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Fiend

23/8/2019, 14:43
Fiend RhiQFW1

* Fiend Guild *


Descrição:
A Corporação Fiend (Nome pelo qual é conhecida) é uma guilda misteriosa que possui membros que, socialmente falando, seriam considerados no mínimo "estranhos". Cientistas malucos, sociopatas, pessoas socialmente desajustadas e depressivos são bem comuns de se encontrar em suas fileiras. Mas isto não diz nada sobre sua força. Seu mestre é um mago rank S conhecido como o melhor mago do país e, apesar de sua vice mestre ser apenas uma rank C, seu poder aquisitivo permite equipar os membros ao ponto de se igualaram a qualquer outra do pentágono. Tem sua base na área metropolitana de Seul, onde também se encontram a White Tiger e Hunters.

Mestre: Lee Eun-gyeol
Reputação: 4º mais forte da Coréia
Localização: Seul - A fenda
Número de Membros: ???
Portais Concluídos: ???

Membros Importantes:

NPC

Lee Eun-gyeol - Mestre
Sun Hee Namgung - Vice mestre

PLAYER


Solo Leveling RPG
Solo Leveling RPG
Créditos : 9
G$ 1,000

MENSAGENS

Æther

DINHEIRO
Admin

20/12/2019, 00:26

NPC's Importantes

Fiend W3z8cae
* Mestre da Guild *
Nome: Lee Eun-gyeol
Título: O Arquimago
Rank: S
Classe: Mage - Elementalist (Vento / Luz / Água)
Poder Variante: ????
Características Marcantes: Estudioso, Curioso, Inteligente, Precavido.
Idade: 42
Altura: 1,85 m
Peso: 79 Kg
Nacionalidade: Coréia

História:
Lee é um homem simples que pode ser definido por apenas uma frase perfeitamente: Conhecimento é poder. Em sua infância, cresceu fascinado por novas descobertas científicas e mesmo com seus 13 anos de idade já era possível vê-lo vez ou outra na biblioteca da escola pesquisando sobre publicações científicas bem avançadas para alguém de sua idade, mas devido a seu intelecto elevado e aguçado ferozmente desde sempre, conseguia compreender boa parte deles. Em sua juventude já tinha conhecimento suficiente para parear até mesmo os mais célebres nomes do país neste campo e logo que se formava no ensino médio, adentrava um laboratório para que pudesse prosseguir sua jornada. Física, biologia, química, cada vez mais assuntos começavam a fazer parte de seu conhecimento e, como era de se esperar de alguém de seu calibre, rapidamente ganhou notoriedade em meio a comunidade. Contudo, Lee pouco se importava com isto, seu foco foi e sempre será obter mais conhecimento sobre os mais diversos campos. Apesar de odiar ter que responder perguntas, pois dificilmente considerava alguém digno o suficiente de suas respostas e voraz o suficiente para entende-las como um todo, ainda era forçado pelo laboratório ao qual tinha se vinculado a ocasionalmente responder, em sua maioria eram como entrevistas para revistas e artigos do ramo, que respondia sempre de forma precisa e direta para que pudesse logo retornar aos seus afazeres.

Todavia, um tipo de pergunta em específico sempre estava na pauta dos entrevistadores, coisas como "Qual o limite da Ciência?" E "Você acredita que existam coisas que a ciência não seja capaz de explicar?" E Lee prontamente respondia para ambas a mesma coisa: Nenhum. Uma coisa que ele não poderia se importar menos, mas desde sempre era um empecilho vinha lhe incomodar novamente, a questão monetária. Era necessário manter o laboratório funcionando e também equipamentos sempre cada vez mais atualizados e caros e, como boa parte de suas pesquisas acabava mantendo para si, o laboratório que o havia empregado acabava não entregando os resultados esperados e, por consequência, tinha que fechar as portas. Passou a tentar montar um laboratório em sua própria casa, mas, obviamente, não tinha fundos suficiente para isto. Tentou divulgar algumas de suas descobertas, mas sem o nome de um grande laboratório por trás do seu não tinha mais a notoriedade que antes possuía e o máximo que conseguiu foi alguns posts online sobre o assunto, o que desnecessário dizer… Não lhe dava retorno suficiente. Seu único "amigo" ou o mais próximo disso que possuía, dizia para ele não perder a fé que tudo dê ajeitaria um dia e isto gerava uma repulsa enorme no cientista, que abominava toda e qualquer forma de exotérico e crença sem embasamento científico.

