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[Ficha] Kim Soo-Yun

15/3/2021, 00:11

Kim Soo-Yun
Feminino
16
1,65m
50kg
Seul
Samcheok

Fighter
D
180
100
50
50
100

75
0

Artíficer
• Artesanato
• Forja
• Núcleos
• Runas
• Armas brancas médias


300
Mora só, em um pequeno, porém confortável, apartamento da família, em Jongno-gu.

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Em traços suaves desenham-se as feições de Soo-Yun, transparecendo sua jovialidade e gentileza antes mesmo que desvele sorriso a quem observa. Possui uma estatura moderada, acompanhando os ares joviais e donzéis que mantém, mesmo quando vestindo trajes mais formais, como ternos. Seu corpo esguio, porém harmoniosamente feminino, não demonstra tanto a força que agora possui, podendo enganar espectadores menos atentos. Os cabelos também contrariam sua origem, sendo de tonalidade clara como o céu primaveril, enquanto os olhos reluzem cerúleos e curiosos, interessados na maioria das coisas. Indistintamente afável é sua postura, formando uma figura muito longe da estoicidade requerida pelos guerreiros. Além disso, não se nega a exibir modesta vaidade nos acessórios que usa, como variados anéis, delicados como as mãos que os guardam.

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A honestidade em suas reações pode ser desconcertante, às vezes. Tal como a sinceridade, que escapa-lhe em sussurros ou falas mansas, como tem também o coração. Genuinamente curiosa pelas pessoas, monstros e coisas, possui uma ingenuidade singela a ditar-lhe os passos e, muitas vezes, a dificultar-lhe o caminho, também. O bom humor é constante, mas não a exime de transparecer qualquer desagrado que encontre. Prefere envolver-se com coisas simples e fugir de formalidades impostas, sejam ou eventos ou na família. O que não deve ser confundido com falta de honra ou mesmo de responsabilidade. Pelo contrário: preza muito por tais coisas e tenta, a seu modo, preservar a retidão. Aspereza e ganância não possui, mesmo quando em fúria pode se encontrar - situação tão rara que mesmo os bons amigos ainda não presenciaram. À estes, em especial, ela reserva sua melhor disposição em um amor tão terno quanto é possível. Não obstante, pode demonstrar-se muito mais enérgica quando com eles, quase como se a alegria que transborda pudesse ser infante hiperatividade. Por último, é conveniente esclarecer que sua origem ancestral dita-lhe que seja justa o quanto possível, leal aos amigos e servil ao soberano - este último ela há de reconhecer não apenas em autoridade hierárquica, política-estatal, como também naqueles em que houver virtude de mais elevada ordem.


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Soo-Yun nasceu em uma família de longas e profundas raízes. Seus ancestrais contam que originaram-se da wonhwa, a líder espiritual dos primeiros hwarang e que, como tal, possuem o dever de transmitir sua história para as gerações posteriores. Isso trouxe sorte de peso à jovem desde cedo, desenvolvendo-se não apenas nos estudos comuns e habituais da sociedade moderna, como em conhecimentos mais antigos e próprios de sua casa. Àquela época, de seus antepassados, à uma wonhwa não cabia o direito de lutar: este fora destituído por crime cometido. Portanto, lições com espada foram-lhe negadas durante a infância, tendo no lugar a lida artesanal a ser apreendida desde cedo. A forja veio a seguir: brandir uma espada era impróprio, mas gerar uma lâmina significava edificar e salvar vidas. E, ainda que isto tudo soasse verdadeiramente honroso e imponente, afastava-lhe por vezes de uma vida normal e rodeada dos frutos da era tão moderna em que havia nascido.

Todavia, o estranho advento de despertar, monstros e portais, trouxe mudança também nas próprias leis de sua família: conhecimentos antigos foram, gradativamente, somando novos aos compêndio que carregavam. Mesmo que nenhum Kim houvesse despertado no início, não podiam se fechar para o conhecimento que viria a ser importante para a proteção de seu lar, seu país. Desta forma, a adolescência da jovem foi marcada por uma mudança drástica nos objetos de estudo. Com isso, mudou-se para Seul, onde um agente - outrora monge - passou a educar-lhe naquele novo conhecimento que cercava o mundo. Como um desperto, ele passava-lhe um pouco da experiência que possuía, ensinando-a sobre os caçadores, monstros e o que deriva-se deles. Particularmente este era um assunto que instigava-lhe mais, ocasionando em seu conhecimento muito mais coeso sobre núcleos e runas do que sobre os próprios monstros e as dungeons que povoavam. Won Gwang, seu mentor - curiosamente um título que ele carregava como nome, desde que ordenado - era mais afeito a deixar Soo-Yun conhecer o mundo que deveria amar, abrindo-lhe a porta para o convívio com outros jovens de sua idade.

Frequentando a escola, conheceu seus “inseparáveis” amigos: Kwang Kim-Li, Sun-Woong Hei e Byun Min-Seok. Inseparáveis, pois desde que a afinidade foi descoberta, os cercou quase de maneira aborrecedora. Em fato, é uma grande sorte não ser repelida quando tão perseguidora foi no início, para suprir a falta de outras amizades em tenra infância. Com as ausências prolongadas de Won Gwang, podia desfrutar de momentos corriqueiros e assaz comuns com eles, aprendendo aos poucos a domar a afeição sob receio de afugentá-los em definitivo. Esta normalidade foi abalada pela descoberta dos meses seguintes: Soo-Yun despertou.

O despertar da jovem passou a ser entendido como uma espécie de bênção, que culminou no revogar da proibição mais basilar de sua família: apta a tornar-se uma lutadora, Won Gwang restituiu o direito de que empunhasse uma arma, se assim o quisesse. Mas deveria, ainda assim, aprender a lutar com as mãos nuas, primeiro. Nos três anos seguintes, dedicou-se exaustivamente a treinar e aprender, não havendo nenhuma real experimentação do que era ser um caçador. Era jovem demais e, no fundo, não possuía um espírito que pudesse acender fervoroso ao combate. Não sem um objetivo que reconhecesse genuinamente como seu, a despeito do que estimavam seus pais e demais familiares. Seus pensamentos começavam a mudar uma vez mais cativada pelas ideias que surgiam junto aos amigos: e se tivessem eles próprios sua guilda? Não podia deixar de pensar nisso com um vívido brilho no olhar. Parecia ter encontrado um motivo para lançar-se ao perigo: construir algo novo, sem abandonar as raízes que fizeram-na florescer.


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