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Boys and Girls from nowhere

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Relembrando a primeira mensagem :







Aventura



Aqui ocorrerá a aventura dos Caçadores Soo-Yun, Kim-Li, Min-Seok, Hei Sun-Woong, a qual não possui narrador definido.


ADM.Kekzy
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"Talento, Honra e Lealdade"

Boys and girls from nowhere
Todos ouviam o pequeno sermão da professora de forma bastante educada e disposta. Sobressalvo um breve comentário da garota de fios azuis de natural curiosidade, não respondido com mais do que uma expressão sutilmente descontente, todos, inclusive esta, desculpavam-se e logo estavam livres para tomar suas decisões sobre o que fariam à seguir. Os garotos pareciam bastante interessados em jogar, suas funções pareciam mais interessantes quando a ação era menos real, já as garotas por sua vez pegavam-se curiosas e motivadas em torno do bilhete que Soo-Yun havia recebido.

Seja por aquela conversa sobre os astros, ou, pela pré-disposição prévia dos garotos em seguí-las o grupo ia de encontro as "novas oportunidades" que Kim-Li parecia esperar no destino citado, a padaria. E assim o grupo ia, talvez com as jovens um pouco mais adiante por toda sua empolgação e também por esta ser o aparente alvo. Não era um comércio grande ou pequeno, mediano era algo que lhe definia bem. Uma faixada com um letreiro e um donuts, um estacionamento ao fundo e alguns mesas para sentar-se em um exterior mais elevado à frente.

Parando ali o grupo não era recebido por ninguém, talvez um eventual atraso do dito pretendente, ou, talvez por vê-la sendo convocada pela professora tal pessoa havia pensado que ela demoraria? Ou não iria? Tantas perguntas convergiam no espanto mútuo do grupo ao ouvir uma discussão acalorada que acontecia por ali em uma daquelas mesas. - Me escuta! A gente precisa de você e você de nós! Quer mesmo essa vida miserável? A gente fazia muito dinheiro e aí tu dá um chilique e vira o que? Babá de adolescente? A voz era masculina, estava de costas para o grupo e não somente seu timbre com seus gestos exagerados soavam um pouco "rudes".

Quem viam sentados ali com eles não lhes era estranha, com as mãos tão trêmulas quanto a sua voz. - Eu já lhe disse antes, eu parei com isso, pode parar de voltar aqui? Vai vir todos os dias me encher agora? Você... Sua fala era interrompida por um golpe contra a mesa que sacodia as coisas em cima inclusive derrubando um copo que a mesma mulher que antes lhes dava um sermão recolhia com certo receio. Não parecia que o homem realmente poderia agredí-la, era fácil notar que seu viés era mais psicológico e que por alguma razão ela sentia certo abalo por sua rigidez, mas algo diferente de um medo puro.

Por cima da gola da camisa do homem Byun Min-Seok via um pouco mais que os restantes, a ponta de uma tatuagem. Uma em particular que ele sentia lembrar-se em algum lugar do seu íntimo, ainda que não de forma tão clara, principalmente com o homem ainda à alguns metros e virado de costas para si. Sun-Woong por sua vez também perceberia por sua vestimenta que possivelmente se trataria da mesma pessoa que viu da janela, lembrando-se que a interrupção do diálogo de sua professora se deu exatamente quando ela aproximou-se do local em que este sentava, de onde, talvez tivesse visão da área externa assim como ele.

Uma terceira voz acabava aparecendo no cenário, masculina, doce. - Desejam sentarem-se na cadeira do fundo? Com um sorriso largo era óbvio que o funcionário tentava tirar o grupo dali sem perder os clientes, um tanto de mãos atadas sobre o que fazer, tendo como saída apenas afastá-los já os abordando no exterior do estabelecimento. Ambas as garotas se sentiam de alguma forma também "observadas", principalmente Soo-Yun. As ações do grupo porém cabia apenas a estes e como decidiriam prosseguir.



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Lookin' for a sign of life


E daquela maneira, todos os sonhos de tranquilidade e MMO foram por água abaixo. Pizza e MMO parecia ser uma linguagem não-falava, uma telepatia entre os dois. Certamente era muito melhor do que se atacado por pessoas aleatórias na vida real, ser vigiado por um velho estranho ou tomar um puxão de orelha da professora - coitada da professora. Especialmente porque diferente do MMO, onde seu Centurion era um Tank de respeito e combinava tão bem com o Knight do Min-seok... bom, na vida real, era ele quem era o Tank daquele grupo. Seu trabalho era basicamente aguentar bem e tomar um senhor cacet* dos inimigos enquanto os outros faziam alguma coisa. E o mundo dos rankers não era nada fácil, considerando que estavam acima dos humanos comuns em capacidade, mas nem de longe chegavam perto de níveis absolutos como os famosos que andavam por aí. Fazia o que fazia, por questão de naturalidade. Tinha seus deveres para com os dons que o acaso lhe dera, e empilhavam-se com as responsabilidades de sua família.