Ele poderia ter se juntado a algum laboratório menor e sobrevivido com um salário adequado, mas sua ambição e egoísmo exigia que tivesse apenas o melhor, pois apenas assim conseguiria obter os melhores resultados. Passando em frente a uma loja de eletrodomésticos durante uma noite qualquer, Lee acabava escutando que o casal Namgung, uns figurões do mundo econômico coreano, acabara de falecer em um trágico acidente de carro, deixando como herdeira de sua fortuna sua única filha de 13 anos. Pela primeira vez em sua vida sentiu algo que não fosse curiosidade pela descoberta, e ironicamente, descobria o sentimento da inveja. Não de sua fortuna, ele realmente não se importava com isso, mas sim o fato de que essa garota provavelmente nunca teria que passar por preocupações mundanas como as que ele tinha no momento, podendo focar no que desejasse. Por fim, amargando a verdade de que nem só de conhecimento vive o homem, acabou se rendendo a um laboratório mais básico, apenas para ter como se sustentar. Dois anos de passaram desde então e o fenômeno conhecido como Despertar atingia o cientista. O fenômeno por si só era um poço sem fundo de incógnitas, o que deixava Lee num êxtase por tudo aquilo que poderia ser descoberto mas, relativo a ele em específico, um mundo ainda maior se mostrava. Havia despertado como um Elementalista e de alguma forma agora era capaz de controlar e gerar os elementos que passou sua vida inteira estudando.

Pela primeira vez em sua vida estava incrédulo com o que acontecia bem a sua frente. Mesmo com todo seu intelecto e, possivelmente justamente por ser tão elevado, não conseguia acreditar no que lhe ocorria. Contudo, depois do choque inicial da descoberta de algo que nem em seu mais longínquo sonho chegou a imaginar, a magia, seu plano de vida mudou completamente. Ele sabia que este fenômeno iria mudar as leis nas quais se prendeu a vida toda, era inevitável e, visando isto, sua nova meta de vida não era mais obter todo o conhecimento possível, mas sim descobrir como essa nova desenvoltura afetaria o mundo como conhecia. Tendo isto em mente, rapidamente se jogou nos tais Portais que abriam por todo o país, pois era o local perfeito para testar seus novos poderes. Nunca pensou que iria fazer qualquer tipo de combate um dia, mas aquilo para ele não era isto e sim apenas mais uma de suas experiências. Depois de obter uma base que considerou aceitável para iniciar seus estudos sobre magia e ainda fascinado com tudo aquilo, resolvia que era hora de solucionar a questão monetária de sua vida.

Curiosamente, enquanto caminhava pela rua pensando em como faria isto uma limosine parava ao seu lado e nem teria percebido devido a estar perdido em seus próprios pensamentos não fosse o fato de reconhecer a garota que logo saia lá de dentro. Era a herdeira dos Namgung, Sun Hee. Aparentemente Lee havia despertado como um Rank S e apesar de não ligar para esses rótulos, naquele momento em específico isto lhe servia muito bem. A garota lhe fazia uma proposta: Ela usaria o nome de Lee e sua força como Rank S para liderar sua guilda, em troca, ela lhe forneceria e arcaria com todo e qualquer custo de suas pesquisas atuais e futuras. Lee não poderia ligar menos para coisas como essas novas organizações conhecidas como Guildas, mas o retorno de tal proposta era algo que para ele era praticamente irresistível. Se não tivesse que se preocupar mais com dinheiro, poderia manter seu foco completo na magia, algo que sempre quis a vida inteira. Por tanto, nem precisou pensar muito para aceitar a proposta. A garota certamente tinha o faro dos pais para negócio, pois logo fez com que o cientista assinasse um contrato, algo que para qualquer pessoa nesse novo mundo seria algo surreal considerando a força de um Rank S e como ele poderia facilmente descumprir algo tão simples, mas o cientista tinha sua honra e, por mais estranho que fosse, um certo fascínio pela garota que também havia despertado como uma maga, porém Invocadora.

O contrato era bem simples, tudo que Lee precisava fazer era agir como líder em certos momentos quando ela lhe pedisse, para manter as aparências já que por algum motivo a garota preferia ordenar a guild das sombras, talvez pela hiperexposicão que sofreu da mídia a vida toda como herdeira, quem sabe. O fato era que o mago havia resolvido boa parte dos problemas de sua vida e, apesar de agora ser nacional e mundialmente conhecido como o líder da Fiend, além da alcunha de Arquimago devido a seu vasto saber da magia, sendo considerado o mago mais forte do país, ainda estava feliz com o resultado.


