaixar os seus golpes. Olhando para baixo, apertou e abriu as mãos repetidas vezes e decidiu que não tinha porque ser orgulhosa, mas ao mesmo tempo não queria se envergonhar dizendo aquilo para todos e por tal, embora fosse mais sensato pedir auxílio a Ouki para entender, ela não o fez.

Aproximou-se da sua colega, ao menos com ela sentiu-se um pouco mais confortável, ainda que houvessem se conhecido a pouco tempo. Ela era uma novata assim como ela, mas… Muito mais forte pelo que pode perceber. - Não achei que seria tão difícil de acertar. - Havia erguido o punho à frente do busto. - Pra você pareceu tão mais fácil. - Havia novamente uma leve insinuação de inveja em sua voz, talvez fosse normal desejar aquilo que não temos. - É só por causa do Rank? - Seu conhecimento sobre caçadores era um pouco parco, embora pudesse compensar no conhecimento sobre monstros, então não sabia se essa grande diferença apresentada era devido a somente um rank, ou se havia algo mais.

Ela teria se sentido melhor se houvesse conseguido cuidar de algum dos lagartos sozinha, ainda que esse não seja o propósito e sim um desejo egoísta gerado pelo desconhecimento do funcionamento das equipes nos portais. - Ferida apenas no Ego. - Responderia para Ouki um pouco mais alto após a ''checagem''. Bateu uma mão contra a outra limpando-as e também bateu na roupa.


>><<

Após um breve período para recuperar seu ego ferido, talvez com ajuda de palavras reconfortantes ela mais uma vez voltaria a ser ''ela mesma'', aceitando que teria que aceitar. - Aquele era um Basilisk né? - Elevou um pouco a voz para o mago ao mesmo tempo que tentaria começar a lembrar o que sabia sobre o mesmo. O motivo era por querer ser mais útil e se não o poderia fazer através dos danos o faria como pudesse. Conforme se recordasse das antigas leituras que seu pai obrigou ou também apelando para o que tivesse conseguido discernir ao observar a criatura no pouco tempo que teve ela começaria a informar aos outros o que sabia, é claro, se quisessem ouvir.  (Off: Seja um bom mestre e informe o que eu sei informar kkkkk.)

Ao final não tinha muito o que fazer a não ser conversar, obviamente faltava a bebida para acompanhar o papo, mas teria de se virar sem isso nesse momento. - O cara que se machucou, como foi? - Ao ter visto a maluquinha ser curada ela acabou ficando com essa duvida. - Afinal ele cura não? - Agora que havia visto tinha certeza do o que antes apenas supunha. Também se sentiu inclinada a perguntar, pois como estava percebendo era ela própria a estar fazendo o mesmo papel do cara que estava agora no hospital.

Quando a ''ordem'' fosse dada prosseguiria. Não tinha muitas opiniões para dar afinal e estava apenas tentando entender como tudo ''funcionava'' - Agora muda alguma coisa? - Ela mais uma vez perguntaria para checar se o que estava fazendo deveria ser mantido. - Aquela iguana parece mais esperta, ela não vai só me ignorar? - a ideia lhe surgiu visto que a lagartixa havia ficado apenas observando ao mesmo tempo que comandava as outras lagartixas e se alguém pode comandar… Seria normal esperar que pudesse perceber que devia apenas ignorá-la.

Assim que tudo começasse a ficar mais escuro iria reclamar. - Vocês não deviam trazer tochas não? Ta uma bosta enxergar aqui, não vejo a porra dos meus peitos e eles não são pequenos.


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14/9/2020, 06:27

Meus olhos imediatamente cresceram na direção do basilisk que disparava a correr de maneira súbita, com as erguidas sem conseguir piscar encarando o monstro incapaz de disfarçar a surpresa pela fuga, e num reflexo abrupto quase tão natural quanto respirar levei a mão nas costas para puxar uma flecha, apenas para lembrar mais uma vez de sua inexistência, então sacudi a cabeça enquanto torcia o lábio inconformada, tomada pela emoção meu olhar cravou-se nas costas do réptil, as sobrancelhas arquearam-se quando forcei a visão com minha atenção totalmente centrada no monstro, apenas para ter o desgosto de observá-lo cada vez mais distante antes que eu pudesse interrompê-lo. - Tsc! - Bufei enraivecida, deixei que os pesos dos braços simplesmente caísse junto dos olhos, apesar da "vitória" o sabor amargo da frustração predominava na boca. - Se eu tivesse me mantido mais atenta... - Devagar fechei os dedos cerrando o punho com força exagerada a ponto de estremecer, o esverdeado vívido de meus olhos aprofundou-se num ar denso, me trazendo a sensação ruim dentro do peito das vezes que falhei e era cobrada além de repreendida por cada erro.