Ou seja... que saco.

Fez cara feia quando Min-seok mencionou algo sobre admirador secreto. - Eca. Peraí, tipo aqueles velhos estranhos que ficam obcecados com idols? Achei que essa jossa só acontecia no Japão. - Olhou para fora da janela outra vez, colocando uma mão na cintura e coçando a nuca com a outra. Será que iam que dar um sopapo em um velho estranho? Não parecia uma coisa muito ética. Bom, talvez ele fosse um Caçador, também? Um caçador-stalker-tarado? Que tipo de inferno cíclico era aquilo?

Virou-se outra vez quando ouviu a resposta do amigo, e estalou a língua no céu da boca, virando-se e girando o palito de pirulito no canto da boca. - Ugh. Detesto quando você tá certo. - E na verdade, falava aquilo várias vezes no decorrer dos dias, pois entre Hei e Min-seok, as chances do segundo estar correto numa situação eram exponencialmente maiores para cada fio de cabelo azul na cabeça do primeiro. Suspirou ao mesmo tempo, no entanto. Ossos do ofício, talvez, seja lá o que estivesse acontecendo no meio daquela situação caótica.


Colocou as mãos nos bolsos, assobiando baixo e andando atrás do grupo. Tinha um dos olhos fechados, lendo a faixa e a aparÊncia do local. - Tá. Então te convidaram pra vir para uma padaria. Agora stalker compra clorofórmio e rosquinha. - Piscou, resmungando para si mesmo. Não foram recebidos por ninguém, o que era estranho por se tratar de um encontro, mas não tão estranho quando considerava-se que uma padaria não tinha realmente pessoas para ir até a porta receber clientes... normalmente. Mas tinha uma discussão acontecendo perto, o que fez Hei erguer uma das sobrancelhas. Estava prestes a fazer um comentário, até escutar um golpe contra - Eita, é o tiozão que tava encarando a gente. - Comentou para os outros, erguendo a mão para apontar. - ... peraí, então o cara tava encarando era a professora? Perdeu pra ela, Soo-Yun. - Apontou com a cabeça.

Brincou com a ponta do palito dentro de sua boca, pensativo. A expressão calma externa não demonstrava a ligeira preocupação. Talvez o bilhete houvesse sido um pedido velado por ajuda? Por qual razão acabariam exatamente no lugar das duas figuras que acabaram de ver?

A terceira voz veio de um homem tentando levá-los para longe da confusão. Mas foi um pequeno olhar de Hei para Min-seok, que demonstrou a intenção de seguir uma de suas ideias aleatórias. Especialmente pelo golpe na mesa e a expressão de nervosismo da mulher. A mão do garoto alcançou a bolsa escolar ao lado de seu corpo, abrindo o zíper e puxando dali um de seus cadernos de anotação. Imediatamente, ele assumiu uma expressão quase formal, usando de sua Etiqueta. Se aproximando da professora, imediatamente ele se curvou em educação, antes de erguer o caderno em uma apresentação formal de um aluno a um mestre. - Professora! - Sorriu de leve, cumprimentando o homem. - Com licença! - Virou-se novamente para ela, escrevendo no caderno, no meio de várias anotações antigas da aula de inglês.

E apontando o caderno aberto para ela, de maneira que as costas estivessem para o homem mais velho, ele manteve o sorriso. - Desculpa te incomodar, professora. Mas tinha esquecido de tirar a dúvida sobre a flexão do verb to be quando aplicado aqui, nessa conjuntura. - Escrito no meio das anotações e virado para ela:

Do you need help?

