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Boys and Girls from nowhere

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Relembrando a primeira mensagem :







Aventura



Aqui ocorrerá a aventura dos Caçadores Soo-Yun, Kim-Li, Min-Seok, Hei Sun-Woong, a qual não possui narrador definido.


ADM.Kekzy
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Boys and Girls from nowhere - Página 3 Akira_11

"Talento, Honra e Lealdade"

Boys and girls from nowhere
A situação aquecia bem mais do que poderia ser previsto pelo homem. Seria diferente se os garotos não tivessem interferido? Ou de alguma outra maneira? Era difícil dizer, mas, agora certamente todos encontravam-se em uma situação bastante truncada. Soo-Yun mal tinha tempo para irritar-se com o garoto que lhe convidou ali, apesar de este perceber sua irritação recuando um passo um tanto assustado. Ele, diferente da maioria dos presentes, não era um caçador e nem muito familiarizado com lutas, mesmo entre pessoas comuns.

As palavras de Min-Seok chamavam a atenção do homem que lhe fitava com certa curiosidade, apesar de  ainda manter certo ar de superioridade. Ele inclina sua cabeça, suas sobrancelhas inclinam-se e ele começa a respondê-lo. - Você até que me é familiar... Mas ele não tem muito tempo para completar seu raciocínio ou o que diz, visto que a garota de fios azuis logo lhe traça algumas ofensas enquanto também parece começar a preparar-se para uma eventual luta. Ela ia cercando e o homem tentava retrucar a provocação coletiva respondendo de forma ríspida. - Só um capanga qualquer garoto? Ele perguntava com certo sarcamo e confiança, afirmando o óbvio, porém, com mais um detalhe. - Eu sou um caçador de rank C, acha que um monte de adolescente pode fazer algo?

Com aquilo era notável que ele ainda não tinha se dado conta de que o grupo também detinha algumas "habilidades extras". - E-eu chamei a polícia! É melhor você dar o fora. Vociferava o atendente de antes, mas de um local seguro. A soma da ameaça do garoto de busan com a de Soo-Woong que também ia sendo feita, com toda a situação ia deixando o homem em uma posição bastante desconfortável. - Vocês tão protegendo essa aí se achando os heróis, tsc. Se escondendo atrás de adolescentes, você é o quê? Uma leoa criada por cachorrinhos?

As palavras altas do homem era feita com um gesto de impulso como se ameassasse ir na direção dela, mas, sem fazê-lo de fato. Virando-se olhava de frente a dupla de meninas que acabava ficando em seu caminho para a saída, assim como o colega de escola destas que escondia-se atrás da de cabelo róseo. - "Um Kkangpae deveria ser parrudão" hum, esse termo me irrita. Saiam da frente! O homem vociferava enquanto tomavam passos mais rápidos em direção a mais próxima e preparada, Soo-Yun, tentando golpeá-la na altura do rosto com as costas da mão.

Novamente ele parecia tomá-la como uma pessoa normal, apesar do movimento ser visivelmente pesado não parecia que ele a levava a sério. Atrás de Soo-Woong, a professora tocava seu ombro, levantando-se com a face sombria olhando o chão. Ele conseguia notar que ela tremia, mas, de forma estranha ela questiona ele com uma voz fragilizada. - O que eu deveria fazer? Se observasse seu rosto, ele conseguiria notar uma certa confusão interna com todos os eventos circundando estes.


Histórico:
Sun-Woong:

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Kim-Li:

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Soo-Yun:

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Oh boy,

here we go

”Um Rank C? Mesmo um tipo desses não é muito esperto. Um desperdício de capacidade...” - Soo-Yun não podia deixar de concluir, vendo a evolução das coisas. Poder nas mãos erradas era uma coisa... Mas aquilo? Era uma grande piada. Aos olhos dela, tão amarga quanto muitas passagens históricas pelas quais podiam tantos povos se envergonhar. Um pensamento que vinha com estranha naturalidade, em momento onde o coração ritmava o trote típico da tensão que experimentava.