Quando a loira aproximou-se minha primeira reação foi a de erguer os olhos de encontro aos dela, já esperando receber algum tipo de advertência por ter deixado o boss fugir. Porém eu estava enganada, e surpresa ergui a sobrancelha piscando forte para recobrar racionalidade, então cocei a garganta antes de respondê-la, relaxando um pouco da postura tensa. - Eles eram rápidos, tanto quanto eu ou até mais, mas você parecia ainda mais ágil, porém não achei difícil de acertá-los. - A princípio eu apenas respondi o ponto levantado por Eileen. - Os equipamentos mágicos podem melhorar a pontaria, se isso for realmente problemático para você. - Dizendo como uma sugestão para poder contornar a dificuldade de Eileen. - Não deve ser apenas rank, o Ouki também não me pareceu ter tanta dificuldade para acertá-los, a classe também deve influenciar. -[/blur] Comentava sem ter certeza do que se eu estava falando era pertinente, mas como eu e o mago somos de longa distância e tivemos um desempenho satisfatório no ataque me parece fazer algum sentido. - Mas… Hmmm…. - Uma das bochechas se inflou de ar enquanto fitei Eileen por alguns segundos, eu estava tendo dificuldades em encontrar as palavras para expor minha idéia. - Tenta não pensar muito nisso agora, até porque graças a você eu e o mago pudemos atacar em segurança. - Era bem difícil para mim dizer a "coisa certa" nessas horas, nunca fui do tipo que anima os outros ou algo assim, mas como Eileen me pareceu bastante incomodada tentei livrar esses pensamentos de preocupação da mente dela, ficando quietinha por alguns segundos aguardando uma possível resposta. - Se dessa vez você puder continuar me defendendo eu vou transformar aquele lagarto gigante em uma almofada de alfinetes. - Um pequeno sorriso ganhou forma em meus lábios finos, ao mesmo tempo que o olhar amigável era direcionado a loira, de alguma forma conversar com ela fazia meu estresse diminuir, apesar do desgosto contra o basilisk permanecer. - E ainda vou usar o couro dele para costurar uma bela bolsa. - Essa última parte eu praticamente pensei alto, inflando ambas as bochechas e afiando meus grandes olhos furiosos, enquanto cerrava o punho determinada a me vingar da lagartixa fujona.

Quando o mago questionou-me sla respeito de meu estado "físico-mágico" por um segundo meus olhos percorreram o corpo, apenas afirmar o óbvio. - Tô tipo a Eileen. - Respondi meio desapontada enquanto inclinava a cabeça brevemente na direção da loira, não havia sido ferida, e ainda me resta muita mana, porém, não era fácil digerir o fato de ter perdido o alvo. Como um tique nervoso soltei os cabelos e os penteei com os dedos, percorrendo todo o comprimento e jogando alguns fios soltos no chão da dungeon, para novamente prender o cabelo num rabo de cavalo deslizando minha mão sobre ele, em seguida ajeitava a roupa, desamassando e esticando, mesmo que não estivessem desorganizadas.

Agora restava apenas aguardar o grupo recuperar os ânimos, e ao contrário de minha situação com a loira eu não conseguia encontrar palavras para animar o mago, apenas consegui encarar Eileen e apontar com os olhos na direção do mago, como se quisesse dizer: "Fala com ele." Esperando que ela pudesse fazer isso melhor do que eu, apesar dela poder simplesmente não entender o que quero expressar.

Não conseguia visualizar algo de útil para fazer enquanto aguardava pela recuperação, apenas fiquei ansiosa de braços cruzados e batendo a ponta do dedo indicador no braço, sem disfarçar a ansiedade, olhando de um lado para outra esperando por algum ataque surpresa, mas era somente minha vontade de ter algo para fazer. Por sorte eu podia contar com Eileen para falar algo a mais a respeito do basilisk que diminuía minha ansiedade e a sensação de perder tempo.

Quando o grupo estivesse recuperado na medida do possível e começasse a caminhar eu iria apertar o passo. - Deixa eu ficar na frente. - Não tomava exatamente a liderança, apenas gostaria de poder caminhar sem ninguém na frente, provavelmente estando ao lado da loira, pois assim eu poderia observar melhor o que nos aguarda, e quem sabe conseguir avistar alguma emboscada antes de cairmos nela.

- Eu também não consigo vê-los daqui… - Respondia o comentário cômico de Eileen dizendo com um ar de seriedade como se a fato estar escuro fosse o motivo de não poder enxergá-la. - Com todas essas roupas fica impossível ver qualquer coisa. - Prendia o riso enquanto dizia num tom malicioso e extremamente descarado, apenas para fazer uma piada, e não querer dar em cima da loira.