@Stargrave - @Kimi - @Baby Gengar ---- @Sun'Violet Azaskry

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When The Rain Comes
우리가 그것을 알기 거의 전에, 우리는 땅을 떠났다
Filme de terror? Sex offender? Sol em Áries... os caminhos serão bravos, então? - muitas eram as questões que multiplicaram-se na inquieta mente de Soon-Yun, que dividia-se em responder a Min-Seok, após Hei:

- EH?! Como assim?! Claro que não! Só pode ser uma pessoa linda! - disparava como fulmíneo dardo, até que epifania a visitou, desenhando-lhe sorriso dos mais sardônicos nos lábios: agridoce, como o olhar de honesta implicância (inofensiva): - Oh, mas isto não é possível, já que as únicas pessoas lindas desta sala são Kim-Li e eu! - sim, estava feito! A mais vil resposta destilada, que estufava-lhe o peito em orgulho genuíno! Era maldosa e, mais do que isso, perigosa! Certa de que dera ao atrevido aquilo que merecia, estendeu a mão para Kim-Li, a fim de seguirem o plano. Plano que ninguém criou e, claro, consistia apenas em irem até a padaria.

Infindo pareceu o caminho, mesmo que modesta fosse a distância da sala até a padaria - a qual percorreu certificando-se, de tempos em tempos, que os dois danados as acompanhavam. Mas, véu sépia parecia cobrir o mundo, aos olhos de Soon-Yun, que reservava as mais belas cores para sua imensa curiosidade: como seria o diálogo? Que motivação residia em alguém para, na incapacidade de verbalizar seu intento, enviar um recado de descuido feito? Especialmente isso fez sua língua formigar e procurar amparo em Kim-Li.

- Você acha que pode ser alguém bravo comigo? Sabe, eu tropecei naquele menino do cabelo esquisito outro dia... - entre uma miríade de outros pequenos deslizes sociais que acometeram os últimos dias. O receio fez a pequena mão se contrair e apertar a da amiga: não fazia por mal. Com mal devolveriam? Podia ser engraçado e talvez até mesmo infante aquela postura, de alguém mais forte do que um punhado de pessoas e já na adolescência. O receio era agravado pelo comentário de Hei, para quem olhou com uma clara expressão de incerteza: - Tem chance de ser tudo um engano, né? Uma pegadinha e coisa assim…

Contudo, era a preocupação e o receio dos mais genuínos, que pesavam ao coração. Pelo menos, até aquela voz desagradável caustificar seus sentidos e a pancada na mesa arrancar dela um sussurro exasperado, quase ao mesmo tempo em que o amigo revelava que a figura era o tal velho-maníaco-sex offender.

- Que biltre! - ainda que determinasse o sujeito como vilanesco em suas ações, seu semblante trazia somente seriedade, sem qualquer rompante de fúria. Tampouco agia de qualquer forma, pois de destempero estava farta só de olhar! Era também uma questão de respeito: uma interferência fortaleceria a motivação do sujeito em demonstrar-se superior à professora, principalmente se viesse dos tais adolescentes. Mas era sensata a não-ação? Mordia o lábio incerta do que podia ser feito, até ouvir o comentário de Hei e ceder à um meio sorriso, misto de indignação pelo que via e indevida graça, pela suposta competição. Mas bufava levemente, fazendo a franja serpentear com o ar jogado para cima:

- Mas ele continua merecendo uma lição! Continua sendo tarado atrás de mulheres jovens! - fechava o semblante, numa zanga verdadeira. Sem querer, seu desgosto era direcionado em olhar para o jovem que os abordou. Levou um momento para assimilar o que ele dissera, captar a suspeita movimentação de Hei e agir.

Primeiro, viu-se um pouco perdida, inclinando um pouco a face para o lado: o que fazer? Então sorriu, fazendo fenecer a zanga dantes. Uniu as mãos próximo da face e entrelaçou os dedos, numa graciosa expressão, ao falar: - Por acaso esses dois são os únicos que chegaram por agora? Ninguém mais veio da escola, não?

Não tinha intenção alguma de ir para outro lugar, precisando ganhar tempo para o que quer que Hei tivesse tramado! Era ele sempre tão preguiçoso, mas muito astuto também: não podia deixá-lo sem cobertura enquanto estava no olho do furacão.


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O
diava estar certo na maioria das situações que envolviam os planos potencialmente letais das garotas. Seu olhar pesaroso caia sob Hei como uma lamuria de sonhos despedaçados, era um solene silêncio em homenagem a uma belo plano envolvendo pizza e games que morreu tão prematuramente! Não lhe restava muito a não ser escoltar as garotas. Mas não sem antes ser tomado por uma careta irritada, franzindo a testa para Soo-Yun. Como assim não havia garotos bonitos na turma? Só podia ser cega se confundia o charme de Busan que exalava dele com qualquer garoto sem sal de Seoul. Era inegável que tinha o swag!