Respirou profundamente, enquanto os olhos mediam o ambiente e a postura que cada um tomou. Pelo menos o menino-tomate foi esperto ao se esconder atrás de Kimi, ou quase isso: ainda estava perto demais do canalha. A atitude daquele sujeito era desprezível, no final das contas – e somente isso. Dedicar-lhe mais atenção era inútil; Min-Seok saberia muito melhor como levar aquilo adiante se fosse preciso, sem precisarem de mais escândalo. O atendente havia sido preciso, também. Logo poderiam tomar sorvete e inquirir o pequeno stalker.

Assertivamente se manteve atenta ao que acontecia, o suficiente para que pudesse entender a trajetória daqueles passos e gesto. Podia passar despercebida entre os Caçadores, contudo não estava a mercê de uma ação tão ordinária como aquela; não enquanto silenciosa vantagem detinha com sua agilidade e sentidos incomuns. Num instante enrijecia os músculos de seu braço, a fim de bloquear aquele golpe. Não tinha por intento revelar sua força, procurando realizar esforço suficiente para aparar a mão e não recuar, somente.

- Foge dos garotos e vem pra cima de mim? Típico. Acho que envergonharia seu chefe...

Falou com convicção, como se realmente soubesse como essas gangues malucas agiam de verdade. Sabia, quando muito, como seu ídolo se comportava nas telas: mas era um gangster aposentado, vingando seu cão... Mentalmente, porém, ela se sentia igualzinha: ”Waah, é meu destino! Serei também uma heroína trágica? Uma anti-heroína? Ah, meus ancestrais devem se orgulhar~~ “


 again.


xoxo, adylore

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back off
all eyes on you


Tinha impressão de que havia algo especial com o homem. Um gângster sozinho não iria ter tanta confiança daquele jeito, ou ao menos era o que ele gostaria de acreditar. Tendo o pouco conhecimento secundário que vinha de seu amigo sobre aquele lado da sociedade. Não saberia muito se não fosse por Min-seok, para ser honesto. Tinha mil razões para não querer se envolver demais com aquele lado, quando sua própria família não era exatamente o oposto ou rivais, mas ficava no setor de politicagens e comércio. Mas era interessante ver o ponto de reação quando o 'capanga qualquer' se mostrou orgulhoso, como um gorila batendo no próprio peito. Um Caçador Rank C seria problemático, mas eles ainda eram quatro. E pelo que ele havia dito, não parecia ter a menor noção de que eles eram o que eram. Havai dando informação sobre si próprio de graça, sem adquirir nada de volta.

Quando ele fez o gesto de se aproximar, deslizou mais para o lado, ficando entre a mulher e ele. O rosto de Hei, apesar de um tanto mais sério, continuava com uma expressão quase amigável, sem deixar claras suas intenções. Olhou para Min-seok dando de ombros, antes de observar o homem esbravejar para sair. Mas o toque em seu ombro o distraiu para o movimento onde ele golpeava - ainda que fraco - o rosto de Soo-Yun, pois ele acabou se virando enquanto a mulher se erguia. Por resultado, o rapaz tombou a cabeça para o lado com uma feição de dúvida. - Mas ess-- Parou-se, virando para o que parecia ser o som do tal problema, e a resposta de Soo-Yun. Se virou outra vez, olhos deslizando pelo lugar até terminar nela. Se pensou algo, não deixou transparecer no rosto mais do que preocupação.

Ao menos, ela não havia golpeado de volta. Era capaz do homem simplesmente seguir seu caminho para a saída, com a polícia e as ameaças distintas dele e do outro garoto. Hei por sua vez levou a mão ao rosto e segurou a ponte de seu nariz com o indicador e o polegar, pela situação escalada até então. A mão da professora estava tremendo, e o fato de ter sido tocado por uma mulher mais velha e em posição de respeito o fez arrepiar dos pés até o pescoço. Não tinha sentimentos românticos, mas era um garoto jovem.