Após a breve descontração eu voltaria a ficar séria, franzindo o cenho enquanto semicerrava os olhos, desta forma me obriguei a ficar concentrada no trajeto, analisando-o minuciosamente buscando por túneis extras nas paredes ou frestas grandes o suficiente para algum monstro se esconder mesmo os morcegos, e se encontrasse algo assim iria apontar na direção querendo dizer para o grupo tomar cuidado, ou ainda algum outro lagarto vindo da frente, neste caso eu retornaria alguns passos ficando atrás de Eileen. Mas se o que eu pudesse identificar fosse apenas mana, eu iria estender o braço horizontalmente na frente do grupo querendo dizer para pararem. - Tem algo ali. - Apontando na direção onde senti a mana, ainda sem saber do que se trata, apenas para alertar o grupo. Com meus olhos cuidando da frente, eu também prestaria atenção ao sons, e assim tentar escutar a aproximação de algo vindo pela retaguarda. - Atrás da gente! - Exclamaria exasperada, virando bruscamente o rosto por cima do ombro na direção da equipe, se caso eu escutasse algo como passos ou rugidos vindo por trás.

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Nome: Érica Hwarin.
Classe: Assassin - Ranger.
Especialização: Artificer.
Maestrias/Perícias: Armas brancas de longo alcance, Artesanato, Forja, Núcleos, Runas.
Objetivos.:

Aumentar fama de caçadora.
Criar uma Guilda.
Ter sua própria grife de equipamentos mágicos.
Aprender: Monstrologia.

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18/9/2020, 13:54

~~ NARRAÇÃO ~~

Haviam passado algumas horas. Enquanto isso, Ouki havia enviado uma mensagem para um grupo de coleta que haviam sido contratados para efetuar a limpa dos mobs, núcleos, carcaças e etc. tudo que pudesse ser em proveito dentro da Dungeon. Durante esse tempo, Eileen e Erica conversavam entre si após uma analise de suas performances pós combate. Apesar de suas inexperiências, conseguirem derrotarem Lizardmans sem nenhuma baixa era realmente impressionante. Alduin poderia dizer isso, se não fosse bastante egocêntrico.

- Parece que sim. O time de coleta já vai embora e aí poderemos entrar no salão principal do Boss. Ouki respondia para Eileen enquanto comia um sanduiche que trazer consigo. Enquanto o mago se alimentava para recuperar suas forças, ou melhor dizendo mana, poucos metros estaria Baragan curando os ferimentos de Meg, Eileen viria a comentar sobre a espécie do Boss; pontos fracos e fortes.

A espécie do boss era um Basilisk-Lizard-Obscure. Tal raça dotada de garras poderosas capazes de empalar seus alvos, mandíbula destrutiva ao ponto de mastigar concreto como manteiga e couraça robusta repleta de espinhos afiados e fatais, possuem capacidade tanta defensivas como ofensivas demasiadamente eficazes. O maior ponto fraco dessa raça está em si em sua visão, pois, não possuem uma visão normal como a visão dos humanos ou dos Lizardman. Diferente do habitual, os Basilisk dessa espécie em si possuem um tipo de visão que se assemelha a um infravermelho junto a um sensor de calor, inferior as cobras, mas ainda sim que lhe auxilia em detectar inimigos dentro de poucos metros próximo a ele.

Além de possuir uma visão inferior em qualidade e resolução, sua audição também é mais parecida como um sonar; identificando território a sua volta, mas sofrendo com deficiência auditiva. Devido ao peso, principalmente armadura que cobre corpo do Basilisk, sua agilidade acaba sendo prejudicada, mas sua mobilidade não é afetada. Mesmo possuindo articulações, elas também são revestidas pela sua pele espessa. As únicas partes que são expostas e menos protegidas são seus olhos e barriga. Uma criatura bastante poderosa e digna do posto como boss do portal.

Se os membros da Guild Hydra já tivessem enfrentando um Basilisk, certamente saberiam que esse Boss é bem, bem mais forte que o rank do portal. Apesar dos mobs serem padrões para uma Dungeon rank C, o chefe daquele portal superava demasiadamente eles em termos de força. Mesmo sem nenhum lacaio em seu salão, comandava os Lizard apenas com seus rugidos e com eles também afastavam os morcegos.

Após ouvirem Eileen derramando as informações até hoje obtidas sobre essa espécie, não podendo dizer com exatidão se seria só isso, pois, poderia variar um pouco suas habilidades naturais e talvez possuir algumas ocultas, seria suficiente para lhes deixar a par do que iriam enfrentar a seguir.