Caminhava de maneira morosa observando vitrines com quase nenhum interesse. Até ali tudo estava indo bem e nenhum maluco de sobretudo tentou se expor para eles de uma maneira indevida! Min-Seok quase vibrava por dentro, quem sabe só levaria mais um pouco de tempo para que uma reviravolta aconteça e todos terminem em uma grande e segura dungeon de MMO.

- Qual a probabilidade de um velho maluco confundir a Soo-Yun com alguma idol? - exclamou como uma inocente provocação a amiga enquanto se aproximavam da padaria. Somente para perceber de pronto que ninguém os esperava ali, além de um atendente gentil.

- Viu? O velho já comprou as rosquinhas e foi correndo stalkear algum grupo pop de garotas! - completou com uma risada curta se largando de maneira preguiçosa em uma mesa. Cumprimentava o atendente de maneira polida e pedia por um milkshake duplo de morango, deixando escapar um suspiro de alívio. Pelo menos daquela vez não teriam que entrar de cabeça em uma maluquice, tendo ainda algum tempo de sossego enquanto Kim-Li e Soo-Yun teorizavam sobre o stalker que deu bolo em suas próprias vítimas.

Sem dúvidas que o sossego tão apreciado pelo jovem era frágil cristal, pois se desfazia em meio a gritos exaltados em plena a padaria. O que diabos estaria acontecendo? Esticava o pescoço na direção de onde vinha, tentando identificar o que seria, franzia a testa estreitando o olhar. Arregalava os olhos em genuína surpresa ao notar que a professora de inglês estava envolvida naquilo. Observava bem o homem com quem estava, notando em seu pescoço uma tatuagem um tanto familiar. O que ela estaria fazendo com um homem daquele? Min-Seok fitou Hei, fazendo um gesto sutil com a mão em seu próprio pescoço, indicando o detalhe ao amigo. Estava certo de que ele teria um plano mirabolante borbulhando em sua mente naquele exato momento, de forma que acenou em concordância com o mesmo.

Aguardava o movimento de Hei, para então agir em conjunto. Pedia para que as garotas ficassem atentas, pegando em seguida o milkshake  que havia pedido. Levantou-se da cadeira rapidamente e caminhou na direção da mesa onde estava a professora e, agora, Hei no momento em que percebeu ter algum movimento próximo. Apenas para fingir esbarrar em alguma pessoa aleatória e derramar um pouco da bebida que levava consigo sob o homem.

- PQP! Não acredito!! Me desculpa, cara. Sou muito desastrado mesmo!! - exclamou de maneira agitada tentando ajudar o homem, apanhando diversos guardanapos para limpá-lo - Perai, deixa que eu te ajudo a se limpar! - tentava limpar a camisa de maneira rápida e pouco efetiva, espalhando mais o líquido do que realmente o limpando. Aproveitava a situação para tentar notar melhor a tatuagem qno pesoço. Procurava saber se era algum simbolo que podia identificá-lo como um Kkangpae.


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A animação dos meninos não era exatamente contagiante. Na realidade, enxergava os dois como mingau velho e sopa fria no quesito animação. Amarrava a cara ouvindo-os falar sobre jogos online, e upar o que quer que fosse. Tinham a oportunidade de upar na vida real agora! Não podiam se mostrar um tantinho mais entretidos?!



Até porque, a aparição do suposto velho tarado, e o bilhete deixado para trás, eram a cereja do bolo que precisava para largar dali, qualquer razão para se meterem em uma aventura juntos parecia ser estopim o suficiente para aquela bomba de cereja que era a colegial. Ainda que isso significasse dar uma forçada nos supostos sinais que o universo estava mandando para eles.



E assim fizeram, deixaram os muros opressores da escola para trás, e estavam por fim livres andando na cidade, sabia que não podiam andar até muito tarde na rua, sobretudo com o uniforme da escola, mas não acreditava que aquela investigação levaria mais do que um par de horas. Estava sendo inocente mais uma vez? Descobririam.



Podia ouvir a voz da sua amiga, e até mesmo suas ponderações bobas sobre quem estaria bravo com ela, o que fez Kimi gargalhar como um porquinho mais uma vez, as mãos tentaram alcançar as bochechas de Soo-yun, mesmo que isso significasse ter de ficar na ponta dos pés.


- Owwwn, quem ficaria bravo com uma coisinha bonitinha dessas?! Além disso, se todo mundo que você já esbarrou ficasse tão irritado assim, a gente teria de lidar com um plano de vingança por semana. Hihi.