- Pergunta meio no escuro, essa sua. Não sei nem o que tá acontecendo. Pior ainda o que você deveria fazer. Por enquanto, senta de novo... - Apontou para a cadeira e levou a mão ao ombro dela, hesitando em tocar, esperando que pudesse encaminhá-la como algum tipo de poder Jedi. - E daí você tenta explicar pra gente qual é a razão de ter deixado um gangster Rank C com raiva ao ponto do cara vir até você. E... - Os olhos fanziram, com alguma perspicácia. Os lábios finos se pressionaram em uma expressão inquisitiva. - Ele disse leoa criada por cachorrinhos. Então vou arriscar dizer que ou a senhora tem algum passado com esse cara, ou você é uma Caçadora também. Ambas as coisas... quem sabe. - Gesticulou com o polegar, apontando na direção onde o homem ia.

Suspirou, sentindo cheiro de problemas. Virou-se para o atendente. - Suco de maracujá com açúcar cristal pra acalmar a Professora? Mas ela que vai pagar. - Empurrou a cadeira à frente oposta dela, para se sentar largado, relaxado, caso ela aceitasse retornar à sua - e caso não houvesse um escalar de eventos com o gangster. Os pés cruzados no chão ao lado, cotovelo apoiado quase desleixado, cabelos azuis-claro caindo ao redor de seu rosto, o garoto aleatório. Tombou a cabeça para Ming-seok e Kimi. - Vocês dois são melhores em... fazer... conversa com a galera. Chega mais, a professora precisa relaxar um pouco. - e então para Soo-Yun, apesar de que tinha confiança nas capacidades dela. - Tudo bem aí, Power Ranger Azul? - Perguntou, enquanto arrumava as coisas na mesa que haviam se tombado na confusão do homem irritadiço.

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Welcome to Summoner's Drift


U
m desdém bem ensaiado estampava o rosto de Min-Seok, que se mantinha firme em encarar aquele homem, virava a cabeça de lado e se curvava para frente, como se precisasse ver melhor aquele homem. Medindo-o dos pés a cabeça. Ficava em um silêncio adequado, atentando-se ao homem e toda a movimentação de seus amigos. Ainda que estivessem em certa vantagem numérica, ainda lidavam com um Caçador Rank C, toda a cautela era necessária. Qualquer sinal de hesitação que mostrassem seria fatal para que aquele grande saco de merda tomasse a frente em um confronto físico.

- Ah é? Rank C...tá esperando algum prêmio por isso, xará? - retrucou de maneira jocosa, quebrando finalmente o silêncio, fitava o homem nos olhos com uma expressão destemida. Demonstrava a confiança de em Caçador Rank A, ainda que pudesse ser transformado em carne moída por aquele imbecil em um mano a mano. Sua jogada era intimidá-lo o suficiente para que acreditasse ser ele um False Ranker ou coisa do tipo.

As ameaças que se seguiam - principalmente a do atendente que chamara polícia - contribuiam de maneira positiva com Min-Seok, via o homem retroceder. Mas não sem antes tentar intimidá-los novamente, chegando ao ponto de tentar agredir Soo-Yun. A amiga sabia muito bem como se virar - afinal, ela era muito muito mais forte que ele - a via tentar aparar aquele golpe e ainda com sua postura de gangster arrogante e malvadão, se dirigiu uma última vez ao homem.  

- Hey! Não esqueça de contar para todos os seus amiguinhos assassinos e psicopatas como intimidou um "bando de adolescentes" em uma padaria hoje... - bradou tirando uma das mãos do bolso e lhe fazendo um gesto obsceno.

Só sairia de seu "personagem" assim que tivesse certeza que a barra estivesse limpa, deixando escapar um suspiro de alívio. Olhava para os amigos com uma expressão de descrença acerca de toda aquele loucura. Qual era a probabilidade do admirador secreto da Soo-Yun ser um Kkangpae? Com a sorte que tinham, era provável estar em torno de 200% de chance! Tudo estando bem e a situação controlada de certa forma, o jovem se aproximava da professora e a olha com dúvida. Sua língua coçava, inquieta entre os dentes. Levantava uma das sobrancelhas e a olhava curioso.