Ouki ouvia com atenção demonstrando estar um pouco mais sério do que anteriormente. - Tsk. Será um Boss difícil mesmo para nós. Nunca enfrentamos essa espécie antes. Se ele realmente dominava os Lizard e já foram casca-grossa, não consigo nem imaginar o quão forte esse monstro é. O mago ficava matutando para si mesmo enquanto tentava char uma boa tática para sugerir. – O ideal seria criarmos uma distração para atrair a atenção do Boss e tentar pegar ele desprevenido. Pelo que Eileen comentou, a parte mais provável de causar dano seria a parte de baixo dele. Mas o problema é conseguir mirar lá ou atingir, apesar de seu tamanho, ele deve saber instintivamente suas partes menos protegidas. Ouki dizia ao mesmo tempo que havia pegado um pedaço de pedra e fazia o desenho do Basilisk para interpretar sua opinião.

- Eu faço. Meg dizia ao se por de pé após empurrar Alduin; que por sinal já havia curado a garotinha. – Eu posso atingir ele por baixo. Mais alguma coisa, cabeça de milho? Ela dizia ao analisar suas adagas e avaliar o estado de seu armamento. – Tem certeza? Isso pode ser meio arriscado. A verdade era que Meg possui tamanho, classe e rank para isso, mas dependeriam totalmente do time para ter êxito. – Taran, Taran~ se liga maguinho que a Meg vai fazer uma chacina baragandan! A Reaper cantarolava como anteriormente, mas expressava um semblante mais sedento por sangue.

- Hum, okay. Façamos o seguinte... Erica e Eileen ficaram na linha de frente, tentem achar uma brecha para ferir o Boss! Enquanto isso eu e Meg seremos a isca. Posso usar meus poderes para melhorar nossa mobilidade e atrair maior facilidade a besta. E você Alduin foque suas curas em quem for ferido e seus Buffs em quem atacar. Ouki finalizava seu raciocínio até que Healer proferia. – Ei, ei, ei!!! Ouki você sabe que apesar de meus poderes serem extraordinários, eles têm limites né?! Se eu ficar toda hora usando Skill não vou suprir todos, já vou logo avisando. Ele apontava para o mago e em seguida cruzava os braços. – É verdade, temos que cuidar quanto a quantidade de mana usada. Eu quase fiquei sem mana antes. Foque mais em seu Buff então, e use a Cura só em ultima opção. Ouki dizia isso, pois, sabia que a cura drenava mais mana do que qualquer outra skill de Alduin.

Berwald olhava para Meg e havia questionava para Ouki quanto ao outro membro que havia sido hospitalizado. – É melhor não entrarmos nesse assunto agora. Vamos entrar no salão principal do Boss. Ele dizia e em seguida viria a falar com os coletores para saírem do local. Após saltarem para o outro lado da ponte e entrarem pela fenda criada pelo enorme corpo do Basilisk, viria a caminhar durante alguns minutos até chegarem num tipo de caverna mais profunda.

O local possuía uma circunferência esférica e com cintilo azulado por algumas partes das paredes rochosas. Pilares desformes, destroços e pequenas fendas sem saída rodeavam toda parte do local. Havia bastante espaço e fazia jus ao domínio do Basilisk; por sinal estava dormindo em cima de um dos pilares a direita do grupo de caçadores. Parte do corpo da criatura ficava para fora, devido a proporção da besta ser mais larga que o pilar em si. Ele não havia notado a chegada dos caçadores e isso era uma vantagem a se explorar.

O líder da party viria a sinalizar para a Fighter e Ranger irem para um lado enquanto ele e Meg viriam para o outro, restando apenas Alduin como retaguarda. O local em si não favorecia em nada a criatura, mas o time também não. O mage e a reaper seguiam para a esquerda tentando se aproximar da criatura ao mesmo tempo que tentavam preservar certa distancia e se moviam com cautela para não acordar de forma precipitada o Boss.




#00cc00/Ouki Mago (líder da invasão) Rank-C:

Oh my... - Página 3 3p5oUxy
#ff9900/Alduin Baragan; Healer Rank-D:

Oh my... - Página 3 KVKYoYe
#ff0033/Meg, caixinha supresa; Reaper Rank-C:

Oh my... - Página 3 HaFurVs
Dungeon:

Oh my... - Página 3 THmkHDO
Oh my... - Página 3 V9NhVOY
Oh my... - Página 3 W6YDUVx
[color=#00cc00]
Rank: C
Mobs Atuais: Morcegos Venenosos; Lizardman;
Mobs totais: ?
Sub-Boss: ?
Boss final: Basilisk Lizard Obscuro.