A fachada do café fez com que seus instintos de formiga fossem testados, o cheiro de doce de baunilha e framboesa lhe fisgou como uma mariposa para perto da luz, ela agradecesse internamente pelo destino lhe puxar para aquele destino! Tomar um café com muito chantilly com seus amigos realmente viria a calhar. - “Não, pera. Prioridades, Kimi” - Balançou a cabeça negativamente tentando espantar aqueles pensamentos dali, se desvinculando dos sinais claros do egoísmo que residia na menina.



- Ah, se for uma perda de tempo, pelo menos tomamos um frapuccino. - Comentou, após a fala do amigo.



E de fato, qualquer outro pensamento que poderia ter se tornou opaco com os sinais de briga que chamaram atenção. Kimi era naturalmente uma fofoqueira, e das que não disfarçava bem. A rosadinha abriu bem os olhos como um filhote observando algo novo muito interessante, absorvendo as palavras da briga - ligeiramente entretida - ponderando se deveria aproximar-se ou não. Eles sairiam na mão? O que ele estava querendo dizer com tudo aquilo? Estavam em algum tipo de esquema…?



Observando melhor, não era realmente uma discussão. Era uma intimidação. A mulher estava nervosa e as mãos até mesmo trêmulas, aquilo não poderia ser considerado meramente um atrito leviano entre eles. Tinha certeza de que se intrometesse ali, seus amigos lhe dariam cobertura, mas felizmente, Hei agiu primeiro do que ela e de uma maneira bem mais discreta do que se Kimi tivesse ido.



- Calma Soo-yun! - Disparou tentando acalmá-la, puxando incisivamente a ponta da manga da blusa da amiga. - Vamos ver como eles reagem aos meninos! - Falou apreensiva, esperando, ainda que impacientemente às reações da abordagem de Hei e do “acidente” de Mim-seok. - N-n-nós vamos nos sentar aqui mesmo, está ótimo. - Respondeu por fim a pergunta do atendente, indicando que se sentariam em uma mesa próxima aonde estavam e consequentemente da professora com o estranho.




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Entre alfinetadas, a maioria sobre a aparência dos demais, os jovens prosseguiam até o seu destino sem maiores problemas. Min-Seok comprava um milk shake sem tanta exitação e sendo o tipo de coisa feita por máquinas não há nenhuma demora em ser entregue assim que ele passa o valor necessário ao atendente. Este estava quase para demonstrar-se aliviado, acreditando pela compra do jovem que iam ser meros clientes pacíficos, ignorando a confusão alheia presente, mas, distraído de certa forma pela pergunta de Soo-Yun mal percebeu que os outros dois iam interferir. - Hum... Ele pensava colocando a mão no queixo. - Tem aquele muleque estranho ali atrás das árvores do outro lado da rua.

Quando o homem delatava sem piedade um barulho de espanto podia ser ouvido e virando-se ela via um pequeno salto sem graça de um garoto, o mesmo que no começo sentava ao lado de Kim-Li. Sua face se enchia de rubor e ele parecia meio desconcertado, até inclinado a simplesmente fugir. Não o fez. - O-o-oi! Dizia ele gaguejando dali, saindo em direção ao grupo com passos tão quadrados quanto um cubo que decidiu rolar. - Que coincidência, neh não?

No outro lado, quando Hei Sun-Woong abordava a professora seu espanto, quase susto pela forma como seu semblante mostrou-se surpreso foi evidente. O homem também demorava um pouco para reagir surpreso pela aproximação, soltando um breve "Hey" antes de sentir alguém lhe esbarrando por trás e derramando bebida sobre ele. A tentativa cômica de ajuda que mais parecia um segundo ataque enfureceu-o novamente de modo que para todos foi possível ouvir o grito. - Que m**da é essa pirralho! Ao mesmo tempo as mãos do homem empurravam-lhe por seu peito para longe. Ele conseguia perceber duas coisas porém, que suas suspeitas sobre ele ser um Kkangpae provavelmente estavam certas e também que a força daquele homem não era "normal", movendo-o como se ele fosse uma pena.

O atendente que conversava com as duas garotas e seu colega de escola prestes a mostrar um lugar para sentarem-se estava novamente apreensivo. - Eu não sou pago pra isso... Ele resmungava indo até o grupo, entrando na frente e falando com a voz ansiosa. - Ca-calma senhor, está faltando alguma coisa? Ele apenas era respondido da mesma forma, sendo empurrado lateralmente até mais fácil do Min-Seok, batendo contra a parede apesar de não parece ferir-se. - Eu to todo sujo, é com essas coisas que você quer perder tempo "Dongseng"?