- Professora, me desculpe perguntar isso...mas, que diabos a senhora estava fazendo com um Kkangpae??? Esse tipo de gente é perigosa demais pra se ficar andando por ai! - disse de maneira que soava quase como um sermão. Conhecia bem demais como era o mundo dos gangsters, sabia que nem todos eram honrados quanto seu pai e seus homens de confiança.

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BOYS AND GIRLS FROM NOWHER



“Eeeeeeeeeh...? Esse cara tá achando que caçador rank C é grandes coisas?” – Estreitava os olhos ao pensar o quão patético algumas pessoas poderiam ser apenas por um punhado de poder a mais. Demonstração de força em tempos caóticos e incertos como aqueles, em que portais com monstros sanguinários acabavam com a vida de inocentes se não fossem detidos. Era aquele tipo de gente que estava entre um civil viver ou morrer? Era homem como aquele que seria pago para defender vidas indefesas? Porque alguns tinham tanto poder quanto outros teriam nada?


Como ela. Inútil, fraca, pouco especial. Será que haveria de valer a pena? Aquele começo de jornada? Desafios com pessoas consideravelmente mais fortes do que ela. Mesmo aquele paspalho desbocado! Cheio de palavras chulas e com caráter duvidoso. Por que ele fora presenteado com um potencial de Rank C enquanto ela estava presa na mediocridade da classe D?


Os pensamentos sabotavam a coragem, estava presa no devaneio à lhe turvar os sentidos, a forma opaca com que a cena corria à sua frente passava como uma película muda. Entendia o que os atores falavam sem realmente ouvir sua voz. Dispersa, em sua própria realidade, podia sentir apenas uma onda de repulsa pela reação do homem. Alguém tinha chamado a polícia não é? O que lhes restava era cooperar até que os oficiais chegassem, até porque os quatro jovens ali poderiam ser mais fortes do que os oficiais. E juntos, mais fortes do que o caçador rank C, certo?


O movimento rápido que Soo-yun aparou lhe despertou, Kimi sobressaltou por instinto, apenas entendendo o que aconteceu depois. Completamente lenta e devagar em sua realidade paralela.


Os olhos piscaram curiosos, enchendo-se de fúria pela ousadia em atacar a sua amiga. Mas a voz de Soo-yun a acalmou, tal como sua capacidade de defender-se por si própria. Ela era como o primeiro raio de luz dos seus pensamentos obscuros, disparando a seu brilho contra o sujeito. Era impossível que Kimi não sentisse aliviada, consolando as suas inseguranças com o posicionamentos dos amigos, pois em seguida, Hei disparava a falar, dando lhe certezas que tinha afinal um grupo de amigos especial.


- Você está bem, Soo-yun...? - Sussurrou baixo para que os demais não ouvissem. -  Tsc. Que desperdício de oxigênio. - E agora sim, em alto e bom tom, para que o homem a ouvisse, ela e sua arrogância ímpar, enquanto o mirava de cima para baixo.


Tirou a mão da cintura quando Hei chamou sua atenção. Ajudar a professora? Ok, isso fazia sentido, Kimi era uma menina muito especial, a calma em pessoa, todo mundo se sentia super bem perto dela. Aquela era a escolha óbvia mesmo. Respirou fundo jogando uma de suas tranças para trás como se estivesse em uma comercial de shampoo, jamais saindo do salto, sobretudo em situação de conflito com uma pessoa horrível na sua presença.


 - É claro. - Respondeu, cheia de confiança, embora Ming-seok fosse consideravelmente melhor para falar com as pessoas do que ela. Coisa que jamais admitiria. Se bem que... Aquela pergunta diretona do seu amigo não era exatamente a aproximação amigável que eles estavam procurando era?? - Professora... Sei que é deve ser, tipo assim, um assunto super delicado entre vocês e tal. Mas isso não é uma situação muito maneira, sabe? Tem algo que a gente pode fazer pra te ajudar? Esse cara não tem nada a ver com a sua aura! Só de ficar na presença desse mané meus chakras ficaram desalinhados. Se isso é algum tipo de relacionamento absuvo a gente pode ajudar viu?