Grupo de Lizardman's/ Basilisk:

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Blindão
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Créditos : 0
G$ 1,000
Localização : Los Angeles, Eua

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Oh my... - Página 3 Va93oAq
16/3/2021, 21:50


Desciam ainda pelo corredor levemente inclinado pelo qual o boss havia escapado horas atrás. Era especialmente difícil para Eileen, tanto pela responsabilidade de fazer a fronte como pela sua completa dificuldade de enxergar algo à frente do seu nariz. Havia conseguido recuperar um pouco do seu espírito enquanto conversava com Erika durante a pausa de modo que lhe restava muito da animação pela experiência e talvez pouco da tensão, afinal… Ela era um tanto cabeça oca para essas coisas. Todavia a tensão parcialmente esquecida vinha aumentando a cada passo sem enxergar no corredor escuro, a sensação de impotência se fazia crescer, mas era disfarçada pelas palavras zombeteiras da loira.

A tensão toda vez seria mais uma vez dissipada pela jovem que ela havia conhecido nesse mesmo dia. A responsável por causar grande parte dos danos, aquela que devia ficar na retaguarda, estava abrindo seu caminho até ficar ao seu lado. - Você não… Deixou pra lá falar, afinal sentia-se mais confortável também dessa forma.

Ao comentário de Erika a sobrancelha direita de Eileen se ergueu. Poder-se-ia dizer que ela não estava esperando por um comentário malicioso vindo daquela jovem que parecia até então retraída e quieta. - Ora, ora, o que temos aqui, quem te viu quem te vê. - Dizia ainda olhando com surpresa, mas logo abandonando e entrando no jogo. - Pode chegar mais perto se quiser ver melhor. - Uma de suas mãos teria sido dirigida ao decote o puxando para baixo enquanto abria o sorriso para a morena e se ouvisse alguma reclamação por parte do mago, talvez sobre a falta de foco de ambas. - Não precisa ficar assim. Se quer ver… Eu mostro. - Brincava com ele, havia afinal adorado a timidez do mesmo e… não desgostava do físico dele.

Após as brincadeiras voltaria a andar. - Sobre a bolsa. - relembrava o que Erika havia falado antes. - Eu vou querer botas, aquelas pesadas de cano alto. - Aproveitava para fazer sua encomenda como desejo de boa sorte na luta delas contra o Boss. E assim a Party seguia em frente, com as duas novatas tendo sido aquelas a liderar o grupo pelo corredor na DG. Me pergunto se Ouki sabia o que estava fazendo.

- E se ele ficar sem mana e alguém for ferido gravemente? - Eileen não conseguiu se conter e acabou perguntando em voz alta ao ouvir o referido plano de Ouki. - Daqui até a entrada foi uma boa caminhada. - A história sobre o tanker que não havia podido participar da DG por ter sido gravemente ferido na passada continuava a incomodá-la. - Eu vou dispensar o buff. - Falou olhando para Ouki e depois virando seu olhar para o healler. - É melhor você me curar se eu precisar Aaron. - Avisa o healer utilizando o nome inventado que havia decidido por ela mesma. - Mas principalmente essa magrela aqui. - Eileen esticou a mão pegando Erika pelo braço e puxando para perto de si. - É só olhar pra ela, toda delicada assim, é óbvio que não aguenta pau. - Não era certo sobre o que Eileen estava falando agora, mas esperava-se ser sobre a DG.
Bom, obviamente como a conversa era em um corredor escuro, no qual ela não era capaz de enxergar tão bem, é possível que os olhares dirigidos houvessem sido um pouco tortos e que a pegada na mão de Erika não tivesse sido exatamente… bem… na mão. Mas estes são pequenos detalhes.

Sentia nesse momento um apertão vingativo em sua bunda, todavia de vingança parecia haver pouco. "Hnmmm… Essas mãozinhas devem ser ótimas pra massagem." - Eileen havia se visto surpreendida pela ousadia de Erika em lhe apalpar, mas não achou ruim. Não doía e as mãozinhas delicadas davam uma boa sensação, mas….

"Oiiiii??? Perdi foi tudo… ela me chamou de gorda?" - Eileen imediatamente se virou para Erika. - Ahn? O saco de osso acabou de me chamar de gorda? - Estava morta pela ousadia da magrela. - Pois fique sabendo que isso é gostosura e não gordura e que os homens gostam. Ter onde pegar e não ficar atingindo osso. - Suas mãos como vingança teriam ido para a bunda da outra, dando um forte apertão. - Olha isso, redonda e … digo, não tem nada aqui. - A mão daria uma ou duas apertadas. - Ter onde pegar é melhor não é? - Teria virado na direção dos homens do grupo e lançado essa pergunta completamente inapropriada ao local.