Assim ficavam os quatro espalhados, as duas garotas próximas a entrada, o jovem de fios negros no lado oposto e o o outro próximo à professora que tinha seus olhos passeando por todos de forma rápida e tensa enquanto se levantava apoiando nos ombros de Hei. Não sabiam ao certo se aquele homem ia continuar lhes atacando ou não, mas ele parecia irritado. O atendente ia se recolhendo para o interior enquanto este lhe acompanhava com os olhos e o garoto recém-chegado parecia olhar para Soo-Yun como se nutrisse algum tipo de expectativa, quase como se ele observasse uma heroína, ou, bem, uma ídol?

Histórico:
Sun-Woong:

Ganhos:

Perdas:

Kim-Li:

Ganhos:

Perdas:

Soo-Yun:

Ganhos:

Perdas:

Min-Seok:

Ganhos:  

Perdas: G$ 3

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A
quele era um gangster de cabeça quente. Do tipo que nunca chegaria a lugar algum, uma carreira limitada a doses extravagantes de violência e subserviência a quem realmente tinha o poder...se é que chegaria perto de algum hyungnim alguma vez na vida. Min-Seok se lembrava bem do quanto seu pai desprezava tipos assim. POrém, aquele homem não era de todo ordinário, pode sentir pela facilidade com a qual o empurrou contra a parede - talvez o baque tivesse causado mais espanto a quem via do que propriamente machucado - ele era um Caçador também. O que poderia causar ainda mais problemas a todos ali, principalmente a professora.

"Um tipinho irritante desse tinha que ser um Caçador, cara..."

Suspirava com seu pensamento, considerando o quanto aquilo seria cansativo, para em seguia fitar Hei. Queria ter certeza de que o amigo estava atento aquilo. Ele também já devia ter sacado qual era o daquele cara, tento as engrenagens de sua cabeça funcionando para adaptar qualquer plano que já tivesse feito. Ajeitava suas roupas, colocando-se novamente em uma postura ereta. Era hora do show! Sabia como usar de intimidação, pelo menos o suficiente para lidar com situações do tipo e ganhar tempo. Colocava as mãos no bolso, encarando-o com uma expressão de poucos amigos.

- Yo, você é até bem forte para um Kkangpae qualquer... - disse de maneira debochada, fazia questão de demonstrar seu sotaque de Busan, abrindo um sorriso de canto de boca ao finalizar. Começava a ganhar tempo, caso Hei desejasse tirar a professor a dali de perto.

Dava alguns passos valentes até o homem, ficando próximo dele para encará-lo de maneira mais contundente. Dessa vez não seria pego de surpresa, caso tentasse atacá-lo, ficando atendo a movimentação do mesmo para reagir em uma esquiva o mais rápido que conseguisse.

- ...então, você tem um nome ou é só um zé ninguém que gosta de assediar professoras e colegiais, hein? - perguntou enquanto encarava propositalmente a tatuagem em seu pescoço - Deixa eu adivinhar...é só um capanga qualquer na Familia e tenta mostrar valor com alguns golpes por ai, estou certo?

Min-Seok provocava aquele homem como um verdadeiro Kkangpae. Tentando jogar com ele para entender melhor de quem se tratava. Observava bem suas reações, assim como seu próprio pai faria, notando cada trejeito ou emoção que deixasse escapar.

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Oh boy,

here we go

Particular pandemônio, que fazia vezes de sina, cerceava o pequeno grupo de amigos. Como se a própria entropia fosse-lhes amada ciumenta, jamais distante! Soo-Yun ainda sentia as bochechas quentes, pelo toque de Kimi somado à vergonha de pensar que… ”Não, não! Ela só pode estar exagerando!” - determinou em pensamento, como se fosse a sua mais honesta prioridade. Em fato, era como se a mente tivesse se negado a assimilar aquela confusão de milkshake, professora e… Stalker?! Os olhos perscrutaram o jovem apontado pelo atendente, sem que conseguisse disfarçar sua clara dúvida quanto ao que significava aquilo. Que tipo de covardia era aquela?