Fiend SfqzXUs
* Vice Mestra *
Nome: Sun Hee Namgung
Título: A Bruxa
Rank: C
Classe: Mage - Summoner
Características Marcantes: Ríspida, Direta, Sincera.
Idade: 23
Altura: 1,70 m
Peso: 62 Kg
Nacionalidade: Coréia

História:
Sun Hee Namgung é a única filha da poderosa família Namgung, uma conceituada família de empresários com investidores do mundo todo em sua empresa, além de serem os maiores exportadores mundiais de Circuitos Integrados e Microconjuntos Eletrônicos. "Princesa" seria pouco para descrever a vida que a garota tinha, desde motoristas particulares que a levavam para qualquer lugar até mesmo uma mansão só para ela, mesmo tendo apenas seus 11 anos de idade. Contudo, apesar de excelente qualidade, lhe faltava quantidade. Sun Hee cresceu estudando em casa com professores particulares e estudos focados para quando fosse assumir os negócios da família, sendo privada de uma parte importante da vida que é a amizade. O mais próximo que tinha disso era os funcionários da casa e por mais que quando criança não via problema nisso, quando já tinha seus 13 anos começou a ter dúvidas se poderia considerar aquilo amizade ou apenas dever de um funcionário para com seu contratante.

Ainda nos seus 13 anos, uma notícia que abalaria o país inteiro e provavelmente até alguns outros países do mundo chegava até ela. Seus pais haviam morrido num acidente de carro enquanto estavam a caminho de uma reunião de negócios. Nem mesmo Sun Hee imaginou que sua reação seria aquela, ou melhor, a falta de uma. Não sentiu dor, nem angústia, nem nada. Seus pais mal paravam em casa chegando a ficar meses em viagens de negócios ou simplesmente submersos em trabalho até tarde e os únicos momentos nos quais estavam juntos eram em ocasiões muito especiais como o Natal. Para ela, seu mordomo e a governanta da casa eram muito mais seus pais do que aquele casal desconhecido que ocasionalmente perguntavam se ela precisava de algo, além de lhe ordenar estudar assuntos que certamente uma criança não deveria. Ela era agora herdeira de todo um império e nos próximos dois anos de sua vida dedicou-se única e completamente a entender melhor como gerir todo este império. Surpresa para poucos, a garota rapidamente se adaptou aquela vida, que normalmente exigia que as pessoas mal tivessem vida social e se dedicassem completamente ao trabalhos coisa que era claramente fácil para ela.

Com a ajuda de um primo que trabalhava na empresa como VP de seu falecido pai, conseguiu de alguma maneira não deixar com que tudo ruísse e na verdade, como alguém de fora com um olhar novo propôs expandir os negócios, principalmente para um novo ramo que se espalhava como uma praga por todo o país após o fenômeno conhecido como despertar, os núcleos de monstros. Criou diversos segmentos dentro de sua empresa para investigar e usufruir desses novos "minérios" de consistência desconhecida e correu atrás do melhor time de pesquisadores que conseguiria montar. Como ainda era nova para de fato assumir a empresa legalmente falando, suas ordens eram passadas através de seu primo, que agora era o presidente temporário da companhia. Devido a falta de tato com as pessoas pela falta de convívio social, diversas vezes era severa até demais nas negociações, que acabava indo como acompanhante do seu primo mas na verdade era ela quem comandava, a forma que encontrou de burlar o sistema e devido as vestimentas que trajava boa parte do tempo devido a correria (Equipamentos) acabou ficando conhecida como Bruxa, em partes pelo visual em partes pela personalidade ríspida.

Com os avanços nas pesquisas dos núcleos foi possível até mesmo para ela, uma caçadora de Rank C alcançar poderes muito além de sua capacidade com os equipamentos forjados através desta nova matéria prima, se tornando alguém temível para os outros caçadores de mesmo rank e boa parte dos caçadores acima também. Havia despertado como uma Invocadora, talvez por ironia do destino em ter sido sempre sozinha, agora tinha o poder de convocar companhia sempre que quisesse e assim o fazia, montando times de explorações de dar inveja até mesmo em algumas guilds de renome devido a seu poder aquisitivo e, por consequência, conseguindo ainda mais núcleos para sua pesquisas. Porém, mesmo com a brincadeira sabe-se lá de quem de ter se tornado uma Invocadora, agora que podia relaxar um pouco do trabalho e focar mais nas dungeons, visto que havia criado um "Planejamento Administrativo" para seu primo seguir enquanto ela não assumisse a empresa e com a mente sem um objetivo direto, a solidão de assolava novamente.