>>Salão do Boss<<

Para a completa felicidade de Eileen, o local era iluminado por cristais. - Ufa. - Não pode evitar soltar um suspiro de alívio, afinal o Boss não enxergava bem e movia-se principalmente por uma curta visão de calor e sua audição de modo que ela havia ficado preocupada com a possibilidade do local ser um breu completo.

Começaria a se mover de acordo com as ordens do mago, pois, excetuando a parte sobre não usar curas ela não poderia realmente discordar do resto. Assim, como dito, eles seriam as iscas e por tal Eileen via-se na necessidade de esperar que eles fossem os primeiros a chamar a atenção do boss. - Talvez ele exponha a barriga. - Em um sussurro mínimo, na verdade talvez até mesmo sem pronunciar som ela teria dito a Erika, virando seu rosto para a arqueira enquanto movia seus lábios com um pouco de lentidão em sua voz mais baixa possível.

Embora não houvesse ficado bem claro Eileen teria determinado que sua principal função seria a de manter Erika segura e livre para atacar, pois havia testemunhado amplamente sua ineficiente atual no ataque, não só na quantidade de danos que conseguia causar como também em sua eficácia em acertar golpes. Por outro lado havia tido tempo de perceber que em aspecto defensivos havia se saído melhor e que também era mais ágil que a atiradora de modo que se necessário poderia carregá-la para longe do perigo. Nesse momento, na cabeça de Eileen a imagem de uma égua loira e musculosa correndo pelos campos com uma arqueira em cima se formou… "Sério… Uma égua?" - Ficou perplexa com sua própria imaginação.

Após o grupo começar o ataque ela não moveria-se ofensivamente e sim manteria sua posição próxima a Erika acompanhando a movimentação da arqueira. O boss, como ela havia informado o grupo antes, era provavelmente um tanto lento e por tal ela tinha confiança de conseguir manter-se a distância. Assim sendo, se o mesmo viesse em sua direção, ela optaria por Um entre dois possíveis planos. O primeiro seria servir momentâneamente de isca para a criatura, esquivando da mesma em uma movimentação de recuo, saltos e rolamentos enquanto usava de golpes apenas para criar impulsão para si mesma recuar, tal como saltar e chutar usando o monstro como ponto de apoio para recuar enquanto buscava no terreno os pilares para criar obstáculos ao monstro em sua aproximação.

O outro possível plano seria pegar Erika e correr…. Sim… Ela seria a égua. Correria para se afastar do boss com a única preocupação de manter-se a maior distância, mas não descuidando dos avisos de Erika sobre ataques que pudessem estar vindo a suas costas. Nessa situação iria usar de toda sua força e agilidade para deslocar-se em uma curva fechada, afastando-se do ponto que estava no momento do aviso e em uma direção completamente contrária à que estivesse seguindo.

Por último, caso o Boss houvesse entrado em um estado de perseguição persistente a si ela buscaria os pilares anteriormente vistos, nestes ela pularia para cima esperando ser seguida antes de novamente saltar do pilar o mais longe possível. A ideia nessa situação era fazer com que o boss em sua ''animação'' talvez saltasse atrás de si expondo assim seu ventre para o ataque dos outros.

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Nome: Eileen Berwald
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Maestrias/Perícias: Monstrologia, Rastreador, Sobrevivencia, Armadilhas, Muay Thai
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Aprender Mineração para fechar o oficio.







Última edição por Eileen em 19/3/2021, 10:04, editado 2 vez(es)
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19/3/2021, 09:03

- Nah, eu consigo ver tudo que preciso daqui. -  Inclinava o pescoço distanciando meu rosto de Eileen ao lhe dirigir um comentário mais divertido do que malicioso, contudo devido a nossa diferença de altura fazia com que meu olhar ficasse numa linha de visão bem interessante em relação ao corpo da loira, permitindo-me observar sem muita sutileza o farto busto de Eileen com o canto de meus olhos travessos, assim continuaria a caminhada, entrelaçando os dedos nas costas deixando o peso do corpo pendular entre um passo e outro de maneira despreocupada, por alguns instantes até mesmo esquecia que estava dentro de uma caverna podendo ser atacada  a qualquer segundo, talvez esse seja o efeito que a loira causa nas pessoas.