- Qual o problema dos homens hoje em dia, Kimi? - perguntava em sussurros para Kim-Li, não apenas se referindo ao menino-tomate, como também ao velho tarado. Respirou fundo, sem mover o corpo, ainda que a amiga optasse por uma mesa próxima. Em fato, Soo-Yun tinha os pensamentos a ebulir: ela podia ter imaginado muitas coisas sobre o remetente do bilhete, porém agora que ele deixava de ser uma brincadeira - um fruto de sua imaginação tão peculiar - ela nem sabia o que fazer! Devia afugentá-lo? Talvez bater um pouco nele para que tomasse tento? Definitivamente ela não queria alguém com aquele olhar creepy tão perto. Nem por toda a confeitaria!

- Hoy… O que você q- - a fala era suprimida pelo descontrole que percebia em volta dos amigos. Aliás, era o próprio Min-Seok o epicentro daquela cena toda: de tal maneira que até a professora podia se dizer mera coadjuvante. Se pensasse com clareza, talvez a jovem até pudesse se divertir com aquilo… Entretanto, não era o momento. Tampouco o lugar adequado!

Soo-Yun olhava seriamente para a docente, verdadeiramente reprovando sua postura. Não esperava que ela reagisse como um gorila raivoso, claro que não! Contudo, se ela queria ensinar o valor da sociedade aquém Mana e Despertar, Dungeons e Monstros, precisava ser muito mais determinada do que aquilo. E ter muito mais atitude, certamente!

- A única sujeira aqui é o que sai dessa sua boca imunda. - pontuou a jovem, como se lâmina habitasse sua boca.

Movia-se com determinação, passos lentos e fito focado, como se uma pequena fera pudesse ser ao invés de donzel figura. Buscava rodear o sujeito, aproveitando-se da posição de Min-Seok e Hei. Não tinha por intenção ampliar o tumulto, no entanto era categórica ao demonstrar que não hesitaria em estar com os seus. Cerrava os punhos, deixando os músculos tesos, aptos para uma reação instintiva. Tinha uma percepção clara de que, mesmo para alguém que se garantia em força, não era interessante atrair tanta atenção. Principalmente junto a estudantes e sua professora. Apostava no comportamento traiçoeiro dos vagabundos para adiar aquela resolução - adiar somente, pois tinha como certo que ficariam marcados. E, no fundo, ela esperava por essa encrenca: podia ser muito mais divertido.

  again.


xoxo, adylore

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Era inevitável acreditar que por vezes era usada meramente de joguete, ah sim! As mãos do destino poderiam ser tão débeis e parvas em suas decisões arbitrárias. Por que tinha a impressão de estar participando de um episódio de sitcom dos anos 90, com gangsters e piadas pouco arrojadas? Onde estava a plateia à rir do grupo, a qualquer momento, poderia mal esperar, ao menos traria entretenimento para alguém ali. Quiçá aqueles pensamentos levianos - e indubitavelmente mesquinhos - refletissem a gravidade do seu narcisismo aflorado, ali no âmago da adolescente de 16 anos, que não lidava bem com o tipo babacão, claramente intimidando alguém que parecia mais fraco do que ele.



Por sorte, ou mesmo, o tal destino, ela tinha os três adorados.



- Tsc. Quem dera eu soubesse, seria mais fácil de lidar com aqueles dois também… - Respondeu à amiga de forma meio ranzinza, embora não desaprovasse as atitudes que cada um tivera até então, era mais por birra do que propriamente desapontamento. Entretanto, o mesmo não servia para os demais em questão, o garoto que gaguejava arrancou uma sobrancelha levantada de Kimi, junto dela seu olhar inquisitivo e nada gracioso. - Coincidência? … Podemos mesmo dizer isso…?! - Estreitou os olhos, como algum tipo de investigador fajuto, completamente desconfiada dele.



Em seguida voltou à confusão que estava borbulhando entre as mesas do café, assim como Soo-yun, ela aproximou-se com alguma cautela de onde o homem e a professora estavam, não queria que seus passos fossem estopim para uma ofensiva, mas era inevitável deixar de se preocupar com Min-Seok e Hei, poderiam precisar dela, certo? É claro, confiava plenamente na capacidade dos amigos, mas isso não significava que poderia ficar de braços cruzados se a confusão piorasse. E ao perceber em Soo-yun, podia dizer o mesmo da amiga.



Os olhos fitavam o desconhecido por um instante, tentando absorver suas reações, primeiro com o que Min-Seok dizia, e logo depois a provocação de Soo-yun, estava com a guarda levantada caso fosse necessário, tinha certa ciência dos arredores e dos civis que não deviam se envolver naquela desavença, estavam em maior número, certo? Isso seria o suficiente para conter a situação se necessário?