Ela não queria admitir, mas isto lhe incomodava mais do que gostaria. Foi então que uma ideia lhe surgiu a cabeça enquanto estava explorando uma Dungeon: Criar uma guilda. O problema era o fato de que apesar de todo seu poder aquisitivo e os equipamentos que conseguia com ele, ela ainda continuava uma caçadora de Rank C e seria difícil atrair seguidores sem renome. A ideia de guilda lhe vinha a cabeça depois de ouvir uma conversa de seus companheiros nesta última dungeon, que riam e conversavam de forma descontraída mesmo em meio aquele caos do portal. Imaginou que aquilo também seria possível para ela, finalmente ter amigos e, sendo companheiros de guilda, o caminho certamente seria mais fácil. A resolução que pensava então era conseguir alguém do mais alto rank para atrair pessoas, enquanto ela tentava criar laços com os membros e administrava a guild sem que soubessem. O motivo para isto era simples, ela queria, pelo menos uma vez na vida, ser vista como igual pelos outros e não alguém que você se aproxima apenas para pedir favores ou tentar agradar por seu poder aquisitivo. Pedindo então para que seu primo pesquisasse sobre algum caçador rank S, percebeu que talvez a tarefa não seria tão fácil assim. Primeiro por esses caçadores serem praticamente intocáveis e incomunicáveis a não ser que eles queiram falar com você e segundo porque a maioria deles já havia se filiado a alguma organização ou criado a sua própria.

Quando já estava praticamente para abandonar a ideia, acabou lendo em uma rede social sobre um caçador rank S que até então ninguém sabia sobre, porque aparentemente tudo que ele fazia era entrar em portais sozinho sobre a premissa de estudar a magia. Acabava vendo uma foto e o nome deste caçador neste mesmo tópico, Lee Eun-gyeol. Encostava a cabeça no vidro de sua limosine para pensar com as mãos sobre o queixo olhando para o lado de fora, desejando que encontrasse aquele homem antes de outra pessoa. Fazia menção de pegar seu celular para agilizar tal encontro, até perceber que o carro parava devido ao sinal vermelho e logo ao seu lado, na calçada, estava o sujeito que via ainda a pouco nas notícias das redes sociais. Rapidamente desceu do carro e lhe fez a proposta, inclusive explicando sobre o contrato que ele seria obrigado a assinar caso aceitasse. A reação do motorista de sua limosine era a de qualquer pessoa normal naquela situação, vendo alguém tentar impor sua vontade a alguém tão poderoso como um caçador rank S, ele simplesmente fechava o olho e virava o rosto na posição contrária imaginando o pior, até ser interrompido por duas batidas na janela. Era Lee. Suando frio o homem lentamente abria a janela, até ser surpreendido pela fala do caçador, que pedia por uma caneta.

Ela havia conseguido. Curiosamente carregava uma cópia do contrato consigo o tempo todo devido ao dogma comercial de "Antes prevenir que remediar" e de fato foi muito útil naquele momento. Com a assinatura de Lee, os dois apertavam as mãos de forma estranha e robótica, afinal, ambos eram seres antissociais. Sobre a gestão oculta de Sun Hee, a guild Fiend rapidamente subiu ao topo do país e a garota finalmente conseguia o que havia desejado a vida inteira, companheiros. Por algum motivo os dois pareciam atrair pessoas tão esquisitas socialmente quanto eles, o que de forma oposta e irônica acabava os unindo pela falta de socialização, mas não importava o quão estranho eram essas pessoas, elas não tentavam agradar Sun Hee mesmo depois de saber quem ela era e isto agradava a moça, pois sentia que finalmente era bem quista pelo que era e não pelo que possuía, algo estranho vindo de alguém que construiu tudo na vida baseado em dinheiro. Apesar de gradativamente ficar cada vez mais conhecida como Bruxa devido a seu jeito ríspido e direto de se comunicar e até mesmo quando ia pedir um favor a alguém, aceitava aquilo de braços abertos, pois era apenas mais uma confirmação de que mesmo uma "Bruxa" podia fazer amigos.

Créditos: Visastre, Kroft e Reme
Reme
Reme
Créditos : 4
Localização : Seul

MENSAGENS

Æther

DINHEIRO
Rank B


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