Paprika
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Todos reagiam à sua própria maneira ao descobrir que o homem era um caçador de um ranqueamento sutilmente superior aos seus. Alguns ainda confiavam em sua vantagem numérica, outros questionavam-se sobre a sua índole e a razão por trás de um homem que em seu julgamento era vil foi escolhido para ter tais habilidades. Em verdade, não havia exatamente isto de seleção por aptidão ao heroísmo, quisera o mundo fosse tão dotado de sorte, mas, o poder sempre foi distribuído de forma aparentemente aleatória quando analisado superficialmente.

Soo-Yun não recuava, não desviava, de forma bravia erguia sua guarda para bloquear o avanço do homem. Seus olhos se cruzaram por um instante, sendo perceptível para ela uma certa surpresa do homem ao perceber que ela era consideravelmente forte. Seus braços se empurravam, e, o que acabava tornando-se uma escalada de poder entre os dois enquanto ambos não queria recuar resultou em uma sutil dor no braço da garota quando o homem perdeu a paciência empurrando com vigor o seu braço para cima em brado que mais pareceu o rosnar de um cão furioso.

Do outro lado, Sun Woong tinha uma experiência adolescente curiosa. Não esperava a sensei causar nenhum tipo de arrepio no jovem, o que inclusive não foi percebido por ela. Ela olhava, escutava suas palavras, sorria fitando seus olhos admirando sua compostura calma e assentindo com a cabeça para sentar-se novamente. Seus dedos moviam-se pela gola de sua própria blusa tirando e colocando um botão com certo nervosismo ouvindo os seus questionamentos que ainda lhe eram um pouco complicados.

As duas ações paralelas acabam conectando-se ao som do homem, o gesto de um golpe era notado não somente pela própria garota de fios azuis que era alvo do soco, como também por todos os demais, inclusive a professora agora sentada. - Pare! A professora falava, seu tom era baixo, mas, por alguma razão o som ecoava pelo ouvido dos presentes como se fosse um grito estrondoso, era como se todos fossem tomados por uma breve sensação de pânico que logo passava.

- Tsc. O sujeito que lhes afrontava era o primeiro a conseguir se mover novamente, saindo pelas escadas em disparada, apesar de não chegar a ser uma corrida. A provocação de Min Seok chegava a fazê-lo hesitar por um breve momento, mas, o olhar da mentora e o som das sirenes lhe desencorajavam de retomar a confusão. Kim-Li de pronto ia ver se sua amiga estava bem, afinal ela tinha sido consideravelmente empurrada para trás, apesar de não haver nenhum dano aparente.

A professora estava pronta para responder a dúvida de Soo-Wong, mas, o próprio pediu uma bebida para esta que lhe arrancou um sutil sorriso, e por fim um biquinho quando escutou que ela própria pagaria. O garçom olhou meio desconfiado, hesitou em realmente aceitar o pedido, afinal, eles faziam parte da confusão, mas, por fim deu de ombros. Era melhor evitar outra briga e logo a polícia chegaria, então era melhor que pelo menos eles permanecessem por ali para depor.

Haviam muitas perguntas e muita conversa paralela enquanto ela bebia a tal bebida que lhe era entregue. Kim-Li foi mais sensível na forma como perguntou, de certo modo provando a afirmação do garoto de que ela era mais apropriada para tal. - Meus chakras certamente estão desalinhados. Ela respondia em um tom, ainda que com certo melancolismo, de uma piada. - Ele é meu cunhado... Ou pelo menos ele foi isso.

Sua face se tornava um pouco distante e sua respiração densa, mas ela conseguia conter para não derramar nenhuma lágrima. - Eu tenho mais a ver do que hoje eu gostaria, infelizmente. Vocês ajudaram bastante hoje, acho que deveria ser grata por ter vocês como alunos. Seus olhos fitavam a garota de fios róseos esverdeados. Para a pergunta de Min-Seok, ela acabava inclinando-se para trás para responder. - Certamente, ele também sabe disso.