- Eu sempre achei que um Kkangpae seria mais parrudão sabe? Com umas tatuagens na cabeça e tal. Os filmes glamourizam a categoria de vocês. - Reclamou, tagarela, em seus próprios padrões de provocação.


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Era muito mais fácil se deixar levar pela onda, mas Hei nunca fora realmente muito bom naquilo. Era o tipo de preguiçoso hiperativo, termo incorreto e irônico usado para irritar especialistas, em sua aleatoriedade e passividade pré-ação. Os seus amigos estavam acostumados com suas atitudes aleatórias, claro, mas havia algum tipo de lógica escondida ali atrás. Sorriu sobre a reação de Soo-Yun e deu de ombros com a pergunta do amigo. - Sei lá. Eu acho que se fosse por idol, seria a Kimi, não? Se bem que cada uma das duas faz um tipo diferente de idol, eu acho. - Foi o que respondeu antes de agir. Não se preocupava muito em ser chamado de bonito ou não, e talvez fosse o que lhe dava algum tipo de atenção das pessoas, por vezes. Mas, vinha de família rica, então havia um tipo de expectativa de popularidade passiva dentro do colégio, que ele só se aproveitava quando podia alimentar sua preguiça seletiva.

Pressionou os olhos com o sinal do amigo, antes de se aproximar. Observaria o local apontado antes de finalmente passar por ele. Era fácil se fazer de aluno curioso, mas tinha um cara estilo mafioso ali, então a pessoa que mais sabia sobre o assunto era Min-seok. A situação foi de preocupante para preocupante com sazon, e Hei parou-se no lutar para deixar que a professora se erguesse, observando o escalar da situação e olhando os arredores. Ouvir um Kkangpae qualquer lhe toruxe questões engraçadas à mente, especialmente considerando o quanto seu pai conseguiria franzir o cenho se ouvisse que ele estava se circulando de mafiosos. A razão dele ter mais liberdade era simplesmente por estar acima das capacidades de um humano comum e ainda assim, não poderia se considerar forte ou notável o bastante no mundo dos Caçadores, já que havia alguns caras e madames por aí com poder o bastante para desafiar uma capital ou desalinhar pontos de um país.

Esperava que este não fosse o caso daquele rabujento, considerando que ele havia conseguido empurrar Min-seok contra a parede. Mas ao menos, se colocou entre os dois e a professora, deixando ela ficar atrás de si; era alto o bastante, apesar de ser jovem. Piscou algumas vezes quando ouviu a tréplica de Soo-Yun, sem ter esperado aquele tom forte assim, do nada. Sabia que ela tinha seus rompantes de atitude e justiça, mas sempre se impressionava. Mas gente. Ela realmente parece aquela idol dos grupos kpop. Aquela que faz cara feia para as outras ou vira a câmera para o lado quando está apontando para o rosto. As coisas começavam a se escalar e aquela não era exatamente uma arena para alguém cair na pancada. Se perguntava se haveria algum tipo de atitude tomada contra um homem que assaltasse estudandes colegiais, considerando que eram todos Caçadores. Sei lá, talvez algum Policial Caçador Parrudão ficasse bravo com isso. E bem, Kimi estava agindo exatamente como ele esperava que fosse... o que era sendo extremamente aleatória. Na real, nunca nem perguntou se ela tinha o cabelo verde pintado de rosa, rosa pintado de verde, ou se era outra cor pintada das duas. A lógica apontava pra uma das alternativas, mas considerando que era ela, podia ser qualquer coisa.

Por mais que fosse um garoto calmo, sabia usar de sua INTIMIDAÇÃO também, apesar de diferente. Ainda colocado de maneira a oferecer algum sentido de proteção à professora - ironicamente acurado para um Tank - seus olhos perderam o brilho juvenil e jocoso para uma postura firme de um membro de família rica; o tipo de postura que se esperava de alguém que poderia brincar de política antes de sair do ensino médio, ainda que ele evitasse. - Toda essa provocação é intrigante, mas não há necessidade de escalar uma situação no meio de um lugar público. Provavelmente chamaria atenção da minha família, da gangue, e de outros Caçadores. Peixe grande. - Apontou para cima, simbolicamente. - Por que não falamos sobre o que está acontecendo... e arrumamos um pouco de água com detergente para limpar sua roupa? Se demorar, vai manchar. - Falou, com menos preguiça, mais grave, mais formal do que o normal.

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