- Ma...grela… - Minha voz falhava ao escutar tal comentário completamente descabido feito por Eileen, logo a encarei enfezada apesar de meus olhos esverdeados estarem um tanto atordoados além dos lábios trêmulos. - Concordo ela já tem muita proteção natural. - Eu ficava abalada pelo ultraje, estava estampado no meu rosto, mas não me deixei levar pela raiva, ao contrário, retribuía a implicância desejando surpreender a loira lhe apertando a coxa com as unhas bem abaixo do bumbum, desejando ilustrar minhas palavras. "Durinha e macia…" Errr… Acho que me deixei levar, devia ser apenas um susto, mas a sensação estava sendo surpreendentemente boa, por impulso teria apalpado duas ou três vezes a mais antes de afastar a mão, fechando e abrindo os dedos no ar como se ainda sentisse o toque. - Eu escolhi uma ótima modelo, só precisa perder um pouquinho de gordura. - Acenava em afirmação com a cabeça estando muitíssimo satisfeita com a minuciosa inspeção profissional. Confesso não ter entendido a razão de todo aquele escandalo arnado pela loira, sendo que eu apenas havia feito uma crítica construtiva, mas ela havia encontrado um ótimo tira-teima, de braços cruzados permaneceria encarando o mago e healer deixando uma das sobrancelhas arqueadas esperando eles admitirem que a razão pertence a mim.

Após acalmar os ânimos. -  Eu ficarei bem sem buffs. - Dizia ao healer  mantendo a serenidade tanto no semblante quanto na voz gesticulando minimamente de forma positiva com a cabeça. - Mas… -  Eu precisava convencer a mim mesma para permanecer racional e calma, porém a teoria e a prática nem sempre andam juntas,  a única palavra soava bem baixo como se minha preocupação roubasse a voz, meus olhar preocupado cairia em direção ao chão antes de  serem fixados no mago, as esmeraldas ornando minha face refletiriam a angústia das palavras que me faltavam, o mago havia  se candidatado a tarefa de maior perigo junto dele estava Meg, que aparentava ter capacidade de se proteger,  entretanto Ouki provavelmente não estava com sua mana completa e mesmo assim decidia ficar próximo do Boss, essa situação causava um aperto no peito de pura aflição.  - Tomem cuidado. - As poucas palavras seriam praticamente, não por medo ou receio, mas era a maneira que consegui encontrar de apoiá-los evitando acordar os boss.

Engoli a seco quando a fighter se mostrou apreensiva, de olhos bem abertos devido a amarga surpresa me sentia desestabiliza, apesar tê-la a conhecido a tão pouco tempo a companhia da loira me causava confortava e acalmava com seu gênio cômico, apesar dos "sincericídios" desnecessário. " Ela também está nervosa?" Nesse momento percebia que algo estava muito errado, meu olhar instintivamente a evitou sendo desviado lateralmente, mas em meu interior eu sabia que precisava fazer algo. Fechei os olhos com força antes de revelá-los a loira, não sabia o que dizer e mesmo se soubesse provavelmente não o faria por receio de despertar o boss, a tonalidade verdejante estaria bastante vivida nas orbes de minha face comigo me obrigando a olhar diretamente nos olhos da loira, assim demonstraria minha convicção acenando positivamente com a cabeça lhe mostrando um pequeno porém confiante sorriso em seguida me afastaria alguns passos ficando de frente para o lagarto adormecido.

"Eles não estão muito longe?" Chegava a ser assustador a minha visão do campo de tiro, eu enxergava as costas de meus aliados se aproximando cada vez mais do réptil, apesar da distância entre Meg, Ouki e eu não ser maior do que os alvos nas competições de tiro, estava tensa, sentia a pressão exercendo peso em meus ombros, os dedos estremeciam, me fazendo recordar dos primeiros torneios que participei, porém essa situação conseguia ser mais sufocante. Se eu errar eles correrão um risco que poderia ter sido evitado, não era apenas uma questão de acertar o alvo, a segurança de outras pessoas também estava em jogo.

Ter minha mente enevoada por tantos conturbados de nada ajudaria, precisava me recompor, urgente. "Um disparo de cada vez." De olhos confortavelmente fechados eu inspirava fundo e bem devagar pelo nariz. "Como sempre foi." Deixando o ar sair continuamente pela boca, firmaria os pés no chão afastando-os até a linha do ombro comigo ficando de lado para o basilisco, levava a mão direita por cima do ombro imaginando estar puxando uma flecha entre os dedos indicador e médio, com a mão esquerda eu simular estar segurando um arco com o dedo indicador erguido servindo de mira, então apoiaria a flecha imaginária no arco, puxando-a firmemente, podendo quase sentir a resistência da corda contra a ponta de meus dedos, as lembranças dessas discretas sensações me fariam recuperar, essa breve sequência de ações haviam sido repetidas tantas vezes em minha vida a ponto do corpo se mover sozinho. "Sinto muito, mas não serei impedida por um lagarto crescido." Medo, ansiedade, nervosismo, angústia, eu ainda os sentia em minha pele, porém esta batalha é apenas o meu começo, meus objetivos vão muito além desta Dungeon, sendo assim. "Errar nunca foi uma opção." Aos poucos o par de esmeraldas seria revelado, exalando serenidade imersa em meu foco inabalável.