Ela ia batendo o dedo contra a mesa, um pouco ansiosa, até por fim voltar a falar. - Vou lhes contar uma história, há algum tempo havia um grupo de jovens que se perderam no meio de algumas situações complicadas. Então um milagre aconteceu, eles ganharam poderes. Ela sorriu de forma sarcástica, sabendo que o grupo ali também tinha suas habilidades. - Eles já estavam correndo risco de vida, então eles pensaram que seria uma boa ideia ganhar algum dinheiro fácil. O problema é que o grupo era um tanto desbalanceado e muito peso e confiança acabou caindo no membro mais poderoso. Eles se tornaram arrogantes, queriam ir em dungeons de níveis mais altos do que deveriam, apenas pois para um deles era possível... O que acham que aconteceu?


Histórico:
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Kim-Li:

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Perdas:

Soo-Yun:

Ganhos:

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Perdas: G$ 3

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here we go

Tankar aquele problema, certamente, não era uma tarefa da qual seria capaz sem seus amigos. Sentia a dor no braço, mas permitia-se apenas ranger os dentes, pressionando-os ferozmente para suportar aquele desconforto. Não daria àquele verme o prazer de ver que se abalara, embora fosse verdade que ela não teria chances contra ele. Uma amarga e terrível verdade.

O cruzar dos olhares ainda causava-lhe um arrepio: não podia negar o receio que tinha, de que tudo adquirisse proporções tão grandes quanto a língua daquele sujeito. Por isso, os minutos seguintes pareceram-lhe eternidade sufocante, quando precisava preparar-se para um novo golpe, o qual tinha certeza que viria com uma parcela da real potência de que um Rank C era capaz. Porém, não era por causa dele que seu cerne se agitava, numa mistura estranha de medo e tenacidade – daquele tipo que somente um animal acuado é capaz de demonstrar. Não, estranhamente, quem resolvia despertar da inércia era a professora!

”Finalmente acordou, mulher!”

Alívio reverberou por seu corpo, tendo um longo suspiro por companhia, enquanto o corpo de Soo-Yun relaxava, num quase murchar sôfrego, quando o sujeito já estava bem distante de sua vista. Balançava o braço, como se isso bastasse para livrá-lo da dor, que era acompanhado por um mover da cabeça, diminuindo a tensão acumulada no pescoço e trapézio. Sorria para Kimi, respondendo-a com um ânimo leve.

- Agora eu estou. Achei que ia ser triturada, waaah~ - riu de leve, como se tudo não tivesse passado de um devaneio doido.

Foi para junto da professora, não sem antes puxar o garoto medroso consigo. Cochichou para ele, antes da mulher responder com sua história: - E você? Está bem? Ainda precisa responder se o bilhete era seu e o porquê mandou. - ela falava com o indicador levantado, mas não havia nenhum tipo de intimidação ali. Era quase escolástico seu tom, como se demonstrasse que ele tinha feito uma decisão esquisita e quase desastrosa. Mas indicava que falariam depois, pois queria ouvir da mulher a história, afinal.

Não havia como ocultar o semblante de grande estranheza daquilo tudo: ”O que os adolescentes têm na cabeça para arrumar tanta confusão?” - pensava, como se ela fosse pessoa madura e não uma... Adolescente se metendo em confusão, ali mesmo! Cruzou os braços e logo respondeu:
- Ora, é claro que não foi coisa boa! Não é de bom alvitre sustentar tanta ganância! Ainda mais quando já arrumam problemas antes de serem fortes. Esse é o problema da juventude!

Disse assentindo, uma vez mais esquecendo-se de estar numa situação análoga, ainda que em proporções muito menores. Continuou, porém:

- Então é por isso que não gosta da ideia de querermos ser caçadores?