A mana então seria canalizada dando forma ao projétil, comigo erguendo o arco na direção do Boss, aguardaria por algum sinal visual feito por Ouki me avisasse para disparar, e assim o faria desejando acertar a cabeça do basilisco adormecido. Não havendo confirmação visual eu iria esperar que ele ou Meg fizessem o primeiro ataque, para então disparar mirando o abdômen do lagarto quando se erguesse nas 4 patas. Podendo também mirar meu ataque na boca do basilisco, caso ele ruja ou tente morder as iscas.

Eu não esperava que o Boss deixasse seu ponto vulnerável exposto, devido ao peso e a anatomia acredito que ele não conseguiria mesmo se tentasse, mas eu tinha uma idéia, não tenho menor certeza se funcionará porém só há uma forma de descobrir. Com o réptil gigante ainda no chão eu abaixaria minha "empunhadura" alguns graus na direção do solo, talvez 15° ou menos, na tentativa de realizar disparos curvos em uma longa parábola com o ponto mais baixo passando bem próximo ao chão, e então o projétil se elevaria passando por baixo das pernas do Boss e assim acertaria seu abdômen. Esse tipo de curva eu só conseguiria fazer com um tipo bem específico de flecha e o resultado provavelmente não seria satisfatório, mas talvez utilizando minha mana seja possível acertá-lo em cheio, assim espero. Tomando certo cuidado para não acertar acidentalmente a reaper durante meus tiros caso ela estivesse debaixo do boss para fatiá-lo.

Se o basilisco fosse em direção às paredes laterais da sala eu o acompanharia correndo de encontro a mesma parede para atirar de forma bem semelhante a tentativa anterior, inclinando a mira alguns graus em direção a parede na tentativa de adicionar curvatura ao projétil e assim poder acertar a barriga do Boss por baixo/entre as pernas.

Se o lagarto excessivamente grande chegasse ao teto, seja pelas paredes periféricas ou a atrás de si, eu me afastaria a passos rápidos de costas, com o projétil de mana "empunhado" buscando um ângulo melhor para realizar disparos de trajetória semicircular, alvejando o abdômen da criatura, tomaria o mínimo de cuidado para não bater com as costas nas paredes ou pilares da sala, observando rapidamente o cenário atrás de mim por cima do ombro entre um ataque e outro. Se sentisse necessidade iria saltar buscando ganhar altitude no intuito de conseguir angulações melhores enquanto o basilisco estivesse distante.

Na possibilidade do Boss vir em minha direção, eu iria contrariar o bom senso e todos meus instintos me mandando correr, para mirar um projétil mágico na cabeça do monstro, pois talvez assim eu consiga deixá-lo brevemente desnorteado além de lhe gerar prejuízos, para então correr pelos limites da sala, querendo sempre manter distância da criatura, circundando os pilares para mudar a direção da fuga, pois sinceramente não acredito que a lagartixa blindada seria atrasada por algumas colunas. Ou ao menos era o que eu pretendia fazer se não fosse por. - … - Desconfortável, para dizer o mínimo, eu não estaria nem um pouco preparada para ser vítima de um sequestro articulado por minha companheira de Dungeon, nem tentaria atacar enquanto estivesse sendo carregada pois com todo o chacoalhar não acho que seria possível conseguir uma pontaria decente, apenas observando a lagartixa raivosa nos perseguindo enquanto tentaria não me mexer muito. "Porque a imagem de Sagitário se formou na minha mente?" O sequestro em si não parecia tão ruim, depois que misteriosamente eu tive a "visão" de uma criatura meio cavalo e meio humano arqueiro correndo pela sala, o constrangimento logo seria refletido em minhas bochechas ruborizadas, comigo tendo de fechar os olhos e sacudir rapidamente a cabeça em negação para dissipar a imagem de meus pensamentos.

De modo geral eu não tentaria sair disparando uma infinidade de projéteis contra a lagartixa, primeiro porque me parece bastante ineficaz considerando sua armadura natural, e segundo, bom, iria arruinar frequência de pontos por tiro.


Histórico.:

Nº de Posts: 11.
Nome: Érica Hwarin.
Classe: Assassin - Ranger.
Especialização: Artificer.
Maestrias/Perícias: Armas brancas de longo alcance, Artesanato, Forja, Núcleos, Runas.
Objetivos.:

Aumentar fama de caçadora.
Criar uma Guilda.
Ter sua própria grife de equipamentos mágicos.
Aprender: Monstrologia.
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