Em fato, depois de sua pergunta, Soo-yun se viu presa em um pensamento: queria ela realmente seguir por esse caminho, depois do que viu? Sua personalidade ordeira plantava pequena dúvida em seu coração e por um breve instante considerou até mesmo a Associação como escolha mais adequada. Coisa que afastou logo da mente, ao olhar para os amigos: não, eles eram diferentes. Eles mostrariam aos outros que nem todos os Caçadores são gananciosos ou relapsos com suas capacidades. Seriam algo grande e bom. Todavia, por enquanto... Estavam mergulhados naquela situação. Onde essa conversa ia parar? Não deixava sua curiosidade de lado, aguardando ansiosamente pela conclusão da professora, esquecendo até mesmo da gula, por um momento mais!


 again.


xoxo, adylore

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ah, shit
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Os olhos calmos do garoto foram de Min-Seok para o homem, Soo-Yun, Kimi, e voltaram para a professora ao tombar a cabeça para o lado, levemente. Realmente não era um grande prêmio, ser um Rank C naquele mundo. Não que ele pudesse dizer demais, na situação que se encontrava normalmente, mas ao menos tinha a decência de não se fingir de peixe grande na hora de confrontar pessoas. na verdade, não seria pego tentando medir tamanhos no meio de uma lanchonete. Deixou essa parte para Min-Seok, porque ele era esperto, tinha manha, e sabia parecer malvadão. Quando Hei ameaçava alguém, era por artifícios de lógica ou frieza, não daquela maneira.

Deixou que Kimi se virasse em suas intenções de acalmar a professora. Havia parado em sua frente, sim, mas era quase como um reflexo como Tank. Não sabia sequer o que era a capacidade da professora, até ela soltar um tom maior da voz que simplesmente o fez sentir frio na barriga. Piscou algumas vezes, respirando fundo e soltando pela boca. Aquela não era uma presença comum, fosse por algum poder específico, ou pela quantidade de poder bruto que a mulher poderia possuir. Teve a impressão de que não parecia que ela estava muito em risco. Mas ainda assim, ao menos a intenção de ajudar deveria valer algo... não?

Sentou-se daquela maneira, pernas cruzadas e o braço esquerdo ao redor do encosto da cadeira, balançando atrás, os dedos balançando enquanto ele escutava a história. Sacudiu o rosto, tirando os cabelos azuis do seu rosto e suspirando. Fazia inteira razão, o porquê de ela não gostar de caçadores, ou ao menos da suspeita que ela tinha de acordo com o código de conduta que havia entre eles. Realmente, o mundo não parecia muito bonito, na situação em que eles se instauravam, com os caçadores pressionando cada canto da política, fazendo o balanço de todas as coisas se perderem no meio de um turbilhão onde a lei era a selva. Força, poder, barulho.

Era um tédio.

Concordou com Soo-Yun em sua colocação, erguendo o dedo para fazer um sinal positivo. - Ela tem um ponto. Na real, consigo entender o que a senhora sentiu com outros caçadores. Mas você não precisa de muita defesa, também, precisa? Aquele... grito baixo, ou qualquer que tenha sido aquele lance, não foi normal. - Olhou para a mesa, o braço sacudindo atrás do encosto da cadeira como um pêndulo. A mão direita ergueu-se para consertar os fios de cabelo azuis e suspirar. - Eu não sei se nessa história foi você que era a tal pessoa mais forte. Mas se foi, eu entendo a razão dele ter te buscado de novo. Se você for a tal ex-caçadora poderosa, igual você deixou escapar esse 'Pare' aí... então... os restantes do grupo estão te caçando. - Levou a mão no queixo, dando alguns toquinhos no queixo com isso. - Miraram alto demais. Mas relaxa, a gente não é bem assim. Quero ficar mais forte na base da preparação e experiência, mas não vou sair colocando o rosto na frente de coisas que vão me matar. - Ele apontou para os outros amigos.

- E acontece que os outros três são mais espertos que eu. - Soltou um sorriso sem barulho, mostrando os dentes brancos, mas logo retornou a uma expressão mais sóbria. - Mas isso não quer dizer que não queira te ajudar.

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